Namoro
Uma dor
Um Amor
Um passado predestinado e modificado pelo presente
O futuro é incerto, se vou te esquecer é improvável
Tempos que se encontram
Eu me esbarro em tua imagem toda vez que procuro te esquecer
Tua ausência é tão presente quanto seu abraço
É uma ausência boa, porém incoerente
É a pior das dores e a melhor das lembranças
A pior ausência e a pior escolha do passado
E você é minha base, meu início a um ser que eu não seria sem você
Eus só fiz te manter em mim quando mais tentei te esquecer...
No fundo de cada coração congelado, há uma ou duas gotas de amor... Apenas o bastante para alimentar os pássaros
Ancore tudo aquilo que te faz feliz, para que sempre esteja firme e não te abandone, que o amor vença em todas as hipóteses
Não implore pelo amor de alguém, se tudo que tem a oferecer não for o bastante, este não te valoriza e por fim não te merece.
Saudade... é a solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já.
Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida! Saudade é sentir que existe o que não existe mais!
Nota: Trecho de fala de um personagem da novela Fera Ferida, de Aguinaldo Silva. Muitas vezes atribuído de forma errônea a Pablo Neruda.
...MaisMeus sentimentos têm fases...
Se me apego, eu sinto amor.
Se me magôo, eu sinto raiva.
Se me entristece, eu sinto ódio.
Se me atrapalha, eu sinto a indiferença...
...É quando percebo que o amor não era amor, e sim que estive confusa.
Quer pouco: terás tudo.
Quer nada: serás livre.
O mesmo amor que tenham
Por nós, quer-nos, oprime-nos.
O amor é um presente
presente vindo da imaginação
imaginação em alguém
alguém em nosso pensamento
em pensamento todo tempo
a tempo de não esquecer
esquecer de momentos
momentos que nos faz histórias
histórias de amor
amor é simplesmente amar
e amar é tão somente ter um grande amor
Consequencias
Tenho até dó de quem brinca comigo...eu não consigo odiar, pois ódio e amor são irmãos. Eu ignoro mesmo! Falsidade se paga com Indiferença!
Namore alguém que... te diga para ir
Houve tempos em que achava que uma bela prova de amor era o tal do “please don’t go” e todos os seus derivados. Fique. Não me deixe. Não vá embora. Não vou aguentar ficar sem você. Os choros nas despedidas e os dramas nas distâncias, mesmo que curtas, mesmo que breves. Esse tempo passou. Hoje entendo que amor não mora nas restrições, mas na generosidade.
Namore alguém que te diga “vai”. Alguém que, quando você perguntar “você acha que eu devo ir?”, diga “sim, vai”. E “ir” pode ser físico ou não. Pode ser uma viagem, um projeto, uma mudança, um trabalho novo, um desafio qualquer. Alguém que segure sua mão e diga “pode voar bem alto que eu estarei ao seu lado”.
Namore alguém que fique feliz com os seus voos, as suas conquistas, os seus projetos. Alguém que esteja mais preocupado com a sua realização do que com a sua ausência. Alguém que entenda que, entre adultos, vale o combinado. É essa relação que queremos? É. A ideia é vivermos juntos, como casal, da forma que der? É. Pronto, isso basta. O resto é circunstância. As intenções são o que conta, não as turbulências naturais do caminho.
Namore alguém que te olhe sem medo e que vibre com as suas vitórias. Fuja de quem se sente ameaçado com elas – sobretudo se você for mulher. Não se engane com sabotadores travestidos de cuidadosos. Não se perca nas mãos de inseguros disfarçados de ciumentos. Não deixe que sua vida se confunda com a de outra pessoa, nem que essa pessoa se aposse da sua vida como se fosse dela.
Namore alguém que te diga “se for importante para você, vá”. Alguém que, sempre que possível, se habilite a ir junto. Alguém que se interesse pelos seus projetos, que ouça suas dúvidas e angústias, que opine, que incentive e que saiba que a decisão final é sempre sua. Namore alguém que entenda e aceite.
Li em algum lugar, há muito tempo, que o amor é como o mercúrio: um metal líquido à temperatura ambiente. A única forma de manter o mercúrio em nossas mãos é deixá-las abertas. Se você tentar fechá-las, o mercúrio vai escapar pelo meio dos dedos. O amor é assim: quanto mais livre estiver, mais tende a querer permanecer.
Namore alguém que sinta uma felicidade genuína pelas suas conquistas. Alguém que celebre tanto quanto você quando as coisas dão certo. E que, quando elas não derem certo, te diga “vamos lá, vamos tentar outra vez”. Alguém que sorria nas despedidas e que diga “vai passar rapidinho”, mesmo quando a gente sabe que não vai.
Apaixone-se pela capacidade de deixar ir. E também a descubra em si mesma. Saber ficar longe é tão importante quanto saber conviver todo dia. Aprenda a encontrar a felicidade na mão que se despede e não na mão que agarra e restringe. Prender é fácil. Deixar ir é imenso.
Namore alguém que sinta a sua ausência, mas não faça disso uma amarra. Alguém que tenha mais medo das suas frustrações por perder chances do que das dificuldades que os movimentos da vida trazem. Namore alguém generoso. E seja generoso de volta. É esse tipo de amor que tende a durar uma vida inteira.
Que a bondade prevaleça na grandeza de suas belas flores,que o amor nos aqueça nas folhagens perfeitas e nas suas lindas cores.
