Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda

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Somos feitos de instantes frágeis e ansiosos, que ainda assim escolhe acreditar que somos capazes de constância, confiança e espera.


— Jess.

Um passo pequeno ainda é um passo.


— Jess.

Ainda irei me surpreender comigo.


— Jess.

⁠Se ninguém falou ainda, saiba que você é uma pessoa incrível.

A Ponte
Incrivelmente o céu descortinou-se e azul apresentou-se. Este tom ainda era desconhecido. Um azul intenso, forte, transparente que incomoda os olhos acostumados a viver na escuridão. Algumas almas nobres são atingidas pela luz intensa e azulada e percebem na luz uma ponte que se forma. Ponte que leva a novos caminhos, novas estradas, outras nuvens, outras tempestades...

Sou feita de travessias.


A menina de dezessete
ainda corre em mim
com folhas da Floresta da Tijuca
presas nos cabelos
e o gosto ácido de sonhos
na boca.


Mas hoje caminho mais devagar.
Carrego filhos nos braços,
culpas no peito,
e um espelho que às vezes
não me reconhece.


Entre o pão da pressa
e a fome que não é de comida,
procuro aquela que eu era —
não para voltar atrás,
mas para me reencontrar inteira.


Sou mãe,
sou mulher,
sou chama baixa que insiste.


Ainda quero o mundo.
Só estou aprendendo
a caber nele
sem deixar de caber em mim.

Sou ainda autora e criadora de projetos educativos, livros e materiais que aproximam ciência, cidadania e proteção social , porque educar é plantar futuro.

Recomeçar é um jeito bonito de dizer: ainda acredito.

" Tenho saudade de gente viva, gente que ainda posso abraçar, apesar das distâncias, apesar dos medos, apesar dos pesares...

“” Vc é do jeitinho que eu gosto
E aposto
Que vc sabe ser ainda melhor...””

“” Se algum dia pensares em fazer algo de ruim contra ti,
Lembra-te das coisas boas que ainda irás fazer e sinta sua alma...
Nela você ainda é uma criança...””

Gostoso???
Gostosa???
É o homem e a mulher que vivem juntos a vida toda e quando velhos ainda se dizem :
Eu amo você.
E quando um morre
O outro vive, mas todo dia morre um pouco de saudade

Estou de verde
mas o amarelo certamente cairia bem
embora o momento seja de abraço
ainda assim me sinto um pouco palhaço
Vai Brasil...
um foda-se pra todo mundo
e um feliz ano novo também...

"" Esquina de minha vida
um dia ainda dobro você...""

É preciso Sonhar
Ainda que os pesadelos rondem
Sonhar é preciso...

" Temos boas
intenções,
poucas
mas temos
e ainda temos
algumas idéias
de gerico
só para apimentar...

Muitas vezes porque os amamos, é ainda maior a nossa dor quando a mágoa é causada por aqueles de quem não esperamos nada de mal.

Hoje foi um dia quente, desses meio sufocantes, ainda que minha mente estivesse serena e até mesmo otimista, como quem vê um eclipse e enxer a parte do sol não encoberta. Ao longo do dia, usei a linguagem com força e ironia. A ironia é uma ferramenta útil, porque desconstrói a seriedade de uma linguagem linear. O desejo ficou em segundo plano, pois o calor impedia certo sentimentalismo. Não houve cansaço, houve uma busca incessante pela verdade, enquanto meu corpo transpirava suor. Se minha mente fosse uma paisagem talvez seria o mar e sua dimensão, enquanto eu ficava na areia fatigado pela alta temperatura do clima. Eu poderia entrar no mar, mas o sol gerou uma apatia paralisante. Eu já desisti de ser entendida. Meu comportamento é gentil e educado, mas minha mente é um vulcão em erupção. E eu já estou acostumada com labaredas de fogo, com um sorriso meigo nos lábios. Não que eu minta. Não que eu finja. Apenas não me explico com dez minutos de conversa. E me vejo em uma biblioteca folheando livros, com a calma de um pássaro que constrói seu ninho. Poderia estar em uma floresta e esquecer o homo sapiens por alguns instantes. Mas volto à civilização, porque esqueci de colocar uma vírgula em um texto qualquer. Não sou ruína, sou construtora de mundos, nos dedos ágeis do meu pensamento, no fluxo psicológico de minha mente. Pensamento puxa pensamento, às vezes um, às vezes múltiplos. E eu aguento, porque não sou capaz de não ser eu mesma, e minha sinceridade e transparência assusta como um urso que saiu do estado de hibernação. Eu não me movo. Na poltrona em que me sento viajo além. Apenas olho o mundo com uma frieza que meu sorriso desmente. Uma palavra que me define seria sincronicidade, pois me nego a acreditar que a existência seja aleatória. Ainda acredito em significados e me alimento de vagas ideias, já que o mundo não me dá certezas nenhumas. Sou uma mulher doce. Quem me vê talvez pense que sou domesticada, mas larvas de fogo escorrem pelos meus olhos, um jeito mais quente de decifrar a vida. Creio no ser humano, mas não em todos. Penso na massa que trabalha com seriedade, enquanto a elite do mundo elabora altos níveis de persevidade. Sinto medo da maldade humana e me escondo de olhares, em minha impotência de cidadã comum. E me agorro em Deus, última potência de salvação em um mundo comprometido com sociedades secretas sádicas e cruéis, de tal forma que me deixa horrorizada, em estado de choque. A minha alegria está no cidadão comum, que come o pão fruto do seu trabalho pesado. Penso se haverá esperança no mundo e me recuso a ter filhos. Minha vida caminha isolada e silenciosa. Meu silêncio diz mais que a palavras, porque é denso, pleno de palavras não ditas. Se eu falasse certamente seria desacreditada e me canso antes de dizer. Estou lúcida e a loucura me visita de tempos em tempos. A lucidez dói, porque escancara o real para mim. E tenho que lidar com uma sociedade corrupta e vendida. Minha vontade seria nunca mais falar. Não articular palavras. Mas dou bom dia, boa tarde e boa noite, com um sorriso melífluo, enquanto escubro uma hemorragia interno. E meu peito sangra pelos inocentes, que morrem sem saber porquê um dia nasceram. Nada posso fazer, apenas como formiguinha, acreditar na Educação como agente de transformação pessoal e social. Eu acredito em Deus.

A tempestade passou, o céu está cinza, mas ecos seus ainda persistem, o perfume do amor se dissipa, eu costumava sonhar que você ficaria para sempre..., sombras do nosso amor se espalham e desaparecem..., depois da chuva, eu recomeço...

O seu olhar revela a solidão do adeus. As lágrimas mostra que a saudade ainda machuca um coração que aprendeu a amar, mas não aprendeu a esquecer!