Nao estou Sozinha

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O maior desperdício não é jogar água limpa fora; é gastar o seu tempo a vida toda com ações que não agradam a Deus.

Não há como tirar a Dilma Rousseff do poder, enquanto ela estiver cumprindo as ordens de Deus para punir a nação brasileira pela idolatria, corrupção e pornografia.

Feliz é o burro que não conhece a sua feiura.

Deus opera onde o nosso coração não duvida e nossa mente não acende velas para santos.

Bocas são feitas para testemunhar as bênçãos, não para falar de modo estúpido, grosseiro e hostil.

Os jovens têm comprometimento para a vida física, mas não se comprometem a sabedoria para discernir a espiritual.

Não deve existir vergonha ao falar da Palavra de Deus; ela é a coragem, alegria e intrepidez dos cristãos.

Sou um filatelista espiritual e na minha coleção não me falta o selo do Espírito Santo.

Líderes que pegam em um microfone para fazer bajulações a outros líderes, não conhecem a verdadeira hipocrisia.

Não escreva em sua nova agenda aquilo que fez você viver uma velha vida de sofrimentos e derrotas, de planos e propósitos errados.

Franqueza não é motivo de aborrecimento; é instrução afinada para quem não aprendeu a sair das hipocrisias, tristezas e pertubações.

A pior tempestade é aquela em que o coração não consegue se livrar dos ventos do diabo, em vez de abrigar no refrigério do Pastor.

Nenhum homem é bem-sucedido ser não for trabalhador, criativo e comunicativo e, acima de tudo, cooperador.

Bem-estar não se resume nos conselhos da cardiologista, educação física, endocrinologista, fisioterapêuta, psicólogo, mas sim, na Palavra de Deus.

Quem impõe limites aos seus pensamentos não tem inteligência para exercer a criatividade para resolver problemas.

Domine o seu primeiro impulso para não se tornar escravo das suas reações.
A ação sem reflexão é apenas movimento; a ação com estratégia é desenvolvimento.
Silencie a urgência e refine o plano: o sucesso duradouro não nasce do acaso.
Reflita antes de avançar.

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.

Rede balança para reavivar momentos dos quais os sentimentos não eram ruins.Pois lembranças gravadas no pensar continuo do tempo é atemporal.
leticia17

“Quando você se permite com intenção, o universo não abre apenas portas, ele muda o caminho inteiro para que você passe.” Pattricia Fléuri

“Há PODER na Permissão Intencional” não é apenas um livro.
É um portal.
Um chamado para todas as mulheres que já sentiram que carregavam um mundo dentro de si - mas que, por medo, culpa ou repetição, aprenderam a pedir licença para existir.
Aqui, a permissão deixa de ser um ato passivo e se torna força motriz, tecnologia emocional, escolha consciente de quem decide assumir o próprio destino.
Página após página, você é convidada a abrir portas internas que havia esquecido, silenciado ou adiado.
Este livro revela que a verdadeira mudança psicomportamental não nasce do esforço exausto, mas do instante em que você diz, de dentro para fora: “Eu me permito.”
E é nesse instante que o Empoderamento desperta, a Inteligência seleciona o que importa, o Protagonismo te leva ao centro da cena, e a Coragem faz o novo acontecer na matéria da vida.
“Há PODER na Permissão Intencional” é o mapa para transformar emoções reprimidas em movimento, crenças limitantes em prosperidade, relações dolorosas em vínculos maduros, e escolhas hesitantes em caminhos seguros.
É sobre permitir-se sentir, permitir-se crescer, permitir-se prosperar, permitir-se ocupar espaços que sempre foram seus.
É sobre construir — com intenção, consciência e verdade —
o futuro que você finalmente decide viver.
Eu te entrego aqui uma obra que não apenas toca; eu reorganizo o que consegui reorganizar em mim.
Eu desperto o que despertou em mim.
Eu dou a você leitora aquilo que sempre foi seu no sentido de despertar: o poder de permitir-se transformar.
O que deu certo para mim, libero para vocês.

⁠"E quando tudo não for mais realidade serei o traço e reiniciarei o universo porque sou a infinita poesia."