Não Gosto da sua Frieza

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O belo é escrever pelo simples gosto de criar indiferentemente a preços.

É que eu gosto tanto de ler!

⁠Felicidade não compartilhada, não tem gosto, disse a Poeta.

“” Vc é do jeitinho que eu gosto
E aposto
Que vc sabe ser ainda melhor...””

“” Águas que foram
Águas que março
Vento na folha tremula no chão
Ao gosto do tempo
Brotando o verão...””

"" Gosto daquilo que é raro
essencial
gosto de exclusividade
e parceria
gosto do amor
e suas energias
gosto de horizontes...

"" Sentir o gosto da rima perfeita
E perder a eleita
Pra um pensamento efusivo
Que viajou demais...""

Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.

Tem quem diga 'eu gosto de você', mas gosta pelo bem que recebe deste alguém, pois ao deixar de receber esse bem o gostar também se esvai. O sentido em gostar, cuidar e até amar não está só em receber, mas no quanto de bem nos dispomos a fazer por alguém a quem dizemos gostar.

⁠Reserve uma parte de cada dia para cultos individuais. Você pode adquirir o gosto que não tem agora; o que é entediante a princípio pode com tempo, se transformar em prazer. Quer você goste disso ou não, leia e ore diariamente. Isso é para sua vida; não há outro meio, do contrário você será uma pessoa frívola a vida inteira [...] e superficial. Seja justo com a sua própria alma; dê-lhe tempo e meios para crescer e não continue a se matar de fome.

30 de janeiro



No dia trinta, o tempo resolveu parar,
Janeiro se despediu com gosto de promessa.
Não foi o mês que nos uniu,
Foi o instante em que teu nome passou a morar em mim.


Os dias correram leves, quase tímidos,
Aprendendo o ritmo do teu riso, do teu silêncio.
Cada amanhecer somou saudade,
Cada noite confirmou que era real.


Fevereiro chegou sem pressa de explicar,
E no vigésimo oitavo dia, o amor completou trinta.
Não precisou de outro dia trinta no calendário,
Porque o que conta se mede no sentir, não no número.


Se em poucos dias já somos tanto,
Imagina o que o tempo ainda quer escrever.
Que venham meses, anos, infinitos,
Eu sigo escolhendo você, dia após dia.

Eu gosto quando você me faz rir, gosto quando você diz que ama a minha risada, como se ela fosse música e você soubesse cada nota de cor, gosto da forma como seus olhos se fecham levemente quando sorri para mim, como se naquele instante o mundo inteiro coubesse dentro daquele simples gesto
No meu sonho, eu te reencontrei depois de tanto tempo, e não foi um reencontro comum, foi daqueles que fazem o coração esquecer como se bate devagar e perdidamente faz meu corpo suar frio, sabe aquilo que nunca morreu em mim, aquilo que eu tentei silenciar, esconder, convencer que tinha acabado, floresceu de novo, não como uma pequena flor tímida… mas como primavera inteira rompendo o inverno, como folha seca queimando no calor do verão
Foi explosão, foi sentimentos, foi lembranças, foi a esperança de não ser mais um sonho bobo
E então você segurou minha mão, eu senti seu toque ( eu sou intolerante), você quebrou meu muro indestrutível mais uma vez
Naquele dia começamos a dançar sem música por que não precisava, o som vinha do riso o seu riso, escuta as batidas do meu coração e acompanhe meus passos, está batendo acelerado demais e o céu se alegra com a nossa coragem, que começou a chover
Mas não era uma chuva triste, era uma chuva viva, uma chuva que lavava os medos antigos e fazia tudo brilhar.
As gotas desciam pelo seu rosto e eu pensava que nunca tinha visto algo tão bonito, seus olhos… meus Deus… seus olhos tem brilho das estrelas, mas não um brilho distante, é um brilho quente, próximo, como se o sol e a lua tivessem decidido morar ali dentro ( minha melhor parte), parecia que o universo inteiro tinha conspirado para aquele momento, como se cada segundo longe tivesse sido apenas um caminho torto levando de volta ao mesmo lugar: você e eu, dançando sob um céu que finalmente nos abençoava com água e luz, VOCÊ É MINHA LUZ, MINHA CALMARIA
E eu senti medo, sim, mas não aquele medo que paralisa, era o medo de quem percebe que está vivendo algo grande demais e parece que não vai caber dentro do meu peito, o medo de perder o que finalmente me encontrou, o medo de que fosse só mais um sonho… e quando eu acordasse...
Mas você não fugiu, não dessa vez, você ficou, e nos seus olhos estava escrito algo que eu nunca tinha lido antes: CERTEZA
Certeza de que eu era sua escolha, certeza de que a história não era invenção da minha mente ( uma esquizofrenia), era certeza de que o amor não tinha acabado, só estava só começando e esperando a hora certa de florescer
Dessa vez eu tenho seu lado genuíno, tudo que a de bonito, eu tenho o que preciso
E se eu pudesse voltar no tempo, talvez ainda escolheria te conhecer, porque mesmo com toda a dor, mesmo com a saudade, mesmo com esse medo que me tomava por inteira… amar você me ensinou o que é sentir de verdade, amar você me ensinou que o coração é maior do que as quedas que ele poderia suportar.
Talvez a chuva sempre tenha sido nosso código do: eu tô com saudade
E finalmente o renascimento da chama que tava escondida, as estrelas iram brilhar menos porque decidiram deixar você carregar toda a luz, o sol tem inveja do seu calor ( que aquece sem queimar a pele), a lua tem aprendido com o seu jeito de iluminar o escuro ( seu brilho é o que inspira ela )
E se um dia eu experimentar o seu beijo…
quero sentir todo seu amor, toda a espera, toda a fé de que alguns amores não morrem, apenas adormecem até a hora certa.
Porque no meu sonho…você ficou
E pela primeira vez, eu acordei sorrindo

Eu gosto de gente que gosta de gente. Que tem interesse não na superfície do ser, mas no que está além da carcaça social que vestimos no dia a dia.

No meu ponto de vista, cafonice nada tem a ver com gosto pessoal ou classe social.
Uma pessoa é cafona quando possui os pensamentos primitivos e a alma rudimentar.
A cafonice pode aumentar se vier acompanhada de um péssimo caráter.

Não gosto de ser pouco; sou tudo o que sou. É quase um insulto não ser inteira. Se eu não sou eu, quem será?

⁠Há diferença entre ser pobre e ostentar o minimalismo. Este é escolha com gosto de lucro, já o outro primazia da falta que não se sacia.

Jogar Conversa Fora ( Ou? )

Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras.

A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão
!!!
( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

Gosto de você, mulher extravagante,
Na tua naturalidade simples e normal.
Teu riso solto, como brisa no ar,
Desperta em mim um amor eternal.


Você é beleza bonita que faz bem a mim,
Cura a alma com teu jeito sem fim.
Nos teus olhos, o mundo se acende,
Meu coração dança, pra sempre rendido.


Teu caminhar leve, rainha sem coroa,
Extravagância pura na essência da alma.
No teu abraço, encontro meu lar,
Simples assim, mas um sonho que não para.


Você é beleza bonita que faz bem a mim,
Cura a alma com teu jeito sem fim.
Nos teus olhos, o mundo se acende,
Meu coração dança, pra sempre rendido.


Não precisa de joias, nem de luzes a brilhar,
Teu natural é o que me faz sonhar.
Mulher minha, eterna e verdadeira,
No teu amor, eu vivo e renasço inteiro.


Você é beleza bonita que faz bem a mim...
(Que faz bem a mim, pra sempre...)

Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.

Já desisti tantas vezes que aprendi o gosto amargo do fim, até perceber que, no fundo, eu já havia desistido até de desistir.