Nao Existe mal que Dure pra Sempre
Revelação para Carla
Carla,
Existe uma coisa que eu demorei pra entender…
e talvez seja a mais importante de todas.
Entre Deus, os anjos, os demônios e nós…
ninguém manda mais no nosso caminho do que a gente mesmo.
Eu achei que precisava te proteger de tudo.
Do mundo, das pessoas, dos erros…
mas a verdade é que ninguém consegue proteger alguém das próprias escolhas.
Deus mostra o caminho.
Os anjos cuidam.
Os demônios tentam confundir.
Mas no fim…
quem decide somos nós.
Eu te amei tentando ser abrigo,
tentando ser força,
tentando ser tudo.
Mas aprendi que amor de verdade
não prende, não controla, não salva à força.
Amor de verdade caminha junto…
mas cada um ainda precisa escolher o próprio passo.
Se tem uma revelação que eu posso te dar é essa:
nem o céu nem o inferno decidem por nós.
A gente decide.
E mesmo entendendo tudo isso…
eu ainda escolheria você.
DeBrunoParaCarla
Feliz é quem possui amizades sinceras, pois amigo é um sentimento mais leal que existe.
O amor de um amigo não se pede não se compra e não se vende é a fidelidade que acalenta um coração ferido.
Sem questionamentos entende o caí de uma lagrima e consola sem pedir nada em troca.
Benditos os amigos sinceros e reais que não se rende e faz com que os sentimos dentro do coração.
"E o amor chega como uma certeza tranquila: a de que, entre tantos lugares, existe um onde a gente não quer apenas estar — quer permanecer."
Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados
Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.
A realização é a contrapartida do desejo; ela só existe porque antes houve algo queimando em silêncio.
Um impulso. Uma vontade. Um corpo inquieto imaginando toque, presença, entrega.
Tudo que arde demais dentro da gente procura um jeito de existir fora.
O desejo provoca, percorre a pele antes mesmo das mãos, invade pensamentos, cria cenas, acende faltas.
E a realização…
ah, ela é quando aquilo que incendiava por dentro finalmente encontra corpo, boca, calor e coragem para acontecer.
Porque existem desejos que não nasceram para permanecer imaginados.
Nasceram para serem sentidos até o fim.
Ele diz: “O meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Sem dúvida que existe uma cruz para ser carregada se seguirmos a Cristo. Indubitavelmente existem provações e testes a serem enfrentados, e batalhas a serem travadas. Mas, os consolos do evangelho ultrapassam em muito o peso da cruz. Comparado com o serviço ao mundo e ao pecado, comparado com o jugo das cerimônias judaicas e com a escravidão às superstições humanas, o serviço prestado a Cristo é muitas vezes mais leve e fácil. O jugo de Cristo não é carga maior do que as penas o são para a ave que as possui. Os mandamentos de Cristo “não são penosos” (1 Jo 5:3). “Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas paz” (Pv 3:17).
Existe apenas uma fonte de paz revelada na Escritura, que é o sacrifício da morte de Cristo, e a expiação que Ele fez pelo pecado naquela morte sofrida na cruz. Para obter uma porção dessa grande paz, nós precisamos apenas “olhar”, pela fé, para Jesus, como nosso Substituto e Redentor, carregando os nossos pecados em Seu próprio corpo, e lançando todo o peso de nossas almas Nele. Para aproveitar essa paz habitualmente, nós temos que “diariamente olhar para trás”, para o mesmo ponto assombroso do qual começamos, diariamente trazendo toda nossa iniqüidade a Ele, e diariamente lembrando que “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.” (Isaías 53:6). Isto, eu me atrevo a dizer, é o caminho Bíblico para a paz.
Família é a base e a estrutura em tudo na vida. É o que existe de mais importante. Uma família unida é fundamental. Quanto mais cedo as pessoas reconhecerem isso em suas vidas, mais felizes serão.
Se existe um "deus amoroso", então ele destruirá primeiro os "fanáticos religiosos", pois são eles os que mais espalham ódio!
Dentro da civilização
(Mauro A Evaristo)
Dentro da civilização
Existe muita maldade, perversão
Pessoas pseudos boas, religiosas
Capazes de coisas sujas, horrorosas.
Dentro da civilização
Existe o código da destruição
Manifestado por homens vis de ternos
Com a chave das portas do inferno.
Dentro da civilização
Só existe uma opção
Que é despertar pra perceber
Que a glândula pineal tem a solução
Que impulsiona acordar para entender
Que existe poder infinito em você.
feradapoesia.blogspot.com
"Existe em você algo que percebe pensamentos, emoções e mudanças sem se tornar nenhuma delas.
Reconhecer esse observador muda sua relação com toda experiência."
A mente que se fixa somente nas provações esquece as graças recebidas ao longo da jornada. Existe escuridão na alma que não enxerga o bem, porém surge luz e força nos que cultivam gratidão pelas bênçãos, ainda que singelas.
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