Nao Acabou pra Mim

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Para mim, o necessário é aquilo que eu mesmo faço, aquilo que eu preciso para fazer e aquilo que eu preciso para sobreviver; mais que isso é exagero, posse, ganância.

⁠"Importante pra mim é minha família e Deus... O resto é confeite de aniversário".

Cuidar de mim é me escolher sem culpa: entender o que preciso, priorizar o que importa e ficar só com o que me faz bem.

⁠Tem gente que
dá o seu jeito
próprio de usar,
Binga para mim
é para água levar.

Você é tudo aquilo que nunca morreu em mim.
Você é o sorriso que sempre me faz sorrir.
Você é a dor que jamais esqueci
Você é tudo aquilo que cura tudo em mim.

Você é tudo aquilo que nunca morreu em mim.
Você é o sorriso que sempre me faz sorrir.
Você é a dor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que cura tudo em mim.


Você é tudo aquilo que sempre viveu em mim.
Você é a única que me faz sentir.
Você é o amor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que preciso aqui.

Repousa em mim
Vive em mim
Passa outra noite aqui.
Aqueça esse peito
Que só bate assim por ti...

Eu só queria poder sentir
Mais uma vez
O sol brilhar pra mim...⁠

⁠Eu só queria poder sentir
Mais uma vez
O sol brilhar pra mim...
Mas só invés dele, veio a escuridão
Pra atormentar o meu coração...

Condenam minhas ações, meu sagrado, meu eu, como se suas crenças dependessem de mim.

Dê-me a tua chama prometeica!
Ascenda em mim a gnose proibida!
Pois minha alma tem a tua marca
E minha essência é luciferica!⁠
- Marcela Lobato

Lúcifer é a figura central pra mim. Por vezes, sua face de luz. Por vezes, sua face rebelde de Samael, também conhecido como Satan. Lúcifer é o meu soberano, mas não como um mestre que manda nos meus passos, desejos e vontades, mas sim como um deus que me torna mestre de mim mesma.
Eu sou politeísta, tenho muitos deuses, acredito em praticamente todos, mesmo os que não cultuo pessoalmente, mas desde que me pactuei a Lúcifer e como o fruto proibido, me tornei igual a eles. Eu sou Deus, e também cultuo os deuses que desejo, que me identifico, que tenho o chamado, porque sou livre. Cultuo aqueles que foram demonizados, e muitos chamam de demônios. Cultuo porque sou como Belial, sem mestre, correntes ou amarras.
- Marcela Lobato

Ser emo nunca foi uma fase ou um mero modismo pra mim. Mesmo antes de conhecer essa palavra, já era a personificação do seu significado. O emo, tanto o original, enquanto vertente do rock, como no aspecto do estilo, assim como modo de ser, sempre me agradaram e foram parte de mim. Conheci um pouco antes de se tornar um modismo, e nunca neguei ser e gostar.
Quando gosto de algo, não me importa se ninguém conhece, se ninguém gosta, se é uma "moda do momento" ou se é extremamente popular. Pra mim, a única coisa que sempre importou foi se eu gostei ou não. Se me identifico, se aquilo conversa com o meu mundo particular, se me agrada.
Lembro de uma amiga que dizia que quando eu estivesse um pouco mais velha, veria como não gostaria mais do emo e nem me afirmaria como tal. Bom, ela se enganou. Fui, sou e sempre serei emo. Keep emo alive! Mantenha o emo vivo! Viva a cena alternativa!
- Marcela Lobato

Desde criança, as trevas já eram parte de mim, e o rock corria em minhas veias, sendo tão vital quanto o sangue. O obscuro sempre me atraiu, e a noite sempre foi a minha parte preferida do dia, especialmente a madrugada. Desde sempre sou atraída pela escuridão, porque sou parte dela.
Sou noturna, apaixonada pela melancolia e pelos vampiros das séries de TV, principalmente por seu emocional complexo e tristeza existencial, onde sempre me vi, quase como olhar em um espelho. Nunca fui sol, mas sim lua. Nunca me encaixei nas expectativas que traiam quem sou. Para ser eu mesma, paguei um alto preço, mas muito mais caro seria me anular para pertencer ao vazio das superficialidades e falsidade social.
- Marcela Lobato

A suposta profanação
do teu amado solo sagrado
de pureza e tranquilidade
- por mim está concluído
tal qual Murici plantado,
de mim não conseguirá
nunca mais ficar resistindo.


Moro no teu pensamento,
no súcubo e íncubo
dos teus impulsos,
os teus deuses blasfemo,
e em retribuição são eles
é quem me rendem culto,
no teu sepulcral silêncio
seja no céu e inferno,
o teu giro sempre ocorre
ao redor do meu Universo.


Do meu ser fantasmagórico,
eclipsante e desafiador,
não há litania ou exorcismo
contra a possessão abissal
da minha presença sensual
vir a conseguir dela se livrar,
sem esforço e sem murmuração,
em nenhuma hipótese irá escapar.

Nada de mim em ti, é evanescente;
incipiente se renova e permanece,
com velatura de seda sobre a sua
pele com nímio certeiro nos impele
a nos colocar nas mãos do destino.


Perscrutar o teu mistério quase
místico é algo como mansa ave
e o meu roçar suave passeiam
com graça tangencial no seu brio,
flertando sibilante e visceralmente.


Doce é a ambição pela tua turgidez
de alta voltagem e do teu mais
terno amplexo que têm fortemente
se preparado - e a cada novo
eflorescimento tem se encaixado.


Não quero esconder que te quero
bem colado com beijos de Cambuí,
indecoroso, atrevido e abusado,
porque lado a lado sinto que os teus
planos são de amor e fogo apaixonado.

Uma parte de mim
descansa por saber
que leva em si a tradição
entre belas montanhas,
sem perder esperanças.


Nasceu capaz de sair
muito antes da Primavera,
se for preciso fazer guerra
contra qualquer guerra,
e contra qualquer quimera.


Jamais por escolha
e nem por ter nascido
forjado para a guerra,
e sim por amor à terra,
nenhum pouco efêmera.


Com o brilho cortante
da estrela mais brilhante
do rigoroso Inverno
e nascido tão belo,
que ouso chamar
de meu o seu Universo.

A liberdade de errar e de acertar que eu quero para mim, é a mesma que quero para você. Concordando ou não com o que você pensa. Porque eu aprendo mais com você do que ensino.

Roça de leve a vontade
em mim que moro
no Centro de Rodeio,
Vou sair para passear
neste cair da tarde lá
no Ribeirão Rodeio Doze,
Para ver a concisão
da Lua Crescente na noite
com o nosso amor e a paixão.


A Lua refletida nos teus olhos,
e o perpassar dos sonhos
não ditos e as impressões
abraçados pelas emoções
no imenso Médio Vale do Itajaí,
serão vistos e celebrados,
Porque nascemos para ser
para todo o sempre namorados.


Tu bem sabe o que sempre
quis é o mesmo da sua parte,
Destarte, a glória de discernir
e a una declaração de vontade,
haverá de ser renovada
com toda devoção e lealdade.

Parte de mim é Kaingang
que colhe a flor do Gravatá,
Que aprecia este saboroso
abençoado e bom Fuá,
e não toca se não precisar.


A outra parte é Gravatá
em flor vestida de cor
nascida para conquistar
você do jeito que for.


Diga aos quatro ventos,
por toda a Santa Catarina:
- Que deseja ser o calor,
e todo o celebrado amor!