Não Existe Oportunidade Perdida
Não existe falta de tempo, existe falta de prioridade; apesar das combinações, respeite-o e convença-o.
Quando Deus manda você eliminar o "Agague", não se trata de algo cruel. Não existe crueldade no obedecer, porque Deus sabe que lá na frente,essa compaixão para com "Agague", vai te levar à destruição. Ele prepara vários "Samuéis" para te alertar, mas você ignora!
1 Samuel 15:22.
Aprendi que a "Espera" é o remédio mais amargo e incerto que existe. Pois mesmo em doses grandes, talvez não faça efeito...
Deus amado, obrigado pela vida e pela saúde dos que amo, mesmo quando a distância existe. Que Teu cuidado nos envolva e nos conduza, guardando o que nasceu do afeto verdadeiro, acima do tempo e do espaço. Em nome de Jesus, amém. 🙏🏾
Veja um raio de luz na escuridão.
Existe esperança quando tudo parece perdido.
Siga em frente. Caminhe com fé.
A luz de Cristo irá guiar você.
O enigma do Bem e do Mal
Se Deus existe, o mal não é um erro, mas a consequência natural de um universo onde a liberdade é real. Pois o amor, para ser puro, não pode nascer de um decreto ou de um código fechado; ele precisa florescer na terra aberta das escolhas. Onde há liberdade, há a possibilidade do desvio, e onde há desvio, nasce a sombra. O mal não brota do Ser absoluto, mas da distância que as criaturas tomam ao se moverem fora do fluxo da Sua harmonia.
Se Deus não existe, o bem torna-se um enigma ainda mais profundo. Por que então amamos o que não nos beneficia? Por que sacrificamos o próprio bem-estar por um estranho? Por que nos inquieta o sofrimento alheio, mesmo quando poderíamos simplesmente fechar os olhos? Se tudo fosse só acaso e instinto, talvez o bem não passasse de um artifício para sobrevivência. Mas há nele algo que não se mede em utilidade: a sensação de que tocar o outro é, de algum modo, tocar a nós mesmos.
E se Deus tivesse criado um universo absolutamente perfeito, talvez não houvesse mar, nem vento, nem sequer tempo. Haveria apenas Ele mesmo, indivisível e infinito. Pois a perfeição absoluta não comporta fragmentos ou distâncias; não há “fora” do perfeito. Criar algo diferente de Si é criar o relativo — e o relativo carrega em si a imperfeição, como a noite carrega a ausência do sol.
No entanto, essa imperfeição não é um acidente. Ela é o campo onde a consciência pode despertar, onde o bem e o mal se entrelaçam para dar forma à experiência. Como nas tradições orientais, onde yin e yang não são inimigos, mas complementos que se alimentam e se equilibram, o universo se constrói no contraste: luz só é luz porque há sombra, e sombra só é sombra porque existe luz.
Talvez o mal exista para que o bem não seja apenas uma palavra. Talvez o bem exista para que a sombra não se esqueça de que é sombra. E talvez o universo exista para que o Infinito possa, por um instante, experimentar-se no finito — e o finito possa, pouco a pouco, lembrar que veio do Infinito.
No fim, perfeição e imperfeição são apenas diferentes reflexos de um mesmo espelho. Um dia, ao atravessarmos todas as distâncias, talvez descubramos que nada estava fora de lugar — e que o caminho inteiro sempre foi parte da própria perfeição.
Nosso passado é o que nos faz ser quem somos. Mas ele não pode nos definir,não existe isso de apagar ou esquecer o que pertence a nós,você tem o controle de assumir novas direções de sua vida,mas pra o agora acontecer,teve que o antes predominar,cada potencial,escolhas,ações e experiências,somam nuance existente na gente que não sai,você tem a oportunidade de não repetir o que passou,mas saiba que ele sempre vai está instalado em sua vida.
O mal não existe, o sentido de mal não tem sentido, e pelo fato dele não existir, de não ter sentido, ele tenta levar o que existe, o que tem sentido, a não existir, a não ter sentido também. Só que não tem como levar o que existe a não existir, a não ter sentido, já que tudo existe, tudo tem sentido. Até quando eu digo que não tem sentido, é um sentido que eu criei.
O mal é apenas uma ilusão da nossa cabeça.
Existe um momento silencioso na vida em que percebemos que muitas das certezas que defendíamos com tanta convicção não nasceram da nossa reflexão, mas do conforto de pertencer. Pensar por si mesmo, então, deixa de ser um exercício intelectual e se torna um ato de coragem, porque questionar o que nos formou também significa aceitar a possibilidade de ficar temporariamente sem chão.
Existe uma diferença silenciosa entre viver e apenas continuar existindo. A primeira exige consciência; a segunda exige apenas tempo.
Não existe liberdade sem independência financeira, quando alguém banca você, esse alguém domina sua vida!!!
Só existe uma JUSTIÇA que nunca falha, a JUSTIÇA Divina. Durante minha jornada neste planeta Terra, vi pessoas inescrupulosas pagarem pelos seus pecados!
Existe um momento silencioso na vida em que percebemos que muitas das escolhas que chamávamos de nossas eram apenas caminhos que seguimos para não decepcionar os outros. É nesse instante que a liberdade começa — e também a angústia.
Lacunas.
Nasci só e morrerei só, mas entre o nascer, e o morrer existe, o viver. E a vida só é realmente plena ao lado de pessoas que gostamos.''
E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?
Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar
ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.
