Nao Acabou pra Mim
Não se esqueça de mim
Não pense que te esqueci
Não quero te esquecer
Ao olhar suas fotos, só penso em querer você...
Meu erro, me faz pensar
Eu quero me aproximar
Não posso te encarar
E no fim...
Você não vai voltar.
" LENTAMENTE "
Não quero mais ouvir meu pensamento
e as vozes dentro em mim em agonia
pedindo que eu me entregue à essa folia
de ter uma paixão por sentimento!
Amei intensamente, noite e dia,
e se tornou, o amor, o meu tormento!
Não vou tornar ao erro, enfim! Lamento!
Sofrer, minh'alma, assim, não merecia.
Preciso que se cale a consciência
que pede-me outro amor, com insistência
e as vozes que atormentam minha mente…
Meu ser está doente, machucado,
e se a paixão insiste estar-me ao lado
eu morro pouco a pouco, lentamente!
Escrevo com o humor que habita em mim: sombras quando choro, luz quando rio. A filosofia não é um traje elegante para a mente — é a nudez emocional da existência.
Não posso desistir. Eu disso a mim mesmo que seria um grande homem e eu nunca quebrou as minhas promessas.
Eu só desejo olhar pra mim da mesma forma que olhei pra tantas pessoas e não recebi nada em troca.
Quero me olhar com os olhos que olhei pra pessoas que só mereciam meu olhar de um ponto cego e mesmo assim via nelas tudo que eu procurava em mim, porque não tinha amor próprio o suficiente pra procurar em mim primeiro!
"Solitude e Amor: Dois Abismos em Mim"
Gosto de me perder na minha solitude,
não por fuga, mas por essência.
Há um eco de eternidade no silêncio,
um véu de mistério sobre a existência.
Meu amor é vasto, intenso, sem margens,
mas não me basta apenas o abraço.
Preciso do vazio que em mim ressoa,
do abismo onde me refaço.
O amor me chama, doce e urgente,
mas há em mim uma terra indomada,
onde os ventos sussurram segredos
e a alma dança na madrugada.
Não é recusa nem indiferença,
é sede de algo que não se explica.
O amor me habita, mas a solitude
é a estrada onde a alma fica.
Sigo por dentro de mim mesma,
onde a noite se debruça infinita,
onde o tempo se curva em silêncio
e a ausência me serve de escrita.
Há um oceano que me separa
entre o ser livre e o ser abrigo.
O amor me envolve como asas,
mas a solitude é meu destino antigo.
Nessa dualidade, me faço eterna:
metade entrega, metade ausência.
Amo sem bordas, mas me pertenço,
sou vastidão e pertença em cadência.
E, quando volto ao abraço amado,
sou mais inteira, mais branda, mais minha.
Pois só quem se perde na própria sombra
descobre onde a luz se aninha.
Hoje sei: a dor passou por mim, mas não ficou em mim. Caminhei com ela… e tornei-me luz para mim e para outras mulheres
Eu não desisti de te amar, eu aprendi a me amar.
Descobri que o amor por mim mesma é a chave para viver plenamente, sem depender de algo ou alguém para me sentir inteira. E foi aí que entendi: o verdadeiro amor não vem de fora, mas de dentro, e só assim posso amar o outro de maneira genuína e livre.
Quando eu sumo
Quando eu sumo,
não é pra esquecer o mundo,
é pra tentar me lembrar de mim.
Me perco em pensamentos fundos,
me escondo de olhares rasos,
me calo porque gritar não resolve.
Levo a dor no bolso,
o cansaço nos ombros,
e a esperança… bem guardada,
mas ainda viva.
Escrever é meu abrigo,
minha conversa mais sincera,
meu jeito de existir sem pedir permissão.
Entre rimas e silêncios,
me escuto pela primeira vez,
e mesmo ferido,
me reconheço.
Não Me Encolho
O que eu sei é o que eu senti.
E isso já diz muito sobre mim.
Sobre minha capacidade de sentir, de estar presente, de querer algo além da superfície.
E por mais que isso doa agora, sei que não é fraqueza. É força.
É coragem de não viver na superfície.
É coragem de não me encolher por medo de ser “demais”.
Então escrevo. Não para ele, mas para mim.
Para lembrar que sentir não é erro.
E que a falta de resposta do outro não invalida a minha entrega.
EU SÓ PRECISAVA...
Por muito tempo, eu busquei aquilo que não podia enxergar dentro de mim, então busquei nos outros o afeto, atenção, amor, carinho e aceitação. Pude me permitir viver e estar em ambientes que não me cabiam, pois queria ser vista, amada e acolhida. Eu fui injusta comigo mesmo, briguei, chorei e me machuquei, pois queria insistir em estar onde não me preenchia. Eu sobrevivi dia após dia, de dia eu sorria e a noite eu chorava, lágrimas que escorriam sobre meu rosto e caia no travesseiro. Eu tinha minha familia, tinha amigos, e ainda assim precisava preencher algo dentro de mim... Então busquei, e busquei... Até que eu cansei e resolvi desistir de buscar e desistir de mim. Eu corri, gritei, esperniei, e atentei sobre mim mesma, sobre minha própria vida. Falhei.
Ainda existia algo profundo, que eu não sabia o que era, então me apaixonei, gerei uma vida dentro de mim e assim renasci, nasci de novo trazendo ao mundo uma nova vida, uma bebê saudável e linda. Quando tudo parecia novo, tudo começou denovo... Buscando algo ainda fora de mim, me deparei com a tristeza, a incerteza, os traumas e a solidão. Tudo que parecia trevas as vezes viravam céu e mar. Como as ondas e as nuvens, os sentimentos iam e viam, mais a dúvida me perseguia. Sem saber o porque vim ao mundo, o porquê da vida, continuei buscando fora, busquei na profissão, no dinheiro e então, tudo em vão. Mudei meu cabelo, mudei o jeito, buscando uma nova versão.
Precisei bagunçar tudo, para descobrir que "Eu só precisava de mim" então.
"Casa de Dentro"
(por um coração com janelas)
Tenho em mim uma casa que não fecha,
onde o vento entra sem bater —
e cada suspiro é uma porta que range
pro lado de dentro de mim.
Nessa casa mora um rio calado,
que chora baixinho à meia-noite,
mas também ri com o sol da manhã,
quando a esperança põe a chaleira no fogo.
As paredes têm cheiro de infância,
de pão na manteiga e de colo quente.
E quando a tristeza visita,
dou café e deixo sentar um pouco.
Porque aprendi — com o tempo e os tombos —
que até a dor tem poesia
se você souber escutar com o peito
e não só com os ouvidos do dia.
Nessa casa, amor não é hóspede:
é morador antigo,
que plantou hibiscos no quintal
e rega o silêncio com paciência.
E há um jardim nos fundos,
onde tudo que morreu floresce de novo,
de mansinho,
como quem entende que a beleza
não tem pressa nem endereço fixo.
Sou casa, sou rio, sou flor.
Sou verbo que ainda não foi escrito,
mas que vive sendo sussurrado
no coração de quem sonha.
E se um dia bater na minha porta,
vem leve.
Descalço.
Com alma lavada.
Porque aqui dentro,
a gente vive como se o mundo fosse poesia
e cada encontro, um milagre.
por que que você faz isso? poxa se eu não sou a mulher da sua vida por que estava insistindo em mim? ou melhor em nos neh cara você acha que eu não penso em você não? que eu não sinto falta? por que vc voltou pra minha vida eu ja tinha aceitado que não iriamos ficar juntos e vc vem pra confundir minha cabeça de novo meus sentimentos eu me pergunto por que de tudo isso ? são tantos por que neh? pois é minha vida ta assim desde que vc voltou pra ela! não vou dizer que não tava te esperando pq eu tava mas nenhum momento eu corri atrás de vc eu vi pessoas me olhando feio por conta de vc vc acha isso certo? brincar dessa forma comigo? disse uma vez e eu repito eu não sou um objeto para você usar e jogar fora eu cansei poxa não respondeu minha ultima mensagem e a pessoa que costumava a me enviar msg todos os dias ficou um dia sem mandar? isso me provou que palavras são apenas palavras e que ninguém muda da noite pra outra! eu desisto disso isso não vai dar certo e eu tenho que entender então cansei de esperar vc cansei de esperar vc tomar uma atitude em relação a mim sinceramente eu cansei cansei de verdade eu fui ao meu limite mas eu tenho uma vida pra viver eu chorei igual nunca tinha chorado antes então vai viver que eu vou viver a minha vida também eu te amo e isso nunca foi da boca pra fora mas existe uma diferença nesse amor que diz ser de ambas parte vai ser feliz com alguém que eu vou procurar a minha felicidade em algum lugar mas ela deve ta eu te amo meu garoto demais mas não vou mas me machucar sempre disse que te amava exatamente por isso vou lhe deixar ir
Pra mim a maior virtude que um homem pode ter primeiro é o amor verdadeiro, não aquele passional que controla ele isso é loucura, eu digo aquele consciente, segunda virtude é o egoísmo ao longo da minha vida percebi que o egoísmo é uma virtude pois foca a pessoa na sua vida não olhando os problemas dos outros, e o engraçado é que isso ajuda os outros como efeito colateral em várias formas, talvez não de imediato mas ao longo prazo, por isso vejo o anarcocapitalismo uma solução. terceiro é aprender com seus erros, não tem nada mais feio que um homem errar a mesma coisa pela segunda vez, em contra partida oque eu acho de mais gratificante e belo é quando o homem aprende com seu erro, isso é progresso, entender oque você quer. Tentar, recolher o feedback, se o resultado não for o esperado não repita o mesmo erro é loucura tentar alcançar um resultado diferente assim.
