Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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A vida é tão curta para ficar chorando por quem nos fez ou faz mal, para ficar lembrando e revivendo as dores do passado, ou até ficar pensando como poderia ter sido aquele momento.
A vida é tão curta para não ousar, para não aproveitar olhar o céu ou esperar uma ocasião especial para vestir uma roupa simples ou sofisticada.
A vida é tão curta! Planeje e construa os seus sonhos. Não se importe com opinião maldosa que possa existir no seu caminho, seja de quem vier.
Faça as pazes com os seus medos, com a sua família, com você. Se liberte!
Dome os seus pensamentos e as suas ações para assim viver "para você" e "por você". Entenda, a vida é sua, os erros e as experiências também.
Lembre de sorrir, aproveitar e agradecer, porque amanhã você ainda vai poder sonhar, planejar, agir e viver de novo.
Gratidão!
@keylak.holanda

Inserida por KKHolanda

⁠Guarda cada palavra como quem coleciona recibos de um teatro mal ensaiado — um dia, a bilheteria vai fechar.

Inserida por mauriciojr

⁠Os arquitetos do vazio…

Sob a luz pálida de um sol amortecido, um salão vasto e mal iluminado estendia-se como um campo de batalha velado. As mesas alinhadas eram cercadas por cadeiras que pareciam tronos de um reino que se sustentava em falsidades e segredos. Ali, onde o ar tinha o peso de um segredo mal guardado, seis figuras dominavam o espaço, cada uma com sua própria máscara, cada uma com suas ambições ocultas.

No centro de tudo, havia Lívia, a líder do lugar, embora o título parecesse um adorno mais do que uma verdade. Ela era jovem, mas sua postura encurvada e o olhar vazio faziam-na parecer mais velha, como se carregasse o fardo de uma vida que nunca aprendeu a viver. Sua presença era um paradoxo: uma figura que deveria inspirar, mas que transmitia uma inquietação quase palpável. Havia algo de sombrio em suas expressões, uma tristeza que parecia nascer de um vazio interno, como uma casa grande e rica, mas sem mobília. Ela nutria uma amizade peculiar com Clara, a outra mulher do grupo, uma relação que os olhos mais atentos poderiam chamar de genuína, mas que, nas sombras, era distorcida por interesses e manipulações.

Clara era uma especialista em disfarces. Seu sorriso largo e suas palavras doces escondiam uma mente afiada, acostumada a esquadrinhar as fragilidades alheias. Era como uma serpente, deslizando suavemente, mas pronta para atacar quando fosse conveniente. Enquanto fingia lealdade a Lívia, tecia em segredo uma trama venenosa, espalhando palavras como lâminas, afiadas pela raiva e pelo desprezo que sentia pela líder. Não era difícil perceber que Clara não tinha apreço por ninguém além de si mesma, e seu mundo girava em torno de benefícios que pudesse colher sem esforço.

Entre os homens, destacava-se Elias, vice-líder, o mais jovem da equipe. Sua juventude era marcada por uma habilidade peculiar: a mentira. Ele mentia com uma facilidade que quase parecia arte, moldando realidades paralelas que o favoreciam, como um espelho distorcido. Sua personalidade refletia a de Lívia, ambos unidos por uma escuridão que não admitiam em voz alta. Elias era astuto e sabia que, para sobreviver, precisava jogar um jogo perigoso, mesmo que isso significasse destruir quem estivesse em seu caminho.

Davi, o assistente que ocupava o quarto lugar em idade, era um homem de aparências e fantasias. Ele havia se construído em cima de histórias que não eram suas, pavimentando sua trajetória com mentiras que contava a si mesmo e aos outros. Era um parasita, sugando o que podia de Lívia, que, por motivos que ninguém compreendia, lhe dedicava uma atenção especial. Talvez fosse fascínio, talvez interesse compulsivo e carnal, mas o fato era que Davi sabia como aproveitar-se disso, alimentando as ilusões de Lívia enquanto construía sua própria rede de vantagens.

O restante da equipe era composto por Samuel, o segundo mais velho, um homem animado, de energia leve, mas que escondia inseguranças profundas e uma natureza dúbia, e Heitor, o veterano do grupo, cujo coração puro e espírito resiliente o tornavam um estranho naquele ninho de cobras. Heitor havia aprendido a sobreviver, não por malícia, mas por necessidade. Ele observava o caos ao seu redor com olhos atentos, sabendo que o único caminho seguro era aquele que o levaria para longe dali.

A trama começou a se desenrolar quando Lívia, Clara e Davi uniram forças em uma conspiração intrincada. Eles criaram uma aliança baseada em interesses mútuos, cada um trazendo suas habilidades para a mesa: Lívia, com sua manipulação e capacidade de distorcer a verdade; Clara, com sua falsidade; e Davi, com sua habilidade de se fazer indispensável. Juntos, começaram a trabalhar com um único objetivo: derrubar Elias e promover Davi em seu lugar, garantindo a vontade de Lívia e que Clara fosse muito bem recompensada.

Porém, Elias não era tolo. Ele percebia os movimentos sutis, os olhares trocados, as conversas sussurradas quando pensavam que ninguém estava ouvindo. Ele começou a contra-atacar, espalhando rumores e manipulando situações para parecer estar jogando no mesmo time de Lívia, quando na verdade ele queria o seu lugar. Era um jogo de xadrez sombrio, onde as peças eram movidas no silêncio, e as consequências eram reais.

Enquanto isso, Heitor observava. Ele não era parte do jogo, mas também não era cego ao que estava acontecendo. Ele via as máscaras caindo, os sorrisos falsos, os olhares carregados de intenções ocultas. Ele sabia que aquele lugar não era feito para ele, que sua bondade e honestidade eram qualidades que não tinham valor ali. Mas também sabia que precisava aprender a jogar, não para vencer, mas para sobreviver até que pudesse partir.

Quando o confronto final aconteceu, foi como uma tempestade que há muito se anunciava. As alianças desmoronaram, as verdades vieram à tona, e os segredos que sustentavam o equilíbrio precário daquele reino de falsidades foram expostos. Clara tentou culpar Elias, que, por sua vez, acusou Davi, que tentou se esconder atrás de Lívia. Mas, no final, todos saíram perdendo, exceto Heitor, que, com sua paciência e resiliência, conseguiu escapar ileso.

Quando Heitor finalmente deixou aquele lugar, sentiu-se como um prisioneiro libertado. Ele sabia que nunca mais voltaria, que aquele capítulo de sua vida havia terminado. E enquanto caminhava para fora, sob a luz de um sol que finalmente parecia brilhar, ele sorriu. Não porque havia vencido, mas porque havia sobrevivido. E, às vezes, isso era tudo o que importava.

Inserida por mauriciojr

Quando te interpretarem mal, interprete-os precisamente; assim, o lapso de julgamento alheio se revela por si só.

Inserida por GoisDelValle

⁠Senhor, abençoe a nossa noite, nos livre do mal
Senhor, guarda o nosso coração.
Senhor, que o nosso coração, seja igual ao teu...
Para florir, a paz e o amor, para o mundo!

Inserida por RitaSimoes

⁠Hoje é dia...
De limpar os canteiros
de capinar o mal.
Para o amor, a paz e a esperança...
continuar desabrochando!

Inserida por RitaSimoes

Que toda dor seja passageira,
e que todo mal se transforme em doce amor.

Inserida por RitaSimoes

Inveja,
estado doentio do espírito
que só atinge os fracos.
Cure-se desse mal...!
troque a inveja por amor.

Inserida por RitaSimoes

Chorar de rir..
Ficar de mal,coisas de uma amante
que virou amiga.
Juntos e misturados.

Inserida por RitaSimoes

Deixe florir o amor
porque o amor é bom!
E onde tiver amor...
o mal bate em retirada.

Inserida por RitaSimoes

Quando falamos mal de alguém, estamos nos rendendo aos instintos inferiores que carregamos dentro de nós (e que precisam "desaparecer"...).
Quando falamos mal de alguém, nos colocamos na condição de juízes, sentindo-nos no direito de julgar os defeitos de outras pessoas, e perdemos tempo e energia, que seriam bastante úteis caso optássemos por corrigir nossos próprios defeitos.
Quando falamos mal de alguém, estamos deixando de lado os ensinamentos de Jesus sobre o amor e a caridade, pois nosso julgamento implacável não nos permite perceber os sentimentos alheios e muito menos nos preocupar com o fato de que estamos denegrindo a imagem de nosso irmão.

Façamos o esforço, amigos. É literalmente "orar e vigiar".

Inserida por MariaZenith

Que Deus nos abençoe e nos livre de todo laço mal (dito), mal (feito) e mal (intencionado). Que abençoe nossas finanças, nossa saúde, nosso lar.
Deus sempre no comando de tudo. Amém!

Inserida por MariaZenith

⁠Nunca desejo mal a ninguém. Raiva até sinto, e passa, mas o mal, esse jamais.

Inserida por MariaZenith

⁠Vitoriosa é aquela que sabe que dessa vida nada se leva além do bem que se faz.
O bem vence o mal.

Inserida por MariaZenith

⁠Olhe no outro
Veja você mesmo
Você é capaz de se fazer mal?

Inserida por MariaZenith

Tempo desperdiçado é pior que dinheiro mal gasto.
Ser seletivo no seu tempo é saúde.

Inserida por MariaZenith

⁠
Às famintas desesperadas e alucinadas
Talvez eu esteja a ver mal, mas nunca vi tanto post em trajes reduzidos quer de homens quer de mulheres.
A em biquíni num iate , B em triquini no supermercado, C em zeroquini numa praia paradisíaca…
O que interessa a mim a vossa ausência de requinte?
Não têm espelho em casa?
Aspirações tão torpes só equivalem a reduzida massa cinzenta.
E vós, homens, de igual modo?
Querem competir com o mulherio?
O que se passa com esta maldita geração?!

Inserida por filipassos

Passei uma hora com a alergia, conversamos por todo o caminho e mal me lembro sobre o que falamos.

Passei uma hora com a tristeza, ela não disse nenhuma palavra, mas de tudo o que aprendi naquele dia é que a tristeza estava em mim.

Inserida por dextter

⁠Através da espiritualidade aprendemos a ler as entrelinhas, enquanto no materialismo mal sabemos soletrar.

Inserida por robscheuer

⁠Para vencer o mal, basta fazer o bem. Para vencer a mentira, basta falar a verdade.
Para vencer a ignorância, basta buscar o conhecimento.

Inserida por FranciscoPensador