Nao Acabou pra Mim

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Mãe
parte de mim mora em tuas estrelas.

És proibido
e por isso foges de mim ... Eu sei .
Mas também sei
Que tu foste e continuas sendo
o sonho mais bonito
que um dia pousou aqui
Ah,bem aqui
No profundo de mim .

AMOR
Ainda que silencies e fujas de mim...
Estarei aqui ,
no mesmo lugar e
com a porta bem aberta .
Porque no fundo os poetas
inda que cegos
inda que errantes
inda que amantes ...
Enxergam e reluzem na escuridão.
E não te esqueces por favor
Que ainda que tenhas
me causado mágoas e dor...
Eu te perdoou e
te leio nos meus versos
ainda que dispersos :
Inda é teu todo o
meu amor.

Quando a mentira Cansa

Eu já contei muita mentira bem construída para mim mesmo. Aquelas frases que soam inteligentes, fazem sentido num café com amigos, mas não fecham a conta com a realidade do meu dia a dia. “É só uma fase.” “Está controlado.” “Eu aguento mais um tempo.” Lá no fundo eu sabia que não era verdade, mas repetir essas justificativas era mais fácil do que admitir que eu tinha medo de mudar. O problema é que o corpo não negocia com esse tipo de mentira durante muito tempo. O cansaço aumenta, a irritação cresce, a paciência desaparece. Não é azar, não é só pressão externa: é o desgaste de sustentar uma vida que já não faz sentido para aquilo que eu sei que poderia ser.


Talvez você também tenha criado essas histórias para continuar onde já não faz sentido ficar. Um relacionamento que só se mantém por hábito, um trabalho que já não te desenvolve em nada, uma rotina que te deixa num piloto automático confortável, mas sem vida. A mente é criativa para arranjar justificativas: agora não dá, não é o momento, depois eu vejo isso. Só que cada “depois” é uma escolha. E, queiramos ou não, a identidade que temos hoje é o resultado exato da soma do que aceitamos, do que ignorámos, do que adiámos e do que escolhemos manter. Não é um rótulo abstrato. É a consequência prática da forma como temos vivido.


Quando eu parei de me ouvir como vítima e comecei a olhar para mim como responsável, a pergunta deixou de ser “por que é que a minha vida está assim?” e passou a ser “que tipo de pessoa eu tenho decidido ser todos os dias?”. Não adianta só desejar mais, querer mais, sonhar mais. A questão é: eu sou o tipo de pessoa que sustenta aquilo que diz que quer? Os meus hábitos, a forma como eu gasto o meu tempo, as conversas que eu alimento, as relações que eu tolero, a maneira como eu fujo do desconforto… tudo isso revela quem eu sou hoje, não quem eu conto que sou. E dói perceber isso, mas é uma dor lúcida.


Hoje eu entendo identidade como esse espelho que não mente. Não é sobre a imagem que eu vendo, é sobre o rasto que eu deixo. Se eu quero uma vida diferente, não basta pedir por oportunidades novas, eu preciso aceitar o custo de me tornar alguém à altura daquilo que eu diz que quer construir. Enquanto eu continuar a proteger as minhas desculpas, vou continuar a proteger também os resultados que me incomodam. A virada começa quando eu assumo, sem drama mas sem fuga: a vida que tenho hoje é a versão prática da pessoa que eu venho escolhendo ser. A pergunta que fica é simples e incômoda: eu quero mesmo continuar a ser esta pessoa?

Na solidão, te abraçarei com toda a força que há em mim, para que jamais se afaste de mim,
nunca mais se desprenda de mim.

A força que habita em mim rejeita tua ausência,
que assola minha alma mesmo em seu melhor momento.
A falta que você faz é imensa
nenhum vazio se preenche com silêncio na tua presença.

Sigo só, na companhia de mim mesmo, imperfeita, mas fiel, minha sombra na longa estrada da vida.

Estou só, na companhia imperfeita e leal de mim mesmo, sombra que me acompanha na longa estrada da vida, eu em minha companhia.

É insano, depravado, luxúria sem ética nem moral, assim são teus sentimentos por mim.
Às vezes, carinhosa, sutil, meiga, educada, doce.
De repente, uma explosão sem motivo, um vulcão que devasta a paz e os sentimentos.
Ainda assim, te desejo.
Ordinária, rebelde, enfeitiças meus dias e acendes em mim desejos que só pertencem a ti.

Tu és uma bruxa sensual, devastadora e maravilhosa. Teu encanto e tua bondade despertaram em mim uma felicidade que só existe por te pertencer.

Parte de mim é um monstro adormecido, silencioso, impossibilitado, caído sem reação.
Outra parte é uma ponte frágil, suspensa entre a carga e o conflito,
vivendo o dilema de ser meio razão e metade partida,
onde nem mesmo o amor encontra equilíbrio.

Recusas-te a estar perto de mim, ostentando a tua beleza e exibindo-te para que todos vejam a mulher poderosa que te tornei.

Esquece de mim: confronto a saudade para fugir da lembrança hostil. Ignoro a falsa bondade ardente das aparências e, sentado diante da indulgência, resmungo sem aceitar a mão que se estende.

⁠Além de mim, ninguém é proprietário nem responsável pelas minhas decisões falhas.

“Você é a elegância ao passar por mim na rua, desfilando beleza e fascinação. A tua beleza extravagante conforta esta vida devastada e castigada pela distância de você.”

É fascinação, desejo louco, incomparável, somar você com outra mulher é impossível. Falo por mim: você é diferente das demais, é indiferente a ponto de não demonstrar preocupação até resolver a situação. Se a sorte existe, ela está no homem afortunado que tem o privilégio de te amar.

Mangou de mim no momento em que eu estava vulnerável aos teus acalantos.
Mangou e, ao mesmo tempo, saiu da minha vida,
deixando as amarras do desprezo —
um jogo perigoso.
Fechou a porta, restando a saudade,
a lembrança afundando num pântano esquecido.
Mangou de mim antes do adeus.

Todos os meus dias eu te desejo em minha vida, linda mulher encantadora. És parte de mim, mesmo à distância. Sonho estar em teus braços, abraçando teus abraços, entrelaçado na tua presença e na minha vida vivida.

Obrigado por existir, por estar aqui cuidando de mim, por suportar minhas manias, costumes e defeitos — e, mesmo assim, escolher permanecer ao meu lado, doando o seu amor com tanta sinceridade. És a mulher da minha vida vivida.

Descobri que fui prisioneiro de mim mesmo —
cativo do meu ódio, da vaidade, do orgulho, da ambição,
preso por desejos que nunca foram verdadeiramente meus.
Nesse labirinto, esqueci de viver o melhor da vida:
a plenitude do amor que habita em mim.