Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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Assim como,
Para Deus não existe
pecado MAIOR e nem
pecado MENOR...
Também o AMOR D'Ele
para conosco
não é alterado.

Existe um certo sentimento que não conseguimos descrever.

Ninguém inventou Deus. Nem sequer, Deus existe. Existir pressupõe que foi criado.Ele não foi criado. Ele é. E não tem nada que ver com religiões. Deus é, era e virá. Deus é acima de qualquer religião. Deus é a verdade, maior que a própria eternidade.

Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.


Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.


E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.


Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.

Querer como eu te quero, não existe querer assim.
Como eu te quero, somente eu te quero assim.

Não têm presença real mas, quão maravilhoso é saber que existe você meu
Amigo Virtual.!

__________FranXimenes
03*09*2013

Amor á primeira vista não existe, pois um verdadeiro amor não é visto aos olhos e sim construído.

O impossível não existe para quem sonha e, sem objetivos não vive um sonhador.

A arte não tem limites simplesmente transcende fronteiras e a arte está em tudo o que existe, basicamente eu sou o artista da minha realidade sendo ela em cor vermelha ou preta o que importa é o fascínio do momento vivenciado por mim, é a arte pode ser a minha faca ou a poesia o deslumbre da minha existência.

Nao existe mágica nenhuma para se ter sucesso, a receita está nos ingredientes com que tempere os teus dias. Entao saiba oque fazes e construa o teu futuro com sabedoria a cada dia.

⁠⁠A filosofia também é: arte, direito e política; não existe reflexão filosófica sem estruturação poética, ética e retórica - como as três não existem sem filosofia.

“Existe beleza em não conhecer as cercas religiosas, pois elas são cultura do cárcere.
Existe beleza na falta de crença: Deus não é crença, ele é.
Existe beleza no erro humano, não como falha, mas como autenticidade.
Existe beleza no feio que pintaram sobre ser feliz — escolher o que se deseja é admirável.
Existe horror em se negar.”

Não existe hora certa, existe o seu tempo e o que você decide fazer com ele.

não existe no mundo, algo mais bonito do que seus olhos, são a construção mais pura e brilhante da fonte, é como encarar o divino, olhar para a lua que posso tocar.⁠

"Não há algo acabado para se dizer sobre como ser feliz, o que existe, na verdade, são fórmulas que são divulgadas por vendedores de sonhos."

Não existe sucesso duradouro onde falta sentido.

⁠Não existe positividade tóxica. Um substantivo positivo não pode carregar um adjetivo negativo. O que há é a falta de racionalidade prejudicando o resultado final de certas atitudes. Colocar os pés no chão e pensar antes de agir é um diferencial daquele que é prudente.

Não existe amor sem dor,
felicidade sem tristeza,
saudade sem desespero.

Não existe 'maldição familiar', mas sim a possibilidade de estarmos fora do nosso lugar

Capítulo Quarto — Onde a Sombra Também Reza


Existe um tipo de noite que não aparece nas previsões do tempo. Uma noite que não vem do céu, mas da gente mesmo. Ela se aproxima devagar, como quem conhece o caminho da casa: primeiro um cansaço estranho, depois aquele aperto no meio do peito, e por fim a sensação de que o mundo ficou grande demais e o corpo pequeno demais pra carregar tudo.


Nessa noite, mora um personagem silencioso: o ser humano que luta com a própria mente. Às vezes é a ansiedade que dá ordens, às vezes é o pânico que chama pelo nome, e em outras a depressão se senta ao lado como um velho conhecido que nunca foi convidado. Ele olha o espelho e pergunta: “Por que eu sou assim?”
Mas a pergunta verdadeira deveria ser: “Por que eu acho que a culpa é minha?”


A culpa não é. Nunca foi.
Quando a alma dói, não é sinal de fraqueza — é sinal de que ela está viva demais, sentindo demais, absorvendo demais. É como um tecido delicado que se rasga fácil porque foi feito para perceber o mundo com profundidade.


Esse personagem, cansado e solitário, caminha por dentro do próprio labirinto. A mente vira um corredor estreito, cheio de ecos, e cada eco diz uma coisa diferente. Em certos dias, a luz da fé parece um fósforo; em outros, parece um farol. Mas ela sempre aparece — mesmo quando a pessoa acha que não merece.


Há um detalhe sagrado nesse capítulo: Deus não se preocupa com a roupa que usamos na vitória, mas com as cicatrizes que carregamos do combate.
Jesus, esse andarilho de almas cansadas, conhecia bem o peso das madrugadas que ninguém vê. Ele caminhava ao lado dos quebrados, dos tristes, dos esquecidos. E sempre repetia, de um jeito ou de outro:
“Você não é o que te feriu. Você é o que está tentando se levantar.”


É aí que entra a filosofia mística — aquela que olha para o invisível e entende que o sofrimento não é punição, mas passagem. O fogo que queima hoje pode virar clarão pra iluminar o caminho de outra pessoa amanhã.
Dor compartilhada vira mapa.
Dor transformada vira guia.


O personagem desse capítulo, mesmo tremendo, mesmo cansado, mesmo chorando com o rosto escondido na camisa, continua. Ele continua porque existe uma espécie de chamado. Não é voz de anjo, não é ordem divina, não é promessa de céu.
É só a vida sussurrando:
“Você ainda tem algo pra entregar.”


E ele tem.
Mesmo ferido, ele se torna farol para outros que estão na escuridão. Não porque é mais forte, mas porque conhece o caminho. Quem já visitou os próprios abismos sabe orientar quem está à beira deles.


No fim desse capítulo, a lição é simples e profunda:
a dor não diminui ninguém.
A tristeza não define ninguém.
A luta interna não anula a luz que carrega.


O perdão — inclusive o próprio — é um tipo de renascimento.
E cada crise superada é uma página virada dentro do livro sagrado que chamamos vida.


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