Nao Existe mal que Dure pra Sempre
"Não existe homem feio,
todos eles tem algo de atraente.
- Um irmão, um primo,
um amigo que seja..."
Haredita Angel
04.06.15
“A vida é uma estrada de mão única: não existe retorno para o passado, apenas aprendizado para o presente. Revoltar-se contra o que passou é tentar discutir com uma página que já foi escrita.”
“Liberdade não é ausência de limites; é consciência da margem que ainda existe entre o limite e a resposta.”
A consciência de não viver por acaso
Existe uma diferença entre estar vivo e tomar consciência da própria existência.
Nascer nos coloca no mundo. Crescer nos apresenta ao mundo. Mas somente o desenvolvimento da consciência pode nos apresentar verdadeiramente a nós mesmos.
Talvez grande parte da humanidade viva respondendo perguntas que nunca fez, perseguindo objetivos que nunca escolheu e defendendo convicções que nunca examinou.
Somos educados para aprender muitas coisas, mas raramente somos ensinados a investigar quem está aprendendo.
Aprendemos matemática, história, geografia, profissões, regras e comportamentos. Aprendemos como devemos falar, produzir, competir e pertencer.
Mas quem nos ensina a perceber como estamos construindo aquilo que chamamos de nós mesmos?
Esse talvez seja um dos grandes desafios da educação humana.
Não basta ensinar alguém a conhecer o mundo.
É preciso ajudá-lo a desenvolver consciência suficiente para não desaparecer dentro dele.
Porque existe um momento em que aprender deixa de significar apenas acrescentar.
Algumas vezes, aprender significa retirar.
Retirar preconceitos.
Retirar condicionamentos.
Retirar certezas herdadas.
Retirar personagens construídos para receber aprovação.
Desaprender também é uma forma de aprender.
E talvez seja uma das mais difíceis.
Acrescentar conhecimento ao que já acreditamos exige memória. Permitir que o conhecimento transforme aquilo em que acreditamos exige consciência.
É nesse ponto que surge o discernimento.
Discernimento não é possuir todas as respostas. É desenvolver critérios para não aceitar qualquer resposta — inclusive aquelas produzidas por nós mesmos.
É conseguir observar uma ideia antes de transformá-la em convicção.
Questionar uma emoção antes de transformá-la em decisão.
Examinar uma crença antes de transformá-la em verdade.
Somos influenciados pelo passado, pela família, pela cultura, pela educação, pelas experiências e pelas circunstâncias.
Mas ser influenciado pela própria história não significa estar condenado a repeti-la.
Entre aquilo que aconteceu e aquilo que ainda acontecerá existe um espaço.
Nesse espaço estão nossas escolhas.
E escolhas constroem autoria.
Autoria não significa controlar a vida. Significa participar conscientemente da construção da resposta que damos a ela.
Talvez seja essa a essência do protagonismo.
Ser protagonista não é acreditar que o mundo gira ao nosso redor. É compreender que não podemos continuar girando ao redor de tudo aquilo que nos impede de sermos quem podemos ser.
Responsabilidade, portanto, não é culpa.
Culpa olha para trás procurando condenação.
Responsabilidade olha para frente procurando possibilidade.
Não podemos alterar todas as causas que nos trouxeram até aqui, mas podemos interferir nas consequências que levaremos daqui para frente.
Essa é uma das fronteiras entre existência e consciência.
Quem apenas existe pergunta:
“O que a vida fará comigo?”
Quem começa a assumir autoria também pergunta:
“O que farei com a vida que tenho?”
Talvez desenvolvimento humano seja exatamente esse movimento: sair gradativamente do automatismo para a consciência; da consciência para o discernimento; do discernimento para a escolha; da escolha para a ação; e da ação para a transformação.
Não para nos tornarmos perfeitos.
Mas para nos tornarmos cada vez mais conscientes da imperfeição de estarmos permanentemente em construção.
Somos obras que também participam da própria autoria.
Por isso, conhecer a si mesmo não deveria significar encontrar uma definição definitiva de quem somos.
Talvez seja exatamente o contrário.
Quando transformamos nossa identidade em uma definição, corremos o risco de transformar quem fomos em limite para quem ainda podemos ser.
A vida não exige uma versão final.
Enquanto houver consciência, haverá revisão.
Enquanto houver dúvida, haverá possibilidade.
Enquanto houver escolha, haverá autoria.
E enquanto houver vida, haverá algo em nós que ainda poderá ser reconstruído.
Talvez o verdadeiro desenvolvimento humano não esteja em chegar ao ponto de poder dizer:
“Finalmente sei quem sou.”
Mas em alcançar consciência suficiente para perguntar:
“Quem estou me tornando a partir daquilo que escolho ser todos os dias?”
Porque viver não deveria ser apenas consequência daquilo que aconteceu conosco.
Viver conscientemente é participar da construção daquilo que acontecerá a partir de nós.
Carlos Eduardo Balcarse
02 de setembro de 2026
“Não basta pensar para existir; é preciso discernir para decidir quem existe em nossos pensamentos.”
POR QUE SABER MAIS PODE NOS FAZER PERCEBER O QUANTO NÃO SABEMOS?
Existe uma ideia intuitiva de conhecimento segundo a qual aprender significa reduzir dúvidas.
Muitas vezes acontece o contrário.
Quanto mais profundamente conhecemos determinado assunto, mais percebemos suas exceções, limites, controvérsias e perguntas ainda abertas.
A ignorância pode ser confortável porque simplifica.
O conhecimento frequentemente complica.
Isso não é defeito. É maturidade epistemológica.
Quem conhece pouco pode enxergar duas alternativas. Quem conhece mais talvez perceba vinte.
Quem conhece pouco pode exigir certeza. Quem conhece profundamente talvez saiba exatamente por que determinada certeza não é possível.
Por isso, confiança e conhecimento não caminham necessariamente na mesma proporção.
Existe uma competência importante em conseguir calibrar aquilo que sabemos com aquilo que acreditamos saber.
Essa capacidade é fundamental para discernimento.
Não basta acumular conhecimento. Precisamos reconhecer seus limites.
A frase “não sei” pode representar ignorância.
Mas também pode representar uma das formas mais sofisticadas de conhecimento.
Há pessoas que não sabem porque não aprenderam.
E há pessoas que sabem o suficiente para reconhecer aquilo que ainda não podem afirmar.
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador
409🙏🌹Deus existe!!!
Descubra Deus, ele é real e verdadeiro, e não é exclusividade de religiões, não é exclusividade de nada nem de ninguém, Deus é libertação e seu reino está em nossos corações, na nossa consciência, em suas criações, no vento que sopra, na chuva que cai, no ar que respiramos, nas sombras, no Sol, Deus está em tudo que nos serve, em tudo que vivemos, no bem no mal, Deus está no amor, na paz, na caridade, no perdão, na harmonia entre os povos e raças, na humanidade, Deus está na luz que nos dá vida e seu reino está dentro de cada a ser vivo, tá dentro de você, no teu coração, na tua consciência, desperte para a verdade, o caminho para Deus é o despertar da consciência de todos nós, somos todos aprendizes da luz, da criação, somos todos falhos e estamos em sala de aula, exercite a sua fé em Deus, em Jesus Cristo na espiritualidade de luz, na verdade que libertar, basta olhar para dentro de si, nas preces, orações e vibrações de luz, você descobre o caminho para o criador de todas às coisas, do universo, assim o despertar virá e o véu do esquecimento se revelará para todos...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA ...
Ayache vidal
Segundo Albert Einstein, a física explica que não existe o frio, mas apenas a falta de calor. Porém e também digo, não existe o ódio, foi só a falta de amor.
Aprecio o encanto desses olhos sutis, Que despertam as travessuras mais juvenis, Não existe delícia de amor mais feliz...
A hipocrisia existe em todos os tons. Falta de educação não pode jamais ser confundida com sinceridade.
Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.
Os tempos mudaram
definitivamente...
Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.
Os tempos são outros...
O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.
Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.
Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.
Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.
Não existe liberdade sem responsabilidade: quem deseja escolher a própria vida precisa aceitar também o peso de não poder culpar permanentemente alguém por ela.
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