Nao estou Sozinha

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E mesmo que o mundo não me entenda
E mesmo que eu não entenda o mundo
E mesmo que eu me sinta uma estranha por não pensar conforme a multidão
Eu não desistirei de mim!

⁠Não permita que alguém lhe faça acreditar que você não é importante. Você é um ser único no universo e isso já faz de você alguém muito importante.

⁠Não despreze quem realmente lhe quer bem.

⁠Nunca gostei de andar em bando feito manada porque não sigo as regras que me impõe, prefiro andar só e fazer as minhas próprias regras

⁠É preciso ter cuidado ao entrar na vida de alguém por que não sabemos as feridas que este alguém trás na Alma.

Se você viver de acordo com a opinião alheia, você não vive!

Cheguei em um ponto da minha vida que não finjo nada para caber em lugares que não me aceitam como sou, minha liberdade em ser eu mesma não é negociável

Que a gente tenha coragem de arrancar algo bom até dos dias mais fodidos.
A vida bate… e não bate fraco!!!
Mas não importa quantas pancadas eu leve hoje, nem o tamanho da dor que tentem me impor, eu não fico no chão. No outro dia eu levanto. Sempre levantei.
Porque tem algo maior que me sustenta, me protege e nunca falhou comigo.
E enquanto eu tiver de pé, ninguém me derruba de verdade.

“Às vezes chateada demais não só com a situação… Mas perceber que o sentimento foi mal interpretado por quem mais deveria compreendê-lo, não é preciso concordar comigo ou me expor .
Entender minha posição meu desgaste sem ousar ofender meu interior ".
Tenho os meus limites!

“A névoa não esconde; ela apenas suaviza aquilo que o coração não ousa ver.” JULIANA HOFFMANN LISKA

“O amor mais puro é aquele que não exige corpo, apenas eternidade.” JULIANA HOFFMANN LISKA

“Certas almas não se encontram — elas se recordam.” JULIANA HOFFMANN LISKA

Há dores que não pedem consolo, porque nenhum alívio superficial alcança aquilo que elas realmente querem dizer. Não nasceram para ser abafadas, mas para produzir consequência: ruptura, deslocamento, transformação. Certos sofrimentos surgem quando a vida já não suporta continuar na mesma forma. E, nesses casos, a dor deixa de ser apenas ferida — torna-se convocação silenciosa para que algo, enfim, mude.

“Meu amor não é de agora — ele atravessou séculos para me encontrar em você.” JULIANA HOFFMANN LISKA

“Não sou passageira: sou saudade antes mesmo da despedida.” JULIANA HOFFMANN LISKA

O Diferencial da Sua Essência, O Sal da Simplicidade

Não importa o quanto o céu esteja cinza e que o ambiente esteja tomado pelo frio, formando um cenário aparentemente sem vida; ainda assim, a sua presença consegue sobressair, capaz de colorir o dia, de avivar determinados momentos, de ser motivo de muita alegria e de gerar nos outros, bons sentimentos, à semelhança de uma bela melodia.

Ela é a resiliência de um raio de sol entre as nuvens acinzentadas; bênção charmosa feita de amor; poesia de versos e alma; uma flor que se destaca mesmo quando não é primavera; um olhar profundo que fala em silêncio; É, portanto, uma luz de senso que faz enxergar alguns belos detalhes e outras cores presentes como o verde das árvores.

Assim, chega a ser imprudente dizer que ela não faz diferença. Traz, na sua resistência, o sal da simplicidade que aguça o sabor de certas vivências, as quais são facilmente memoráveis, contrariando aquelas fases de tristeza ou, no mínimo, desconfortáveis — peculiaridade que supera a sua beleza demasiadamente; logo, atraente desde a sua essência.

O castigo mais cruel não é a ausência do objeto desejado, nem a idealização utópica de si que jamais se realizou — é a proximidade eterna daquilo que se pode ver, sentir, imaginar, mas nunca alcançar. Há tormentos que não nascem da falta absoluta, mas da presença inacessível: aquilo que permanece ao alcance dos olhos e fora das mãos. E é justamente essa vizinhança impossível que prolonga o desejo até transformá-lo em prisão.

O sujeito não precisa do outro apenas como espelho que confirma sua imagem, mas como diferença que o desloca, confronta e amplia. É a alteridade que impede a consciência de fechar-se em circuito próprio. Sem esse encontro com o que escapa e contradiz, a identidade torna-se superfície repetida — lisa, estéril, incapaz de transformação. Toda subjetividade que não encontra diferença acaba apodrecendo dentro da própria imagem.

⁠Ontem nevou e fez frio. Não havia mais fogo para aquecer e a luz do Sol não brilhou mais. O caos trouxe a escuridão e a escuridão tomou os corações.
Ontem nevou e a neve cobriu nossas casas. Ficamos perdidos na rua, correndo de um lado para o outro, sem nem ao menos nos reconhecer.
Corações gelados, dominados pela maldade, riram de nós. O Sol se escondeu. Mas buscamos abrigo debaixo da videira.
O grito dos maus nos assombrou e o frio nos silenciou para sempre.
Quem restou se agarra firme naquela árvore e espera a redenção que aquece com fogo e ilumina com a luz que dissipa a neve e destrói o mal.

⁠Morri, de "morte matada".
Fui pra bem longe disso tudo. Bloqueando minha mente para não pensar muito. Melhor era fingir demência, como se nada tivesse acontecido.
"Estou bem, não foi nada."
Foi só uma brincadeira de mal gosto.
Pra mim não foi real.