Nao Julgue meus Sentimentos

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“Deixo meus pensamentos falarem sozinhos, não vou agir no impulso quando minhas atitudes se baseiam em uma mistura de fantasia e tragédia”.

"Posso fechar meus olhos, posso controlar minha boca, mas não posso silenciar meus ouvidos."

"Quando nasci, meus pais não me avisaram que eu enfrentaria um mundo onde as pessoas já estavam anos-luz à minha frente, mas aceitei o desafio porque o objetivo não é alcançá-las, mas sim criar outros caminhos."

"Deus não me deixará ir para o inferno por causa dos meus pecados, mas sim por causa da minha vontade."

PORMENORES


Eu fiz uma canção.
Ela exprime meus anseios.
Eu não tinha tal entendimento,
Mas a canção se fez rainha nos meus sonhos.
Qual a um erudito, fiz nos pormenores
As causas de sua construção.
E entoei um grito sufocado.
Eu já não tinha um porquê de entoá-la.
Mesmo assim, a fiz!
Desejei que o mundo ouvisse!
Mas, depois, compreendi...
Que só eu a entenderia!

protegido.


Não peço que meus inimigos desapareçam. peço coisa pior, que continuem existindo, mas que nunca encontrem o caminho até mim.


Que tenham pés, mas que nenhum passo os traga na minha direção. Que tenham mãos, mas que toda tentativa de tocar aquilo que é meu encontre o vazio. Que tenham olhos, mas que não me vejam, não reconheçam meu rosto no meio da multidão, não saibam onde eu piso, onde eu durmo, onde eu levanto.


E que nem mesmo em pensamento eles possam ter espaço suficiente para me fazer mal.


Porque há guerra que não começa com barulho. Começa com intenção. Com inveja guardada atrás de um sorriso, com palavra atravessada, com desejo silencioso de ver alguém cair. E contra esse tipo de inimigo eu não quero apenas distância. Quero proteção. Quero que toda maldade enviada encontre uma parede antes de chegar.


Armas de fogo não alcançarão meu corpo. Facas e espadas se quebrarão antes de tocar minha pele. Cordas e correntes arrebentarão antes de me amarrar. Toda porta que tentarem fechar diante de mim vai encontrar uma chave que ainda não conheciam. Todo caminho que tentarem bloquear vai me ensinar outro caminho.


Não porque eu seja intocável.


Mas porque aprendi que nem toda batalha precisa ser travada.


Algumas guerras se vencem continuando de pé enquanto quem desejava a sua queda se cansa de esperar.


Então que venham os olhos que procuram, as mãos que apontam, os pés que perseguem, as bocas que amaldiçoam. Que façam seus planos, que gastem suas noites pensando em como me diminuir. Eu não preciso devolver o mal. Só preciso não permitir que ele atravesse a porta.


Porque existe uma proteção que não faz barulho.


Ela nasce quando alguém decide que aquilo que tentou destruí-lo não terá o privilégio de definir quem ele será.


E desde então, tudo que vier contra mim encontrará o mesmo destino: pés sem caminho, mãos sem alcance, olhos sem visão, armas sem força, facas sem corte, espadas partidas, cordas arrebentadas e correntes no chão.


Eu sigo.


E aquilo que foi feito para me parar aprende, tarde demais, que nem tudo que se move pode ser alcançado.

Eu e meus botões


Quando você quiser encontrar colo, não procure em molas sofisticadas de alguém que não lhe oferece conforto.
Existem colos no olhar, no carinho, no dizer: “Oi, querida, eu te amo”; no aperto de um abraço sincero, na carta escrita, no beijo demorado.


E, por fim, no abraço de inverno...
Ouvindo a mais pura música do luar de Janeiro.

⁠Não aceito ser manipulado nem por meus próprios desejos, quanto mais pela opinião e vontade alheia.

⁠Finalmente meus 40 anos...

Já não é mais a fase dos 20, nem tão pouco dos 30 é a fase tão esperada dos 40 anos...
Acumulei de maneira perfeita, a experiência e a juventude o que me fez dominar a arte, gestão da minha essência, somando vida aos anos que desfrutei e ainda os que tenho neste novo ciclo a desfrutar.
Finalmente o tão esperado momento dos meus 40 anos, onde deixo pegadas por onde caminho, fazendo-se dona dos meus passos.
E com maturidade sinto que piso mais forte, transmitindo segurança para si mesma e conseguindo me conectar com minha estabilidade emocional e pessoal que hipnotiza.
São muitas marcas do passado, é necessário muito amor para curar as feridas e as decepções.
Porém é necessário ser estratégica, tomadas de decisões sábias para lidar com cada momento.
Minhas prioridades não são as mesmas de dez anos atrás, e provavelmente vão mudar daqui a um tempo. A vida é uma constante mudança, e eu demorei para entender isso. Antes eu queria manter minha coerência, sustentar tudo em que eu acreditava. Mas aos 40 anos, compreendi que crenças mudam, que o que parece certo num dia, pode não ser no outro. Está tudo bem mudar de opinião, porque, conforme adquirimos mais conhecimento, essa é a tendência. Minha única prioridade imutável é ser feliz.
Aos meus 40 anos, sejam muito bem-vindos.
Confesso que tinha medo dessa idade e dos efeitos colaterais que ela pudesse trazer, mas decidi que não são números que vão decidir a trajetória dos meus anos. Neste aniversário, resolvi refletir sobre a vida e em como é maravilhosa vivê-la. Não irei me preocupar, apenas viverei um dia de cada vez, como deve ser feito.
Agradeço a mim pela mulher que me tornei, felicidades neste meu novo ciclo.
Meus 40 anos...

Não custa nada
Encantar
Minha mãe e pai
Minha filha
Meus irmãos
Meus amigos
As pessoas que encontrar
Encantar
Amar
Sonhar
Só se leva o encanto
De um para o outro
Vai se embora
O encanto fica
Não esqueça você
Faz parte de mim
Leva um pouco
E deixa para o outro
O encanto sem fim.

Não há um único dia em que você não passe pelos meus pensamentos. Até em meus sonhos você me visita.

Não quero tapar meus
ouvidos à tua verdade...


Meu Deus, um temor
há no meu coração.
Não quero tapar meus
ouvidos à tua verdade
que grita.


No meu interior sinto a tua verdade.
Me ajuda a escutar,
Desejo te obedecer,
a discernir o bem e o mal
e a fazer o que é reto diante de ti.


No mundo que criaste sinto a tua verdade.
Me ajuda a escutar,
Desejo te obedecer,
a discernir o bem e o mal
e a fazer o que é reto diante de ti.


E se os anjos a tua verdade
sussurrarem,
me ajuda a escutar,
Desejo te obedecer,
a discernir o bem e o mal
e a fazer o que é reto diante de ti.


A tua voz grita em silêncio.


Que eu não seja julgado
por ignorar
a tua verdade.
Me purifica pra escutar
E diante do Senhor reto caminhar...

"O seu julgamento sobre o MMN não muda a realidade dos meus resultados. A raiva é um sentimento passageiro, mas a construção de um negócio sólido é um compromisso de longo prazo que eu mantenho com orgulho."

"Não procuro validação em quem não compartilha dos meus sonhos. O meu ganho é a minha própria aprovação."

"Não me sinto ofendido com o julgamento, pois sei exatamente o que entrego aos meus clientes e parceiros. Quem conhece o valor do próprio trabalho não precisa de holofotes, apenas de consistência."

14 de novembro de 2022
Às 11:50


"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.

Bons profissionais, fazem toda a diferença. Hoje, fui tirar meus pontos da cirurgia. Não senti nenhuma dor, o enfermeiro me distraiu conversando, contando histórias. Colocou um suporte para meus pés, não senti nenhuma dor, estava aflita e com os olhos fechados. Quando percebi ele já havia retirado sem eu perceber, já há alguns segundos. Caímos na risada, eu minha cunhada e ele.




Todo mundo havia relatado nos relatos que li, que quando foram foi retirar os pontos de hérnias, falaram que dói muito.


Acho que depende do profissional.

"Meus heróis não se apagam em overdose; eles venceram o tempo e descansaram na velhice."

Liturgia da Esperança.


Não foram meus demônios que me condenaram.
Eles apenas cumpriam o ofício para o qual nasceram.
Também não foi a escuridão.
Ela sempre teve a honestidade de dizer que jamais seria luz.
Minha ruína sempre teve outro nome.
Esperança.
Essa criatura indecente, que aprende a respirar mesmo depois de ser afogada.
Eu a matei incontáveis vezes.
Enterrei-a sob o peso de despedidas, de silêncios, de portas fechadas e de horizontes que nunca chegaram.
Ainda assim, ela regressava.
Não caminhando.
Florescendo.
Como uma erva daninha que faz do cadáver a sua primavera.
Que ironia.
Os homens temem o ódio.
Eu temo a esperança.
O ódio encerra batalhas.
A esperança exige que se lute outra vez.
Ela é o carrasco que veste roupas de salvação.
É a mão que acaricia enquanto conduz à mesma fogueira.
E eu, tolo sacerdote de um deus que jamais respondeu, continuo oferecendo o próprio peito como altar.
Porque basta um único raio de luz, um único sorriso, um único "talvez"...
...e todo o cemitério que construí dentro de mim começa a acreditar que ainda existe primavera.
Maldita seja.
Maldita seja essa força invisível que insiste em devolver vida àquilo que eu implorei para morrer.
Se ao menos eu pudesse esquecer como se acredita...
Talvez encontrasse paz.
Mas acreditar é uma maldição que não escolhe os otimistas.
Escolhe justamente aqueles que já perderam tudo.
Porque sabe que ninguém sofre tanto quanto aquele que conhece o gosto do abismo e, mesmo assim, ergue os olhos na direção do horizonte.
Não esperando um milagre.
Esperando apenas que, desta vez, o horizonte tenha piedade.
E é exatamente nesse instante...
quando o coração, contra toda lógica, decide acreditar outra vez...
que a esperança sorri.
Não porque veio salvar-me.
Mas porque encontrou mais um motivo para manter-me vivo o suficiente para sofrer novamente

Quem sou?


Quem sou quando não sou meus bens materiais?
Quem sou quando não sou minha profissão?
Quem sou quando não sou minhas opiniões?
Quem sou quando não estou sendo observado?
Quem sou quando não estou feliz?
Quem sou quando não tenho as respostas?
Quem sou quando não correspondo às expectativas alheias?
Quem sou quando não tenho dinheiro?
Quem sou quando não estou nas redes sociais?
Quem sou quando não estou julgando os outros?
Quem sou sou quando não tenho propósito?
Quem sou quando não tenho uma agenda de atividades?
Quem sou quando não estou na moda?