Nao Esperava me Apaixonar

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Eu não sou linear, eu não sou uma pessoa terminada, eu não quero rótulos nem roteiros prontos, não existe começo nem fim em mim. Eu existo. Não sou produto, sou só coração. Vivo em um meio que me parece eterno. Um meio que me faz escrever, ser e mudar a cada dia. Se eu começasse a escrever minha vida, seria assim: Eu sou reticências. Sou 3 pontinhos. Sou o não-dito. Sou emoção e desejo. Palavras são o meu antídoto. Anti-monotonia, anti mau-humor, anti todo o amor que não há.

Não faça aos outros o que lhe é odioso. Essa é a lei. O resto são comentários.

Chega de amor falso e fingido,
Chega de hipocrisia,
Chega de promessas não cumpridas,
Chega de pensar só no seu umbigo,
Chega de ser agressivo,
Chega de xaveco furado,
Chega de dizer que tem sentimento,
Chega de tolos argumentos,
Chega de ciumes possessivo,
Seja mais objetivo,
Se reinvente, faça diferente,
Criativo espontâneo e natural,
Por mais simples que possa parecer seja original,
Seja você, seja exclusivo.

"De perto, ninguém é normal."

Me lêem, mas não me vêem. Não assim, maquiada e com a pele obstruída em base, pó e blush. A tão famosa pinta acima da boca, as covinhas nas costas, ou meus dentes grandes, e os lábios finos. É engraçado como sabem vocês das minhas tantas dores, ansiedades e complexidades, e nunca, nem sequer, tenham me visto cara à cara. Pensei nisso enquanto entrava no supermercado e comprava barras de cereal, e uma menina me fitou. E concluí com uma frase que já ouvi por aí, não sei aonde e nem a autoria: de perto, ninguém é normal.
Como o Bis em partes. Primeiro a parte de cima, depois o recheio, a parte do meio, de novo o recheio e só apenas a parte meio oca do final. Caminho rápido pelas ruas: sou quase um foguete. Coço o nariz mesmo quando não minto; é a rinite, que me ataca sempre. Tenho falado cada vez mais sozinha. Converso comigo mesma no calçadão, quando seco os cabelos, e antes de dormir. Quando sou pega em flagrante, ensaio um tom meio musical, que passe a mensagem mais sã de que "não sou louca, estou apenas cantando.". Quando me deito, os cabelos não podem encostar a pele: pra cima, e longe de se enroscar nas orelhas, de atrapalhar o meu sono de princesa. Fujo de semi-conhecidos (chega a ser incrível a quantidade de chaves, celulares e papéis que eu TENHO que pegar na bolsa, sabem como é...). Interrompo os outros, para não me fugir a idéia no ponto alto de conversas - e me arrependo, minutos mais tarde. Ensaio diálogos que quase nunca se concluem, ao telefone. E muito menos ao vivo. Quase chuto pessoas que caminham devagar, quando na minha frente. Não dialogo com coerência assim que acordo. E nunca, em hipótese alguma, tente discutir comigo pela manhã - ainda mais, se não quiser ouvir algo que te machucará. Será i-ne-vi-tá-vel.
Faço eu mesma meu leite desnatado, colocando metade do leite integral, e outra metade de água mineral. Não como tomate. Detesto telefone. Nunca tive o hábito de roer as unhas, mas puxo as peles que ficam em volta da unha. Hoje não quero, amanhã necessito. Sou ríspida, e hora depois, amável. Discuto por futebol, e abraço por gosto musical parecido. Na rua, não olho pro lados. E nem para qualquer psiu, fiu-fiu. Pra frente, e reto. Alheia, e indiferente - quem me conhecer, me chamará pelo nome. Algumas vezes, escuto Tetê Espíndola e Belchior, para não cair na mesmice. Passo rímel com a boca aberta. Tropeço mesmo parada, e não consigo dormir em lugares públicos. Ando como uma desabrigada em casa, com roupas velhas e uniformes dos meus antigos colégios. Sempre confirmo o preço, mesmo sabendo de cor. Não durmo sem saber meu signo do dia seguinte. E não pego no sono se a porta do armário estiver aberta. Necessito de pelo menos quatro litros de chimarrão e uma paçoca, por dia. Minto meu nome em festas, e à pessoas indesejáveis. Leio o jornal de trás pra frente, e abro a geladeira pra pensar. Além do mais, dobro a ponta das páginas, ao invés de usar o marca-página. Sou estranha? Talvez sim, acredito que não. Nem me importo. Sempre busquei o diferente, e talvez até tais diferenças sejam batidas, manjadas ou então, populares. Vai saber!
Dizem que mania, cada louco tem a sua. Essa são algumas das minhas, ou apenas, as que consigo perceber. E claro, como de perto, ninguém é normal, aqui está minha assinatura, logo embaixo de tudo isso. Porque sem apenas um desses meus pequenos defeitos, poderia ser você, poderia ser a sua irmã, ou a sua amiga. Mas de perto, a uns cinco centímetros, essa é uma face de mim. Apenas uma, das tantas e tão distintas. Gosta quem quiser, e detesta quem puder. Não dizem que são os defeitos que marcam, aprisionam, e apaixonam? Acredito também, ué.

Não existe sedativo
para uma dor cultivada
que não morreu quando devia.

O verdadeiro amor não é o que perdoa nossos defeitos, mas aquele que não os conhece.

Não existe verdadeira amizade senão entre aqueles que Deus une pela caridade.

Valorize quem te liga, te procura, quem te quer por perto.
Que não mede esforço para estar com você. Que entende o significado das palavras que saem de seus lábios.

Eu sou uma subjetividade, mas não sei o que sou a não ser naquilo que faço. Porque quando faço algo, eu me "re-conheco", isto é, eu conheço a mim mesmo de novo.

Se não há lágrimas no escritor, não há lágrimas no leitor. Nenhuma surpresa no escritor, nenhuma surpresa no leitor.

As decepções não são motivos para rejeitar o amor. Muito pelo contrário, elas são a prova de que sempre é hora de recomeçar.

O sorriso treinado é falso.
A vida não é pose para fotografia.

As pessoas, cedo ou tarde, vão nos decepcionar. E não há nada, nadica que possamos fazer. Paciência, faz parte, é uma coisa normal, natural. Não adianta você ser legal, querer o bem da pessoa, defender, ajudar, dar uma força. Ninguém lembra disso, muito menos valoriza. Não, não espero aplausos, confetes, elogios e serpentina, só espero que as pessoas sejam honestas e verdadeiras. Só espero que as pessoas cumpram com a palavra. É demais esperar honestidade? Não quero reconhecimento nem valorização, só quero (e espero, de verdade) que as pessoas entendam que estão lidando com pessoas. E que a vida não é um negócio, as relações não são um jogo. Não sou fria, sou de carne e osso. Mais carne do que é osso, é bem verdade.

Sai pra lá pela saco não vão me alcançar, e se alcançar vai ser difícil derrubar.

Amor não existe, é apenas um sentimento que não vale a pena sentir.

Como é chato ser tímido. Não poder dizer e fazer coisas que poderiam mudar sua vida.

Comigo não tem essa de "querer um tempo". Amar não é confusão, amar é ficar junto, mesmo confuso. É resolver isso juntos. Não é se afastar. Mas então, isso não era amor, era ilusão. Se é amor, fique. Se não, vá embora ilusão.

Deve aconselhar-se apenas quando queres e não quando outros o queiram; deve desencorajar todos de fornece-lhe conselhos se não os solicitados.

Não existe nenhuma fórmula para o sucesso, exceto, talvez, pela aceitação incondicional da vida e do que ela traz.

Você não se importa. Até perder.