Nao Acabou pra Mim
Quando as pessoas estão disponíveis a não mais se expressarem com ódio e angariam o poder para as palavras a comunicação fica mais fácil. As pessoas precisam ser sensibilizadas para esta abertura.
Quando uma militância cruza a linha do respeito individual, já não é militância, e sim patrulha de opinião. Ninguém precisa de patrulheiros de opinião. As pessoas precisam de companhia para conversar.
Eu nunca fui militante, mas como observadora da cena, compreendo que ser militante não é espantar as pessoas, e sim atrair as pessoas, e penso que o divergente que não cruza a linha da falta de respeito pode se tornar um aliado, e até mesmo um amigo.
Estrelas hipervelozes
que não são contidas
passando perto do buraco negro,
as duas escapam vivas
e por nada são detidas.
[[Pelo amor permitem ser rendidas]].
Estamos no inverno
com o céu cinzento,
e você aqui não veio.
Talvez seja o porquê
está fazendo muito
mais frio em Rodeio.
Na beleza das linhas
dos teus olhos leio
o igual desejo escrito
por Edda Falzolgher;
Algo entre nós
está por acontecer.
Tudo depende mais
de você do que de mim,
Não preciso nem
mesmo explicar o porquê:
Não nasceste ontem,
e eu também não.
Com poesia e paixão,
e com o que há de mais
belo no Médio Vale do Itajaí,
Estou à espera da estação
que o amor florescerá
de vez com a aproximação.
Pensando bem mesmo, não temos que "escolher" entre a China e os EUA, o Brasil perto deles é uma donzela. Geopolítica é igual a romance, ganha o coração quem for mais romântico, cativante e amável.
Capturaste-me todo o pensamento
desde o primeiro momento;
não consigo mais pensar em nada,
estou ligada em ti o dia inteiro.
Com a majestade com que o Rio Layou
desce e encontra o mar,
entregues ao melhor Bouyon,
sei que vamos nos encontrar.
Em tempo de florada da Bois Kwaib
e pétalas caindo sobre nós,
somente nossos beijos haverão
de emudecer a nossa voz.
Sabemos muito o que queremos,
e sei que nós podemos ir além;
a dança quem conduz é você,
para juntos acendermos os desejos.
Do amor não somos passageiros,
e nele nós nos reconhecemos;
da minha parte eu sei o que fazer:
contigo do anoitecer ao alvorecer.
Não tenho receio de lidar com divergência desde que o argumento seja educado e estruturado. Eu não escrevo a metade do que penso porque infelizmente uma parcela da minha sociedade na rede tem orgulho da própria ignorância e resiste conversar como gente grande. É desgastante.
Não sou contra a cooperação com os EUA no combate ao crime. Cooperação com Brasil já existe há anos e pode vir a ser aprofundada.
Cooperação é diferente de intervenção, mas depois da última reunião que o Secretário da Guerra teve com o Escudo das Américas, ele pediu para que os países deixem o Tribunal Penal Internacional (TPI) que sei que não é perfeito e carece de muito aperfeiçoamento.
O TPI é um tribunal que não serve só para crimes de guerra, mas também crimes de genocídio que governos podem praticar contra os próprios cidadãos.
O que o Secretário da Guerra pediu pode custar muito caro para todos os povos das Américas.
Que os EUA não queiram continuar sem entrar é uma escolha que atende aos anseios da administração deles, e penso que cada um no seu quadrado.
Não mantenho nenhuma empatia com nenhuma Força Armada invasora de país nenhum.
Nenhuma tropa entra num país para distribuir flores.
Os civis sempre pagam a conta mais cara.
Não vivo de fantasia.
Mentes livres não se permitem envolver por políticos que criam situações rocambolescas 24 horas para viver com um triplex montado em nossos pensamentos.
Não há o que se desculpar
por sentir ou querer demais.
Recebo o seu coração em paz,
e, se for do destino, sei o que
fazer conosco e muito mais.
Não haveremos mesmo de ser
ravinas ou riachos sazonais.
Temos os mesmos gostos
compartilhados e musicais,
e daremos passos fundamentais.
Somos unidos pelo coração,
temos algo de Flamboyant
na beirinha do Rio Wingfield;
e algo de Saint Kitts e Nevis
acompanhado a String Band.
Presa pelo seu pensamento,
e você, preso ao encantamento,
muito longe de sermos reféns:
estamos preparando a festa
em que um para o outro já é alguém.
Odiar é mais fácil do que amar, mas prestem muita atenção!
Não quero diminuir o Sudão e nem o Sudão do Sul, eu os amo de paixão, mas o que fizeram com eles quando havia unidade territorial é de uma covardia sem par devido a dificuldade deles de terem uma comunicação unificada entre eles que desencadeou nesta guerra interminável.
Nós brasileiros, por termos unidade no idioma temos o dever de aprender e domesticar em nós os impulsos e a hora de parar.
Esta rixa entre regiões é um veneno programado para separatismo para nos fragilizar e alguma potência roubar as nossas riquezas.
Sinceramente, não estou nem aí se alguém vai me chamar de doida, mas eu acompanho geopolítica até porque a minha história ancestral tem muito desta carga histórica de guerras e de ocupações.
Espero que a nossa sociedade reflita e pare definitivamente com estes choques para o nosso próprio bem.
Divisões internas sempre colapsaram países. Nunca deu para brincar no passado e hoje menos ainda.
Todos nós temos o que perder. Encarecidamente vamos nos entender acima das diferenças regionais e ideológicas.
Desculpem desabafo, resolvi escrever isso porque o algoritmo do Facebook está me soterrado sem eu pedir de posts que estão me preocupando.
É relevante lembrar que o Facebook está sendo processado no caso do genocídio do povo rohingya, embora já tenha reconhecido que falhou em ser ágil para impedir a desgraça.
Não levem como verdade absoluta falas de pessoas que saem revoltadas com os regimes dos países de origem e distorcem a própria cultura para chamar a atenção. Escutem com sabedoria e depois pesquisem se é verdade ou mentira.
Dinheiro, status, diplomas e poder fascinam como rótulos, mas não ajudam quando você percebe que a pessoa tem menos repertório do que um passarinho. Prefiro ficar escutando um passarinho do que escutar gente que fala abobrinha.
