Não Gosto da sua Frieza
Sou piauiense de nascimento, mas herege por vocação climática: gosto do frio, não sou calorenta, e isso me coloca numa categoria à parte, quase teológica, entre os meus conterrâneos.
Minha filosofia de vida é muito simples;
- Se você gosta, come. Se eu não gosto, não como, mas quando o garçom chegar eu vou explicar direitinho, como você gosta do seu prato e como eu gosto do meu.
Durante o almoço a gente fala sobre tudo e ninguém pede para o outro provar um pedacinho, só saboreamos a vida, a companhia e o prato.
A vida pode ser uma viagem suficante em um carro com vidros fechados, ou uma aventura deliciosa no mesmo carro, só que com o vento batendo na cara e a gente sentindo o perfume da paisagem.
A escolha é nossa sobre a viagem, o carro não nos cabe escolher.
“Perguntam o que eu gosto de fazer no fim de semana… eu só preciso disso: minha esposa, meu filho e a paz de tê-los comigo.”
Há diferença entre ser pobre e ostentar o minimalismo. Este é escolha com gosto de lucro, já o outro primazia da falta que não se sacia.
Gosto de pessoas decididas. De pessoas com atitudes, que levam adiante seus planos e as suas vontades. Esse negócio de meio termo, já não me satisfaz mais.
DESCOBRI
Descobri que uma das coisas que mais gosto de fazer nesta vida é escrever. Mesmo que o que escrevo seja desordenado e desalinhado para uns, uma loucura ou uma idiotice para outros. Que as frases sejam sem nexo e sem uma direção certa. Não importa. Só sei que escrever me alimenta. Alimenta e relaxa meu coração poético.
Queria escrever algo banal, tranquilo que apenas me levasse a fugir deste corre-corre da vida. Não sei o que eu quero com isso. Talvez atingir o cume da montanha mais alta. Não sei.
Talvez me perguntem, por que a montanha? Talvez pudesse ser a mata, ou o deserto, ou o mar, quem sabe o céu. O que importa quando não sabemos se a direção é certa ou incerta como o tempo?
Escrever atinge o ilimitado. É como a vida, ilimitada, sem uma coordenação. Quero atingir todos os limites, o cume, o ápice, a adrenalina constante.
Estou ainda tentando escrever algo sereno, algo que deixasse um pouco de lado meu apogeu. Mas não encontro. Na verdade nem quero encontrar, quero continuar buscando cada vez mais.
A outra coisa que gosto de fazer é amar. Amar quer dizer algo? Amar nunca foi algo. Amar é tudo. Eu gosto de amar as pessoas, amar me deixa feliz. Saber que as pessoas estão felizes me deixa extremamente feliz.
Meu instinto de mulher quando amo fica tão estável que eu poderia descrever detalhes que talvez inundasse esta pagina com palavras de amor...mas o que importa isso tudo se ninguém se importa mais com o amor.
Amar é tão vasto que eu poderia me perder amando. Escrever e amar são uma junção que combinam. Em meus versos escrevo amando sem uma noção certa do que quero deixar na página, apenas amo escrevendo e escrevo amando.
"Gosto de pimenta, de ardência, do que me coloca em perigo, daquilo que me faz suspirar, morrer e reviver pra novas quedas. Aprendi mais com erros do que acertos e não me arrependo de nenhum deles, mas, com certeza quem errou comigo sabe o que perdeu.”
-Aline Lopes
E quando penso em te esquecer
a mente recorda o quanto gosto de você,
o coração aperta de tristeza em te perder
Os olhos choram com saudades de você.
Reflexos de luz
Gosto da simplicidade e da cumplicidade que existe na verdadeira amizade.
Gosto da verdade; de viver a realidade; da minha liberdade; me entregar com vontade...
São reflexos da minha idade, e razão desse meu ar de felicidade.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Saborear a Vida
Viver, por si só, é raso demais.
Eu quero mergulhar.
Sentir o gosto dos dias, o sal das lágrimas, o doce dos encontros, o amargo que ensina.
Não me basta acordar e seguir.
Quero dançar com o tempo, rir com o vento, abraçar o instante como quem abraça a eternidade.
A vida não é prato feito.
É receita aberta, temperada com coragem, servida com afeto.
Saborear é estar inteiro.
É não passar batido.
É mastigar cada momento como quem sabe que tudo pode ser último — ou primeiro.
Viver para mim é pouco. Eu quero sentir. Eu quero ser. Eu quero saborear.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Valdecir Val Neves - Vila Velha - ES
Gosto de andar na praia.
Ouvir o barulho do mar.
Gosto de contar estrelas.
Fazer as escolhas certas.
Isso, sim, é Prosperar.
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
"Você diz que é 'brincadeira de mau gosto', eu digo que é falta de homem. Homem de verdade usa a força para elevar, não para pisar."
A cura muda a forma de enxergar, muda o pensamento, muda a energia, muda o gosto e até a forma de você rir, permita-se.
Coventry Garden
Gosto de alimentar os desalinhos, sobretudo aqueles que exigem confrontos, ou falam de pessoas que se foram, e reaparecem em pequenos fragmentos ilusórios, indefinidos... e, após prestarem pequenos benefícios... eles viram vapor nas multidões.
Ouvi da boca de um grande artista que é na transposição desesperadas das massas, sob a travessia confusa dos sinais, onde ele colhe
grandes melodias e canções. Meu espírito não é cosmopolita: poetas respiram é na solidão.
Em desequilíbrios sobre transposições e sinais, a vi pisar as malhas suaves das fontes, onde nascem todos os seres.
Tocando as linhas imaginárias dos sonhos, ela derramou luminosidade...resplandecências sobre a aura reluzente do meu medo.
Não sei medir paradigmas de mortes, vidas, eternidades... Nem sei, se levaremos para o outro lado, sentimentos e desejos.
Fome, carnaval, bebidas, amores eternos... serão barrados nas esteiras celestes.
As milhas estelares não definem se morte é origem de tudo, ou fonte natural de vida...
Ela surpreendeu-me, depois de atravessar as nuvens e caminhar sobre o azul, trazida de longe pelos ventos, como uma folha leve, ou uma mensagem bem definida.
Em Coventry Garden, ela mudou as cores dos guarda-chuvas, descoloriu o arco-íris das avenidas, pintou, a seu bel-prazer, novos coloridos nas sombrinhas.
Eu capotei, como um trem nas alturas ou um metrô que voasse. Explodi caixas de melancolias... Ponto. A perdi entre os álamos,
entre aflições e súplicas. Calei por prudência. Poeta, que sou, desabei com as tempestades. Entupi-me de acervos. Livros, montanhas deles, varais de poesia... porque eu sei que um dia nos encontraremos na multidão de palavras que nos trarão do futuro.
Hoje eu gosto de gente da paz e do equilíbrio.
A vida já me apresentou distrações demais… e foi nelas que eu me ferrei e aprendi.
Por isso, hoje, pra colar comigo, tem que ser influência positiva, mente limpa e energia boa. Aprendi a observar mais, ouvir mais e sentir o ambiente. Piscou errado, trocou palavras e fugiu do combinado eu já fico pé atraz
Não é frieza… é maturidade de quem entendeu que paz não se negocia.
