Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda

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Porque não é o homem mas o mundo que se tornou um anormal.

Não adianta você arrumar um namorado engravatado que te trate mal, melhor um vagabundo que liga pra você no meio da noite so pra dizer "amor ta acordada ?
ela : tô.
- a sim é porque eu precisava muito ouvir sua voz.
te amo.

A adolescência é uma passagem para a maturidade, não a maturidade para quem tem apenas idade.

Não julgues nada pela pequenez dos começos. Uma vez fizeram-me notar que não se
distinguem pelo tamanho as sementes que darão ervas anuais das que vão produzir
árvores centenárias.

Eu sou assim... Ligada na tomada! Não paro, canso mas não abro a mão do que eu quero, do que gosto.Às vezes fantasio e imagino inúmeras cenas e respostas na minha mente antes de torná-las reais. Não faço e nem falo tudo certo. Sou fraca em alguns momentos, mas forte em muitos outros. Eu Amo. Eu me amo. Eu brigo. Eu choro. Eu grito. Eu abraço. Eu converso com Deus. Eu falo sozinha. Tenho desejos, objetivos, sonhos, lembranças. Não sou a mais certa, mas sou aquela que se entrega, que provoca, que não nega e não se prende. Minha falta de medo me assusta.

O mistério da existência humana não está apenas em permanecer vivo, mas em encontrar algo pelo qual viver.

Fiódor Dostoiévski
Os Irmãos Karamázov, São Paulo: Editora 34, 2008.

O mundo precisa de exempplos não de opniões.

Em uma situação de desespero, não temos que sentir medo, e sim empolgação extrema!

Blue Lock
Episódio 9.

Nada que uma moto e uma estrada não resolva...

Ninguém é perfeito. As coisas não funcionam assim. Quando nos livramos de uma coisa ruim, outra a substitui.
(Divergente)

Veronica Roth
Divergente

A felicidade consiste na ação, na satisfação do esforço ininterrupto, não na posse.

As guerras não fazem de ninguém melhor.

Sei que 'cê ja sonhou em ser alguém
É, sonhei também
Mas quem te disse que hoje você nao é ninguém?

Não sofremos por amor, sofremos apenas por gostar demais de pessoas que não valorizam nossos sentimentos.

É terapia… Ligar o som alto, deitar na cama e começar a pensar em tudo aquilo que não deu certo. E sorrir por tudo aquilo que ainda vai dar.

Antes de me julgar se olhe no espelho. Só tenha cuidado para não se cortar com os cacos!

Dizem que temos direito a vida... Vida? Eu penso que não. Todos têm o direito de “nascer”, viver não é um direito que nos é concedido; é uma necessidade.

O que os olhos não vêem

Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.

Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...

Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.

Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.

O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.

E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.

De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.

E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.

Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...

Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.

E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.

E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.

Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!

Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.

E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.

E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...

Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!

E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!

E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.

O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.

E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!

Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.

Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.

Não permita que o outono lhe tire
a esperança da primavera.

" Sou daqueles que, se você não fizer 36 polichinelos na minha frente, com uma placa “eu gosto de você” pendurada balançando no pescoço, jamais terei certeza. "