Nao estou Sozinha
Quem diz que não é manipulado, já está sendo manipulado por achar que não é.
Quem diz que não é influenciado, não percebe que é influenciado até pelo próprio vento.
Quem diz que é equilibrado, não vê que qualquer empurrãozinho já o derruba.
Quem diz que é luz, não enxerga que qualquer ofensa já escurece o humor.
Quem diz ter coragem, não entende que é movido pelo próprio medo do que não tem coragem.
Quem diz não ser hipócrita, já está sendo hipócrita nisso.
Quem diz não ter preconceito, não vê que isso já é um preconceito com os que têm.
Quem diz que tem amor próprio, não admite o próprio ego.
Quem diz ser perfeito, esqueceu que um dia morre.
Quem não te valoriza arrisca te perder, quem te considera vai querer ouvir você dizer mesmo que não concorde com seus pensamentos, por tanto se não quiser morrer pra alguém não mate o relacionamento bloqueando a pessoa, dê a chance ao amor de virar amigo, dê ao outro o ouvido que gostaria de ter pra você caso contrário você vai estar anulando tudo que houve entre vocês, e quando se quebra o cristal, nada vai juntar os caquinhos que viram poeira, areia e pó.
Não faça escolhas nos momentos em que seus sentimentos estão mal!
Faça escolhas em seus melhores momentos!
Os sentimentos passam, como as estações do ano!
Suas escolhas é muito duradouras:
O profissional de exercício deve saber onde termina a sua competência.
Particularidades não define a formação.
Seja ético!!!Habilitação Legal: O serviço deve ser prestado exclusivamente por quem possui o Título Profissional de Técnico de Exercício Físico (TPTEF).
Base Científica: O profissional deve aumentar a sua literacia científica e pensamento crítico para aplicar práticas baseadas em evidências.
Individualidade: A competência revela-se no respeito pelas idiossincrasias articulares, musculares e fisiológicas de cada cliente.
Se fosses parar para pensar na vida, irias sorrir ou chorar? Não temas chorar pelo passado; no final, tudo é aprendizado.
Deus não deseja nada de você além daquilo que já está no seu coração.
Ele espera que você aprenda a amar.
Porque quem ama, tem respeita.
E quem tem respeita, aprende a respeitar o próximo.
O amor próprio não é orgulho
é reconhecer que você é morada do criador.
Quando você aprende valoriza,
e torna-se um instrumento de paz.
Quando você acolhe,
aprende a acolher o outro.
Deus não quer sacrifícios vazios,
quer consciência.
Quer que você descubra
que o amor começa
e se espalha como luz. Bom dia com Jesus.
Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.
Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.
É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.
Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.
Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.
Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.
Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.
Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.
Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.
E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.
Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.
Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.
A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.
Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.
Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.
Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.
Talvez eu seja apenas essa divisão.
Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.
Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.
Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.
Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.
E espiar por cima.
E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.
Não quero simplesmente, estar na sua vida.
Quero fazer parte da sua vida.
Poder te ajudar sempre.
Te apoiar em todos os momentos.
Quero olhar nos seus olhos e dizer o quanto eu te amo.
