Nao Acabou pra Mim

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⁠Guerreira de fibra, de garra e de brio,
Não foge da luta, não teme o cansaço,
Atravessa deserta e mergulha no rio,
Construindo o destino com o próprio braço.


---------------- Eliana Angel Wolf

Eliana Angel, luz que não se apaga,
Wolf, a força que a alcateia conduz,
Sua história é lição que o tempo propaga,
Transformando as sombras em raios de luz.


------------------------------- Eliana Angel Wolf⁠

Não é apenas carne, osso e vontade,
É exemplo vivo de quem sabe vencer,
Pois a sua maior e real liberdade,
É ser a guerreira que escolheu ser.


-------------- Eliana Angel Wolf⁠

⁠"Menina no riso, mas guerreira no passo. Ela não espera o caminho ser fácil, ela constrói a própria estrada."


---- Eliana Angel Wolf

Não luta com ódio, mas com o coração,
Erguendo a espada da verdade e do bem,
Wolf no instinto, anjo na missão,
Caminha com passos que a luz sustém.


------- Eliana Angel Wolf⁠

⁠O Sorriso da Alvorada
Não é só de aço que se faz a jornada,
Pois a maior força nasce do coração,
Eliana sorri para a nova estrada,
Com a paz de quem cumpre a sua missão.


------ Eliana Angel Wolf

Ela não veste ferro apenas por destino,
Mas para ser o abrigo no caminho peregrino.
Cada elo de sua armadura guarda um nome,
Um amor que a cansaço ou medo jamais consome.




------ Eliana Angel Wolf⁠

Não é apenas beleza, é algo divino,
É o sangue que molda o próprio destino.
Uma prece em forma de mulher e de luz,
Que carrega o amor em seus braços de mãe...
E com um sorriso de quem sabe, enfim,
Que ser mãe é ser guerra, jardim e começo sem fim.⁠


------------=- Eliana angel Wolf

O escudo de lobo não é só metal,
É barreira sagrada contra todo o mal.
Seus filhos são joias, seu bem mais precioso,
Por eles, o instinto se faz cuidadoso.


--------- Eliana Angel Wolf⁠

Veste-me com a armadura da esperança,
E com a leveza da seda, para que a força não roube a minha doçura.
Que, sob o céu estrelado e sob a luz do sol,
Eu me lembre de que a minha maior batalha é, muitas vezes, interior.


-------- Eliana Angel Wolf⁠

Eu na madruga


daquilo que não passou, o que fica?
A saudade tem várias facetas. Às vezes várias faces.
Minha maior saudade é daquilo que não vivenciei, por mais paradoxal que isso soe.
Aquilo que fica guardado na memória pode ser resgatado, digamos que revivido com uma intensidade menor do que a vivência original.
Mas e aquilo que não foi registrado, que não foi vivido? E que não tem possibilidade alguma de se efetivar? Sim, estou pensando em quem partiu sem um adeus, sem despedida, sem um tchauzinho.
A morte é mesmo um mistério. Assim como a vida também o é.
As lágrimas vêm para purificar a alma, para abrir espaço para a leveza, para fazer vir a tona aquelas boas lembranças que estão nos detalhes mínimos, em algumas circunstâncias, nas cores, nos cheiros, nas semelhanças ou nos contrastes, enfim em quase tudo tem um pouco daquilo que ficou para trás. Essa sensação é indescritível. É um misto de valeu a pena com gostinho de quero mais.
Mas a interrupção sem aviso prévio deixou irrealizável o que estava por vir. E, novamente, a saudade não é do que ficou para trás, mas daquilo que não aconteceu.
A saudade também tem nome. E endereço fixo: coração e alma de quem a sente.

E a vida vai passando. O tempo não poupa nada, nem ninguém.
Tem gente guardando emoções para sabe-se lá quando sem perceber que esse tempo pode não chegar.
Fazer agora o que poderia ser feito depois não é burrice. Num piscar de olhos tudo pode se transformar em saudade. E aí, meus caros... ah aí a saudade do que não aconteceu pode vir e a gente só vai poder ficar com a clássica pergunta "como teria sido se?".

Sua filha não é obrigada a escutar você brigando com ela, por uma coisa que sua filha não fez, cresce!




E você(adulto) não pode sair por ai achando que pode fazer oque quiser com sua (seu) filha (lho) ta bom?.

De fato
O verdadeiro problema não está
em não saber o que fazer,
mas
em não fazer o que já se sabe.⁠

A vida não é o que te ensinaram a aceitar é o que você ousa enxergar além do véu.


Não somos seres pequenos implorando por luz… somos a própria chama esquecida, adormecida sob camadas de medo, controle e ilusão.


Ser quem você realmente é exige romper com o conforto da ignorância.
Exige olhar para dentro, encarar suas sombras e, ao invés de fugir, dominá-las.


Porque a verdade é simples e desconfortável:
ninguém veio te salvar.


Você não é guiado… você é o guia.
Não é criado para obedecer… mas para despertar.


E prosperar, viver, evoluir… não é acumular é lembrar do poder que sempre esteve em você.

A angústia de morte, na maioria dos casos clínicos, não é medo do fim biológico: é a antecipação tardia de uma vida que foi ensaiada, mas não habitada. O que aterroriza não é a cessação — é a suspeita, que se impõe com força crescente, de que não houve começo verdadeiro; que o sujeito passou a existência inteira num modo de adiamento que se disfarçou de prudência. Quando essa percepção se consolida, o silêncio que se instala não é vazio: é a recusa da linguagem diante daquilo que excede a elaboração, daquilo que, ao emergir, já não cabe em palavras porque nunca foi vivido em atos.

A memória não é arquivo — é seleção inconsciente daquilo que ainda não foi elaborado. O aparato psíquico não retém o que passou: retém o que insiste, o que retorna em busca de sentido que não encontrou, o que permanece aberto como ferida que nunca cicatrizou por completo. Lembrar não é revisitar — é testemunhar o retorno do recalcado que, sob a forma de imagem, afeto ou sintoma, continua reclamando o trabalho psíquico que lhe foi negado. A memória, portanto, não fala do passado: fala do que, no passado, ainda não terminou de acontecer.

Há verdades que o processo analítico desvela e que não produzem alívio — produzem exposição. Retiram os mecanismos de defesa que sustentavam uma ilusão funcional, e deixam o sujeito diante de si sem as metáforas protetoras que tornavam possível a existência cotidiana. O que a clínica precisa aprender — e que o paciente aprende a custo — é que nem toda lucidez é terapêutica no sentido de reconfortante; algumas formas de verdade apenas exigem a coragem de continuar sem os disfarces que antes eram necessários para permanecer. O que foi desnudado não se veste novamente: só pode ser integrado ou negado, e a negação, nesse ponto, já não é gratuita.

Têm pessoas que a gente convive por necessidade, para não ficar com aquele clima pesado demais quando está por perto. A gente até tenta esquecer um erro aqui, outro ali, mas olha, não é fácil. Às vezes até rola um sorriso no canto da boca, um bate-papo social, um aperto de mão, um abraço... mas quando a gente sai de cena, e lembra tudo que já passou, que já ouviu, pensamos simplesmente em virar as costas, afastar e deixar quieto. Mas o coração diz "Tenta. Se aproxima. Perdoa. Esquece." Aí vai você fazer todo esforço novamente. É. São obstáculos que a gente enfrenta todos os dias quando alguém que tanto admiravámos, nos decepciona profundamente.

Não acredito muito nesse negócio de "amor em segredo". Como as pessoas conseguem esconder um sentimento desse porte?

Se de fato for amor, lute por ele. Porque se for da vontade de Deus, não importa a vontade dos outros.