Nao Existe mal que Dure pra Sempre
Quase sempre, tudo não é para alguém. Tudo, quase sempre é por causa de alguém. Sempre, tudo, quase não vai além. Só existe um único porém... Deixe fluir, vai sentir, é isso que pensou.
Sempre nos preparamos para uma viagem, principalmente se ela é longa. Por que, então, não nos prepararmos “melhor” para a viagem da Vida?
Supremo poder
Nos momentos de dificuldade e quando tudo parece já não mais existir
Alguem sempre está a nos observar
E de nós só exige um coração fiel de verdade
Deus, esse é seu nome
Por mais que não existam provas cientificas de sua existencia...
As vezes ELE se esconde de nós para que possamos encontra-lo...
E quando pensamos o ter achado, ELE já nos havia notado, antes mesmo do nosso nascimento.
Amiga
Amiga sempre somos,
Amiga sempre seremos,
Mesmo que não se falamos,
Mesmo que estivermos longes,
Amiga como vc não há,
Vc é uma irmã,
Que me faz rir todo o dia,
Amiga que nas horas tristes me alegra,
Amiga que nas horas felizes fica feliz tambem,
Vc é uma amiga que ninguem terá igual,
Amiga não se esqueça que eu te amo.
As Sociedades empresariais não se perpetuam, acabando sempre em discórdia entre os associados em função do alto valor que cada um se dá, acima do que vale.
" Não tenho medo de errar, tenho medo de sempre acertar e servir de exemplo para alguém, isso sim me da medo."
“Sempre que formos falar para uma pessoa não fazer algo, procuremos explicar o motivo pelo qual não se pode realizar tal fato, pois as chances de elas nos obedecerem são de setenta por centro, enquanto com um simples não, sem explicação, as chances passam apenas para trinta por centro.”
Chico Buarque
Sempre foi a mais bonita das meninas dessa sala.
Não, não é do Chico Buarque, é daquele que vos fala
Que, por sua conta e risco, admirava as melenas
Da menina encantadora, que não era de Atenas.
Para ela declamava os poemas de Neruda,
Era um sinal dos tempos, uma “paixonite” aguda.
Comentavam toda hora a Geni, a Carolina,
Mas um dia, a Roda viva afastou-o da menina.
Despedida lacrimosa cheia de “não me abandone”,
Procurou diversas vezes conversar por telefone.
Inspirado na Maysa ou, ainda, no Jacques Brel,
O contato se manteve, só que via Embratel.
Com o tempo, declinaram duração, ardor, freqüência
E, com o passar da banda, conformou-se com a ausência.
Corroída pouco a pouco, desabou a construção.
Amanhã foi outro dia, apesar do coração.
Muitos anos se passaram, numa festa do colégio,
Encontraram-se de novo. Dissipado o sortilégio.
Passearam em silêncio pelo pátio da escola,
Recordando os bons tempos, quando lhe passava cola.
Procurava ver no rosto da senhora corpulenta,
Entre rugas, o sorriso, o encanto, a pimenta,
Que haviam desertado sem sinal de compaixão.
Ocorreu-lhe: “Para ela é a mesma sensação?”
Conversaram mais um pouco com colegas de outrora.
Nada mais fazia a ponte do “então” e do “agora”.
Cabisbaixo, afastou-se sem que ela o notasse.
Caminhando, só lembrava a mais linda da sua classe.
Por instantes, a lembrança cativava por inteiro
Parecia-lhe ouvi-la a cantar Pedro Pedreiro
A imagem se turvava , apesar de obsessiva.
Era tudo a vingança da maldita roda viva.
Relembrava os momentos do passado esquecido
E o trauma do encontro com o grande amor perdido.
Vítima de uma lembrança que um dia o deixou louco,
Prisioneiro de uma frase “partir é morrer um pouco”.
Uma farsa do destino, um embuste traiçoeiro
O instante revivido não valia o primeiro.
Um abraço, um beijo morno e a viu se afastar
Uma lágrima a segue , um suspiro: Vai passar.
*Do livro ´´Desespero Provisório``, Ed. Edicon
Nem sempre falamos o que vêmos
talvez por não acreditar
por ñ querer magoar,assustar
por medo de não ouvirem
mais a dúvida sempre vai permaneçer
agir certo?
deveria fazer diferente?
não se culpe
se não foi dito
não te deram espaço para isso
de uma coisa pode ter certeza
na vida tudo passa
aquilo que não dissemos agora
será dito depois de alguma maneira
em atos,pensamentos,arrependimentos
se tiver alguma importância
o ato não falado com certeza será comunicado.
Desencontros
Hoje acordei cedo, o céu não estava azul como sempre, estava cinza, meio nublado e nem o sol apareceu, ele estava escondido atrás das nuvens, o dia estava sem vida.
Me bateu uma tristeza, deu vontade de voltar pra cama e esquecer de tudo, mas cheguei a conclusão que não adianta se esconder de baixo do edredom e chorar, a tristeza não vai passar, ela não vai desaparecer do nada, não é como apenas piscar os olhos; essas coisas passam com o tempo. E é isso que eu mas lamento o simples fato das coisas não se resolverem com tanta facilidade.
Apesar da minha tamanha tristeza, não quero guardar mágoas, isso não faz bem pra mim e nem pra ninguém, eu só queria que você entendesse que as coisas nem sempre são do jeito que nós gostaríamos; querer nem sempre é poder.
Espero que as coisas mudem lá na frente às coisas vão mudar, mas por enquanto é apenas isso que eu posso te oferecer, é pouco, mas já é alguma coisa.
Não quero dizer adeus, quero apenas dizer até logo.
Não quero que siga minhas palavras,mais sim que ouça cada alternativa com detalhe nem sempre o caminho facíl e o melhor.
Coisas que terminam, mas não acabam
Eu sempre tive um talento muito especial: ajudar pessoas.
E, acredite, sou muito boa nisso.
Tão boa que psicólogos, psiquiatras e farmacêuticos responsáveis por remédios para controlar mudanças de humor, morreriam de inveja de mim... ou não!?
É algo que descobri há muito tempo e que não posso evitar. Gosto deste trabalho quase em tempo integral.
Frases de filmes do Cameron Crowe à parte, conversando com uma amiga me dei conta de como a nossa vida é repleta de coisas que terminam, mas não acabam.
Eu que sempre gostei das divagações e reticências, garrei um ódio desses malditos três pontinhos que deixam nossas histórias em aberto; presentificando o passado e servindo de muleta sentimental. Como se o amor fosse uma perna saudável que fizesse questão da ferramenta pelo simples medo de caminhar sem a segurança do apoio incômodo. APOIO INCÔMODO. Contraditório, não?
Quando foi que passamos a andar com o que nos impede de correr?
Talvez no dia que amores cinza, quem diria, se tornaram o tom da estação...
Foi conversando com essa amiga cinza chumbo que percebi como a vida me fez gostar de pontos finais.
Como é bom ver um mesmo filme várias vezes pela certeza de saber como as histórias terminam. Que prazer ler The End em letras garrafais na tela. Fim.
Para vocês entenderem a falta de cores vivas no amor dessa amiga, vou contar a história dela como se fosse um filme, com uma breve sinopse dessa comédia romântica:
Garota conhece garoto. Garota e garoto se apaixonam. Garoto tem ex- mulher e filho. Garota passa a ter problemas com o garoto porque o garoto da liberdade demais a ex- mulher que tem chave do seu apartamento, no qual tem livre acesso até mesmo para entrar durante a madrugada e destruir eletroeletrônicos de última geração. Garota da um fim à relação porque garoto é banana e além de tudo dorme na casa da ex- esposa quando vai visitar o filho.
Moral da história: mulher perdoa muita coisa, menos um homem banana.
Bananas de pijamas à parte, que tipo de cara tem o apartamento destruído pela ex- mulher e ainda dorme na casa dela quando vai visitar o filho?
Menino bom, do interior, inocente e juvenil, criado a leite com pêra e ovomaltino, que não gosta disso de hotel, não. Pede pouso na casa da ex. Sim, menino bom, do interior não dorme; pousa na casa da ex.
Cômodo, né mesmo? Né, não.
Tanto a minha amiga, ele, quanto a ex psicopata; deixaram de viver novas histórias por medo, que é muleta do comodismo, que não passa de muleta da coragem, que é muleta do medo...
Quantas pessoas já perderam a chance de ter um relacionamento legal com alguém novo porque um ex insiste em continuar nesse círculo manco e vicioso, topando pra cá, tropeçando pra lá... Se escorando nas nossas vidas como se ainda fossem parte diária delas.
Damos chances e mais chances para o que não ter a menor possibilidade de dar certo. Não tem perspectiva de prosseguir na caminhada.
Se muleta fosse bom, Capitão América combateria o crime com ela e não participaria de experimento científico pra se tornar super soldado, não.
Pode parecer difícil, muitas vezes até impossível no momento, mas dar um ponto final nesse tipo de relação é fundamental pra não perdermos uma coisa: a direção.
Se o cara não tem atitude, bora dar fim ao que te prende e não te deixa andar.
Cada final é também um recomeço e o que vale são as surpresas da jornada!
O Bobo, o Tolo e o Imbecil quase sempre são felizes por não conhecerem sua posição, enquanto o Sábio, com tantas dúvidas, sofre por suas indagações.
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