Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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Família é a base e a estrutura em tudo na vida. É o que existe de mais importante. Uma família unida é fundamental. Quanto mais cedo as pessoas reconhecerem isso em suas vidas, mais felizes serão.

Se existe tanta crise é porque deve ser um bom negócio.

Quando surgir a escuridão, uniremos a luz que existe dentro de nós e iluminaremos a multidão.

⁠Existe lugares que é um privilégio ser expulso dele.
sfj,reflexões

A verdade existe. Só as mentiras são inventadas.
sfj,frase cristãs 10⁠

Só existe uma treva. A ignorância.
sfj,reflexões⁠

Existe um tempo em que as almas são p´rovadas.
sfj,pensamentos⁠

Existe em mim uma força maior do que qualquer inveja que queira me derrubar.

Existe uma fome que nenhum alimento conhece. Ela nasce quando a consciência percebe que nada do que acumula consegue justificar o simples fato de existir. Desde então, cada conquista perde o sabor antes mesmo de ser alcançada. O homem continua avançando, não porque acredita no destino, mas porque a imobilidade o obrigaria a encarar o vazio sem distrações. A vida talvez seja apenas essa sucessão de movimentos inventados para evitar um encontro definitivo consigo mesmo.


- Tiago Scheimann

Na vida perdemos muitas coisas, mas quando existe empatia, pode ter certeza de que existe amor, um amor tão intenso que não se perde nem no ultimo suspiro da vida!

A Culpa do Descanso.


Existe um desconforto silencioso que aparece quando tentamos simplesmente não fazer nada.
A sensação incômoda de que deveríamos estar adiantando alguma tarefa, respondendo a uma mensagem ou produzindo algo útil. O descanso, que deveria ser um direito humano básico, passou a ser tratado como um luxo imerecido ou como uma pausa estratégica para voltar a produzir mais rápido.


Sentir culpa por parar revela o quanto fomos condicionados a medir nosso valor pessoal apenas pelo que somos capazes de entregar.
Acreditamos que a utilidade é a única métrica de dignidade. Mas quando a vida é reduzida ao desempenho, qualquer intervalo parece uma falha de caráter.


O descanso de verdade não precisa de justificativa.
Ele não é uma recompensa acumulada por horas de exaustão; é a base necessária para mantermos a lucidez e a humanidade em um mundo que nos exige aceleração contínua.

Existe uma diferença fundamental entre brilho e ofuscamento.

“Entre o finito e o infinito, existe um portal: você.”

"Existe em você algo que percebe pensamentos, emoções e mudanças sem se tornar nenhuma delas.
Reconhecer esse observador muda sua relação com toda experiência."

A mente que se fixa somente nas provações esquece as graças recebidas ao longo da jornada. Existe escuridão na alma que não enxerga o bem, porém surge luz e força nos que cultivam gratidão pelas bênçãos, ainda que singelas.

De tudo o que existe, o mais importante está dentro de você.
São as suas qualidades de coragem, confiança e amor que querem brilhar...
Produzir resultados, dar-lhe saúde e paz.
Ponha-as em uso, visando realização, melhoria e pacificação,
E verá fluírem de dentro como os pássaros restituídos à liberdade.
Renove-se!
Trabalhe com confiança. Aja com fé no dia de hoje e no de amanhã.
Confie nas suas qualidades, porque são de Deus.
Tudo melhora por fora, para quem melhora por dentro.
Você é um pássaro preso, quando prende as suas qualidades.
Por isso, voe, mas voe bem alto e verá do que você é capaz...
Voe... voe... e Seja Feliz!

Se existe um "deus amoroso", então ele destruirá primeiro os "fanáticos religiosos", pois são eles os que mais espalham ódio!

Dentro da civilização
(Mauro A Evaristo)

Dentro da civilização
Existe muita maldade, perversão
Pessoas pseudos boas, religiosas
Capazes de coisas sujas, horrorosas.

Dentro da civilização
Existe o código da destruição
Manifestado por homens vis de ternos
Com a chave das portas do inferno.

Dentro da civilização
Só existe uma opção
Que é despertar pra perceber

Que a glândula pineal tem a solução
Que impulsiona acordar para entender
Que existe poder infinito em você.

feradapoesia.blogspot.com

A realização é a contrapartida do desejo; ela só existe porque antes houve algo queimando em silêncio.
Um impulso. Uma vontade. Um corpo inquieto imaginando toque, presença, entrega.

Tudo que arde demais dentro da gente procura um jeito de existir fora.
O desejo provoca, percorre a pele antes mesmo das mãos, invade pensamentos, cria cenas, acende faltas.

E a realização…
ah, ela é quando aquilo que incendiava por dentro finalmente encontra corpo, boca, calor e coragem para acontecer.

Porque existem desejos que não nasceram para permanecer imaginados.
Nasceram para serem sentidos até o fim.

⁠Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados


Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.