Nao Existe mal que Dure pra Sempre
... algo
dentro de mim sempre sabe
aonde meus passos me têm levado -
sobre questões que o destino me
reserva - embora ainda pouco
inclinado a me
contar!
No mundo, sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se.
A verdadeira liberdade de uma pessoa consiste em ser verdadeira consigo mesma, em ser quem ela é perante todos, sem precisar usar máscaras nem artimanhas para que os outros a respeitem e a valorizem. Que você seja alegre mesmo quando vier a chorar. Que você seja sempre jovem, mesmo quando o tempo passar.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Busque sempre fazer o seu melhor.
Viva intensamente.
Sorria e abrace os que estão ao seu lado.
Essa pode ser a sua última oportunidade.
Eu sempre digo, que palavras são vazias...O que realmente importa são atitudes...Dizer que gosta, qualquer um pode dizer, mas provar com atitudes que realmente gosta, nem todo mundo vai fazer...Te fazer sorrir qualquer um consegue, agora te fazer feliz poucos conseguem...Minha forma de demonstrar que gosto é toda errada, porque eu fico perturbando, enchendo o saco da pessoa, mas quando sei que a pessoa realmente quer carinho, ela não precisa me pedir, eu simplesmente vou dar o que ela quer sem ela ter que ficar pedindo...E isso não é ser emocionado, é ser romântico...E a meta nunca será fazer a pessoa se sentir um lixo, a meta é fazer a pessoa se sentir bem, se sentir especial...Ainda mais quem namora, tem que dizer que a mulher tá linda, bonita, gostosa, essas coisas assim...Quem namora, tem que fazer a pessoa se sentir especial, se sentir amada...Quando se está distante, tem que deixar claro com palavras que você ama a pessoa, mas quando se está perto, tem quem mostrar com atitudes...Fazer 99 mulheres sentir inveja da forma que você trata a única que vive tem, isso sim é prioridade...Na vida, tem dias bons, dias ruins, dias que irão nos fazer querer desistir de tudo, mas se a pessoa passou por todos esses momentos com você, não tem porque você desrespeitar a pessoa, é nessas horas que você tem que agradecer, e realmente fazer valer apena...Eu acho que todo relacionamento seria mais feliz se os homens elogiassem mais as mulheres da forma correta, sem más intenções, apenas pelo que ela realmente é...Todo relacionamento seria melhor se ao invés de ficar só em casa, as pessoas saíssem, não precisa ter dinheiro pra fazer ser um momento especial, basta apenas ser verdadeiro e de coração...Ir numa praça, tomar um refri, comer um salgadinho, tomar um ar diferente, conversar e fofocar das vidas alheias, passar um tempo admirando as coisas... É nessas horas que você realmente percebe que você escolheu a pessoa certa...Deus nunca disse que seria fácil, mas ele prometeu que valeria apena...E sim, eu até posso ser todo errado, mas eu sou realmente romântico, carinhos, e atencioso quando preciso...Eu acho que sei como realmente amar uma mulher, e eu só nasci na época errada...Companhia também não é só carinho o tempo todo, também tem brincadeiras, desde que não ofenda nem machuque os sentimentos desse alguém...Brincar, faz parte de toda relação...Amar, aaaah, amar, essa é a coisa mais maravilhosa dessa vida, quando se é verdadeiro...O amor não machuca, ele cura...❤️🩹
A felicidade nunca foi essa coisa toda que muitos esperam encontrar na sexta-feira. Mas sempre foi aquilo tudo que poucos encontram nos outros dias.
O mundo que tentam Destruir, Dominar ou Suportar, sempre esteve, está e sempre estará nas mãos do Filho do Homem.
O mundo que por vezes tentamos carregar nos ombros, dominar com nossas próprias forças ou até destruir com a nossa cegueira, nunca deixou de estar nas mãos do Filho do Homem.
Há quem se esgote tentando sustentá-lo sozinho, há quem se iluda acreditando ser dono dele, e há quem, por desespero ou revolta, queira vê-lo em ruínas.
Mas o mistério maior está em compreender que não fomos chamados nem para destruí-lo, nem para controlá-lo, e muito menos para suportar seu peso sozinhos.
O convite do Cristo é outro: confiar!
Confiar que o mundo repousa seguro em Suas mãos.
Confiar que nossa parte é ser presença de cuidado, de amor e de esperança dentro dele.
Quando aceitamos essa máxima, o peso diminui, a vaidade perde força e até a destruição parece inútil.
Porque se o mundo já está nas mãos do Filho do Homem, cabe a nós apenas abrirmos as nossas para servi-lo.
Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…
Mataram-no!
E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.
Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.
A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.
Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.
Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.
Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.
E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.
Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.
Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…
Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.
Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.
Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.
E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!
Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.
Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.
Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…
Ou até na seara Religiosa.
Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.
Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.
E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.
Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.
Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.
Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.
Foi-se o tempo das vocações…
Elas ainda existem, é verdade!
Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.
Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.
Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.
Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.
E, infelizmente, para pior.
Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.
Só temo pela molecada…
E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!
Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.
Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.
Sempre que as certezas se atreverem a flertar com a nossa Liberdade de Pensar, que a dúvida nos abrace! Amém!
Porque é no abraço da dúvida que o pensamento, livre, leve e solto, respira — livre do jugo das respostas prontas, longe do conforto das verdades fabricadas.
A dúvida não é inimiga da fé nem do saber; é o ventilador da consciência, o sopro que impede que o pensamento apodreça no mofo das convicções.
As certezas constroem muros, a dúvida, pontes.
A certeza se alimenta da repetição, a dúvida, da curiosidade.
A convicção grita, a dúvida escuta.
E se o mundo parece girar ao som das certezas, é apenas porque poucos ainda têm coragem de dançar ao ritmo incerto da dúvida.
Que nós nunca nos acostumemos com o conforto das respostas — e que a nossa liberdade de pensar por conta própria seja sempre maior do que a vontade de estar certo!
Amém — mas com o coração movimentado e aquecido pela dúvida.
Espero que em meio de tanta (Cão) fusão, onde — quase sempre — a Arrogância, a Prepotência e o Autoritarismo se confundem com Bravura, a Vingança com Justiça e o Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão — a Desumanização não se confunda com Demonização.
A Janela do Discurso sempre se moveu pelas Mãos Invisíveis das Narrativas.
Se reinventar já era mais do que esperado…
Mas nada foi tão Medonho quanto a vê-la se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.
A Janela de Overton — esse mecanismo silencioso e traiçoeiro que define os limites do que é socialmente aceitável — sempre se moveu pelas mãos invisíveis das narrativas.
Ideias outrora impensáveis se tornam plausíveis, discutíveis, desejáveis… e até aceitáveis.
Nada disso é novo.
Mas há deslocamentos que ultrapassam o jogo das ideias: eles tocam em pilares que, uma vez manipulados, comprometem a própria estrutura da convivência civilizada.
Nada foi tão medonho quanto assistir a essa janela se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.
Ambas, por natureza, deveriam inspirar confiança — não manipulação.
Quando começam a ser usadas como régua para definir quem merece voz, respeito ou até mesmo existência, o que está em jogo não é mais apenas a opinião pública: é a própria noção de justiça e espiritualidade.
A confiança na justiça perde o chão quando o discurso sobre “idoneidade” é moldado para blindar abusos e silenciar denúncias.
E a fé, que deveria acolher, se torna instrumento de controle quando usada para validar narrativas de exclusão, discurso de ódio, intolerância ou superioridade moral.
Quando a Janela do Discurso se move por esses vetores, não estamos apenas assistindo a uma mudança de ideias.
Estamos permitindo que conceitos sagrados e instituições essenciais sejam descaradamente arrastados para a seara da manipulação.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas valer-se das autoridades presumidas para inviabilizar o debate e a crítica é de uma sordidez sem precedentes.
E isso, sim, é digno de temor.
Tenho medo…
Sempre que
oTempo Trabalhado estende o tapete paraa Arrogância desfilar, erros são Ignorados —Minimizados ou Romantizados.
Quando o “tempo de serviço” passa a ser usado como 'Currículo Moral', algo se perde à beira do caminho.
A experiência, que deveria ensinar humildade, acaba estendendo um tapete vermelho para a Arrogância desfilar a fantasia de mérito.
E, nesse espetáculo, os erros deixam de ser mestres severos para se tornarem figurantes das conveniências.
O que antes exigia revisão, agora se justifica pela “bagagem”.
O que cobrava correção é minimizado pelo “histórico”.
E o que deveria causar constrangimento acaba sendo romantizado como traço de personalidade ou preço do sucesso.
Assim sendo, o tempo deixa de lapidar e passa a blindar.
Mas tempo não absolve falhas, só as revela com mais nitidez.
Quanto mais longa a caminhada, maior deveria ser a capacidade de reconhecer tropeços e aprender com eles.
Quando isso não acontece, o problema já não é o erro em si, mas a vaidade que lhe empresta as sandálias medonhas para desfilar.
Porque Experiência sem Autocrítica não é Sabedoria — é apenas a repetição confortável dos mesmos equívocos, agora amparados pelo tic-tac do relógio.
Não é sobre ter 10, 20 ou 30…
É sobre ter plena consciência de que errar é um risco inerente aos que se entregam, aos que fazem, aos que vivem.
E corrigir erros é permitir-se muito mais humano!
Os que confundem alegria com euforia e comemoração com rojão, quase sempre ignoram qualquer coisa…
Inclusive os gemidos dos corredores de um hospital.
Há quem acredite que a alegria só se prova no estrondo, que a celebração precisa ferir o silêncio ensurdecedor do outro para existir.
Confundem euforia com plenitude, barulho com sentido, rojão com gratidão.
E, nessa mesma confusão ruidosa, seguem cegos para quase tudo — inclusive para os gemidos baixos que ecoam nos corredores de um hospital.
Ali, onde o tempo anda quase sempre mais devagar e a esperança aprende a respirar em doses mínimas — quase a conta-gotas — não se pede festa, mas introspecção e respeito.
O problema não é atravessar o réveillon entre leitos, soros e orações sussurradas.
O que dói é saber que, do lado de fora, há quem precise assustar para se sentir vivo, incomodar para acreditar que está celebrando, ignorar para não ter de sentir.
Enquanto alguns estouram fogos, outros lutam para não estourar por dentro.
Enquanto uns anseiam pelo ano novo, outros tentam apenas continuar no ano que ainda não acabou.
E talvez a maior das misérias não seja a ausência de festa, mas a ausência de sensibilidade.
Porque a alegria que precisa ferir o outro para existir, já nasceu vazia.
E toda comemoração que não cabe no silêncio respeitoso diante da dor alheia não passa de barulho — alto, breve e profundamente oco.
Aos que respeitam o outro — especialmente os enfermos, autistas, bebês, idosos e os animais — Feliz Ano Novo!
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