Nao estou Sozinha

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Quem só soma problema não entra na equação.

Elogiar

Não é sensato usar superlativos. Ofendem a verdade e desabonam seu discernimento. Ao exagerar, desperdiçamos nossos elogios e mostramos
limitação de conhecimento e gosto. O louvor desperta a curiosidade, atiça o desejo e, mais tarde, quando se percebe que os bens foram superestimados, como acontece muitas vezes, a esperança traída vinga-se menosprezado o elogiado e aquele que elogiou. Os cautos têm comedimento, preferindo pecar pouco a muito. Raras são as eminências, portanto tempere sua apreciação. A ênfase é uma forma de mentir. Pode arruinar nossa reputação de bom gosto e, ainda pior, de sabedoria.

⁠Não há domínio maior do que aquele de si mesmo, de seus afetos, que se torna o triunfo de sua vontade.

Meus olhos

Meus olhos enxergam cores que os seus não veem.
Meus olhos percebem energias que poucos conseguem perceber.
Não há como sustentar uma felicidade inexistente,
nem uma riqueza falsa ou um glamour impertinente,
pois meus olhos veem além das aparências.

Quando se tem grande dor psicológica, a dor física não passar a ser nada além de uma anestesia caseira

Quando a aflição não te aproxima de Cristo, a abundância se torna o caminho do esquecimento.

“Se a dor não te leva aos pés de Cristo, a prosperidade certamente te afastará d’Ele.”

Não existe vitória onde a crítica fala mais alto do que a intercessão.⁠

A crítica divide, mas a intercessão move o céu; sem ela, não há vitória.”

Deus não opera vitória onde a língua acusa mais do que os joelhos dobram.

“Não há vitória em um povo que fala muito e ora pouco.”

A vitória nasce no altar da intercessão, não na mesa da crítica.

"Se você tem medo de ser atropelado, teme a morte; mas se não tem medo de ser atropelado, não a teme."

DESABAFO

“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.

A consciência deve permanecer tranquila a respeito de um acontecimento indesejado, se não há nada que possa ser feito, se o possível erro não está claro, já que não compensa ficar se culpando, buscando encontrar respostas, trazendo um desânimo para mente, uma angústia veemente ao coração, logo, é melhor seguir em frente

Certamente, houve uma razão alheia, que fez dispensar a necessidade de uma conversa, simplesmente, por falta de consideração ou por ser uma decisão difícil e assim evitar um clima chato, de qualquer forma, foi uma atitude imediata, desagradável, incompatível até com a menor satisfação, então, passa a ser um desgaste em vão ficar pensando nisso

O vitimismo não se faz presente nesse caso, o fato é que não faz sentido ficar de mal consigo por causa de uma responsabilidade inexistente, pelo menos, até que se prove o contrário pela pessoa que não quis chamar para conversar e assim, por suas razões, decidiu partir e ficar afastada, portanto, não vale a pena insistir com uma culpa infundada.

Quem precisa de título, geralmente não tem base.

O seu lado doce não pode ser negado assim como a sua personalidade excêntrica, sendo um tipo de doçura intensa da noite, cuja companhia aparenta ser muito agradável, mas é evidente que não são qualidades que compartilha intimamente com todos, muitos não estão prontos para lidar com sua singularidade, além de outros que só sabem julgar

Considera muito pouco aquilo que não tem profundidade, não sente nenhuma vontade de agradar a todos, já chegou a sentir, porém, percebeu finalmente que não compensa, o seu coração é caloroso demais e a sua integridade é muito valiosa para querer a presença dispensável daqueles que não se importam e não fazem o mínimo necessário

Continua encantadora e agora mais esperta do que antes, uma arte admirável que segue com sua venustidade atraente, desfruta da sua metamorfose, demonstrando um atrevimento aprazível que brilha dos seus olhos, certamente, bem mais do que um rosto bonito, o seu íntimo é como a noite apaixonante de um rico universo, corpo belo, sensatez e um espírito intenso.

Intuição é uma porta fechada que não inibe sons.

Somos medidos com base na felicidade dos outros: se não fizermos o que eles julgam ser prazeroso, não estamos vivendo, não nos querem por perto.

⁠Finalmente meus 40 anos...

Já não é mais a fase dos 20, nem tão pouco dos 30 é a fase tão esperada dos 40 anos...
Acumulei de maneira perfeita, a experiência e a juventude o que me fez dominar a arte, gestão da minha essência, somando vida aos anos que desfrutei e ainda os que tenho neste novo ciclo a desfrutar.
Finalmente o tão esperado momento dos meus 40 anos, onde deixo pegadas por onde caminho, fazendo-se dona dos meus passos.
E com maturidade sinto que piso mais forte, transmitindo segurança para si mesma e conseguindo me conectar com minha estabilidade emocional e pessoal que hipnotiza.
São muitas marcas do passado, é necessário muito amor para curar as feridas e as decepções.
Porém é necessário ser estratégica, tomadas de decisões sábias para lidar com cada momento.
Minhas prioridades não são as mesmas de dez anos atrás, e provavelmente vão mudar daqui a um tempo. A vida é uma constante mudança, e eu demorei para entender isso. Antes eu queria manter minha coerência, sustentar tudo em que eu acreditava. Mas aos 40 anos, compreendi que crenças mudam, que o que parece certo num dia, pode não ser no outro. Está tudo bem mudar de opinião, porque, conforme adquirimos mais conhecimento, essa é a tendência. Minha única prioridade imutável é ser feliz.
Aos meus 40 anos, sejam muito bem-vindos.
Confesso que tinha medo dessa idade e dos efeitos colaterais que ela pudesse trazer, mas decidi que não são números que vão decidir a trajetória dos meus anos. Neste aniversário, resolvi refletir sobre a vida e em como é maravilhosa vivê-la. Não irei me preocupar, apenas viverei um dia de cada vez, como deve ser feito.
Agradeço a mim pela mulher que me tornei, felicidades neste meu novo ciclo.
Meus 40 anos...