Nao Esperava me Apaixonar
Quando sonhamos morremos?
E quando morremos somos sonhos...
Num estante que vivemos não há tempo para sonhar...
E quando dormindo cansado não espaço para sonhar....
Em um pisca de olhos atravessamos o tempo sonhando ou acordados.
Seres magnicos de mundo mágico...
Vivemos eras numa paradoxo de existência para fazemos parte das estrelas que tanto contemplamos.
Há pessoas que não veem a diferença entre Satanás e Deus, a tentação e o amor, pois olham ao espelho e veem que, se não fosse o amor, não existiria a tentação. Se não mostrássemos amor por algo, não cairíamos na tentação de abdicar de outra coisa. Contudo, há uma visível diferença: Quando levamos Deus aos outros, não os tentamos com algo superficial, quando levamos Deus aos outros, não praticamos o mal, já quando levamos ódio aos outros, estamos a abdicar da oportunidade de nos tornarmos chegados ao nosso próximo, não ganhando nada em troca para além de, muitas das vezes, um valente chapadão.
O indivíduo que não habitua-se a escrever e anotar as suas boas ideias, perde 90% do seu potencial criativo.
As vidas de hoje não se resumem a dias de sol com intervalos de tempo nublado e chuvoso. As vidas são nubladas e chuvosas, com pausas para o sol.
Eu não sou pessimista, apenas evito cultivar esperanças. A realidade pode doer, mas ela sempre é o que espero dela, e assim sigo vivendo.
Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.
Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.
A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.
A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.
A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.
E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.
Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.
Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.
É o Banquete das Mortes Iluminadas!
"Felicidade plena não existe.E sim a serenidade.Temos momentos de alegria e não um estado permanente de satisfação.Separações, a morte de pessoas e bichos queridos, doenças e acidentes são inevitáveis. Superando o medo alcançamos a serenidade. Pois, o medo nos torna egoístas e nos paralisa e impede aqueles momentos de alegria e pensamentos inteligentes e com liberdade"
