Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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No fim, viver não é acertar sempre; é escolher, sustentar a própria escolha

O fato consumado é sempre a verdade materializada, de uma incógnita presumida... O homem comum não tem a capacidade, de identificar a verdade real...

Há flores


Há sempre flores
que se abrem onde não esperamos...
Sons em lugares onde sequer estamos...
Sabores nos dissabores...
Dias nas noites mais insones
Às vezes é apenas uma janela
que não sabe fechar...
Uma porta que se mantém entreaberta...
Ou algumas frestas que se fazem nascer pra deixar luz entrar.
Há sempre esperança nas nuvens mais densas...
Há sempre um barquinho num porto num canto qualquer desse mar imenso...
Uma voz pra assegurar que tudo se vai ajeitar...

Nem sempre as coisas acontecem do nosso jeito , da forma que desejamos e queremos, mas isso não significa que desistir seja a melhor decisão ou solução.
Insistir e ser perseverante é fundamental !
"Impossível" na minha opinião, é apenas mais uma palavra....
Talvez as coisas boas possam acontecer quando menos esperamos, sem ansiedade e precipitação.
Mas é fundamental ter " atitude", pois nem o céu nem as "estrelas", anjos ,advogados santos e outras divindades, podem realizar e fazer acontecer aquilo que depende de nós!
Tudo o que precisamos e sonhamos, para acontecer depende de nós !!!
Portanto " mãos a obra e façamos acontecer o milagre de que tanto precisamos....
È isso !

Não desista, porque a vida sempre terá altos e baixos, antes do fim definitivo.

⁠Enquanto o propósito não se realiza, tenha vida no processo e aproveite sempre que tiver oportunidade de desfrutar de tudo que lhe for permitido.

Se você elogia alguém e é ignorado, não ligue, seja sempre gentil.

Não importa o que te fizeram, seja sempre você.

Não seja aquele bobo que onde há uma festa, quer sempre um lugar; seja paciente, deixe ver quem são seus amigos, pois ninguém sustenta duas caras.

Mesmo que ninguém enxergue nada em você, não tente mudar; seja aquilo que você sempre foi.

A vida sempre empresta uma asa para aquele que não sabe voar.

Eu sempre soube que esse dia viria de chegar,
mas não sabia o quanto haveria de doer;
jamais me apegara tanto a alguém,
nem imaginara o quanto poderia sofrer.
Enquanto te tinha, não compreendia
a força do que em meu peito se escondia;
foi somente depois que tudo findou
que a verdadeira falta de ti se revelou.
Agora padeço deste luto sincero,
por aquilo que não mais retornará;
e ao ver-te seguindo por outros caminhos,
torna-se mais difícil de suportar.
E o pior, o mais difícil de tudo,
é aprender, enfim, a te deixar.
Seria egoísmo meu dedicar-te isto,
mas quisera tanto que ouvisses
o que meu coração tem a dizer
e aquilo que em silêncio ainda padeço.
Escondo-me por detrás dos bons momentos,
daqueles que o presente me vem concedendo,
tentando seguir adiante e deixar-te para trás,
enquanto finjo não sentir o que ainda vou sofrendo.
Pois, por mais que a vida me traga novos dias,
e outros momentos me façam sorrir,
permanece em mim a dor de te esquecer,
e aquilo que um dia me fizeste sentir.
Enfim, te escrevo meu último verso,
minhas últimas palavras,
pois não quero mais pensar nisso.
Quero ser como tu,
quero seguir sem olhar para trás,
mesmo que tenha sido eu
quem tomou tal decisão.
Quero te dizer adeus,
e te dizer que, por mais que eu queira,
não irei de voltar.
Então, não olhes para trás
e sede felizes com essas coisas boas
que não sou eu.

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.

Caminho com cautela, não com medo. O futuro sempre deixa pistas: pequenas delicadezas, desvios precisos, acontecimentos que parecem deslocados mas chegam como resposta. E quando estou pronto, cada sinal acende, não como promessa, mas como direção.

Não espere clareza de pessoas limitadas, estas, diante de uma plantação de rosas, sempre dirão: "Eis uma plantação de espinhos!"

Nem sempre surgem oportunidades em nossos caminhos, porém se vierem não podemos dispensá-las pois cada dia elas batem em portas diferentes.

Vivo do meu jeito
Gosto do que gosto
Bom é respeito
Eu sempre gosto
Não quero agradar
O meu estilo nunca mudei
Alguns vão gostar
Outros já não sei.

"Alguns amores não permanecem ao nosso lado, mas permanecem para sempre dentro de nós, convertendo a própria saudade em uma forma superior de beleza."

⁠Sempre seremos assim para não cair na rotina pois briga de amor não dói... E amo muito você e do jeitinho que você é nervoso e rígido as vezes perverso pois és meu lobo selvagem gostoso que tanto amo... Você é a realização de todas as minhas fantasias 💕 🌹🐺

Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar

Edson Ricardo Paiva