Namoro
Não trago verdades
Eu trago expressões
Defumo a coragem
Me trago em canções
Trago a minha viagem
Sou minhas visões
Se falo é pra 8 bi corações
Se calo é pra minhas próprias lições
Eu não sei a metade das suas intenções
Você não sabe e nem soube das minhas emoções
Tu escuta e não ouve
Tu corre e não move
Mas deixa que eu deixo
Nem pá, nem se envolve
Não importa o seu gosto
Não há quem me prove
É o paradigma de realidade da vida
A ilusão de achar que sabemos das coisas porque ouvimos sobre, ou lemos, vimos algo
Motivos que temos que nem ao menos degustamos, não comprovamos, não provamos a nós, nosso sabor
Motivos que compramos dos outros que pegaram de outros que vieram de mais outros
Deturpando a verdade enquanto o que temos
É só a visão da superfície
Pra mergulhar no profundo e não no raso julgo
Temos que passar a rebentação
A comunicação pela linguagem deveria ser muito mais aberta e solta
Tudo que se fala é um tabu
Até o sentimento foi capitalizado
Dirigimos máquinas de uma suprema nobreza
Mas não saímos nem da primeira marcha
Nunca cortamos o giro
Não queremos “disperdiçar” energia
Queremos “conservar” o mortor
Só que nunca conhecemos os limites
Pois não há limites, fomos nós que impomos eles
Queremos manipular um câmbio automático
Só que enquanto operamos essa máquina do tempo tudo nos está acessível
Colidimos porque queremos
Escolhemos não dar passagem
Escolhemos não freiar
A ideia não é acelerar e sim “ser um” com o trânsito
Nem tão pouco temer a alta velocidade
Na verdade essa “velocidade” é apenas sua percepção de tempo
Assim como “distância” é percepção de espaço
“Leiam o manual da pág.7 nas relações de sinônimos”
Só precisa descobrir o que é mais importante pra você. Há uma voz dentro de você. Eu levei 40 anos pra ouvir a minha.
Eu amo você. Eu quero trabalhar com você. E quero passar o resto das nossas vidas juntos, todos os dias, até morrermos e voltarmos como uma minhoca e um gato.
O lenhador
Um lenhadô derribava
as árve, sem percisão,
e sempe a vó li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.
O lenhadô, num muchocho,
e rindo, cumo um sarvage,
dizia que os seus conseio
não passava de bobage.
Às vez, meu branco, o marvado,
acordano munto cedo,
pegava nu seu machado,
e levava o dia intero,
iscangaiano o arvoredo.
E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.
Numa minhã, o mardito,
inda mais bruto que os bruto,
sem fazê caso dos grito
da sua vó, que já tinha
mais de setenta janero,
botô nu chão um ingazero,
carregadinho de fruto.
Doutra feita o arrenegado
inda fez munto pió:
disgaiô a laranjera
da pobrezinha da vó,
uma véia laranjera,
donde ela tirô as frô
prá levá no seu vistido,
quando, virge, si casô,
há mais de cincuenta ano,
cum o difunto, o falicido.
E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.
Do lado do capinzá,
adonde pastava o gado,
tava um grande e véio ipê,
que o avô tinha prantado.
Despois de levá na roça
cuma inxada a iscavacá,
debaxo daquela sombra,
nas hora quente do dia,
vinha o véio discansá.
Se era noite de luá,
ali, num banco de pedra,
cuma viola cunversano,
o véio, já caducano,
rasgava o peito a cantá.
Apois, meu branco, o tinhoso,
o bruto, o mau, o tirano,
a fera disnaturada,
um dia jogô no chão
aquela árve sagrada,
que tinha mais de cem ano.
Mas porém, quando o mardito
isgaiava o grande ipê,
viu uns burbuio de sangue
do tronco véio corrê!
Sacudiu fora o machado,
e deu de perna a valê!
E foi correno...correno!
Cada tronco que ia vendo
das árve, que ele torô,
era um braço alevantado
dum home, meio interrado,
a gritá: Vai-te, marvado!
Assassino! Matadô!
E foi correno! correno!
Cada vez curria mais!
Mas porém, quando já longe,
uma vez oiô para atrás,
vendo o ipê alevantado,
cumo um home insanguentado,
cum os braço todo torado...
cada vez curria mais!
Na barranca do caminho,
abandonado, um ranchinho,
entre os mato entonce viu!
Que vê si apara e discansa,
e o ranchinho por vingança,
im riba dele caiui!
E foi correno, e gritano!
e as árve, que ia topano,
o que má pudia vê,
cumo se fosse arrancada
cum toda a raiz da terra,
numa grande disparada
ia atrás dele a corrê!
Na boca da incruziada,
veno uma gruta fechada
de verde capuangá,
o home introu pulo mato,
que logo que viu o ingrato,
de mato manso e macio,
ficô sendo um ispinhá!
E foi outra vez correno,
cansado, pulos caminho!
Toda a pranta que incontrava,
o capim que ele pisava,
tava crivado de ispinho...
Curria e não aparava!
Ia correno sem tino,
cumo o marvado, o assassino,
que um inocente matô!
Mas porém, na sua frente,
o que ele viu, de repente,
que, de repente, impacô?
Era um rio que passava,
ali, naquele lugá!
O rio tinha uma ponte:
o home foi atravessá!
Pôs o pé.. Ia passano.
E a ponte rangeu quebrano,
e toca o bicho a nadá!
O bruto tava afogano,
mas porém, sempre gritano:
socorro, meu Deus, socorro
socorro, que eu vô morrê!
Eu juro a Deus, supricano,
nunca mais na minha vida
uma só árve ofendê!
Entonce, um verde ingazero
que tava im riba das agua,
isticou um braço verde,
dando ao home a sarvação!
O home garrô no gaio,
no gaio cum os dente aferra,
foi assubino, assubino...
e quando firmô im terra,
chorava cumo um jobão!
Bejano o gaio e chorano,
dizia: Munto obrigado!
Deus te faça abençoado,
todo ano tê verdô!
Vô rebentá meu machado!
Não serei mais lenhadô!
Depois desta jura santa,
pra tê de todas as pranta
a graça, o perdão intero
dos crime de home ruím,
foi se fazê jardinero,
e não fazia outra coisa
sinão tratá do jardim.
A vó, que já carregava
mais de setenta janero,
dizia que neste mundo
nunca viu um jardinero
que fosse tão bom assim!
Drumia todas as noite,
dexano a jinela aberta,
pra iscutá todo o rumô,
e às vez, inté artas hora,
ficava, ali, na jinela,
uvindo o sonho das frô!
De minhã, de minhã cedo,
lá ia sabê das rosa,
dos cravo, das sempreviva,
das maguinólia cherosa,
se tinha durmido bem!
Tinha cuidado cum as rosa
que munta vó carinhosa
cum os seus netinho não tem!
Dizia a uma frô: Bom dia!
Como tá hoje vremêia!
Dizia a outra: Coitda!
Perdeu seu mé! Foi robada!
Já sei quem foi! Foi a abêia!
Despois, cum pena das rosa,
que parece que chorava,
batia leve no gaio,
e as rosa disavexava
daqueles pingo de orvaio!
Ia panhano do chão
as frô que no chão cai!
Despois, cum as costa da mão,
alimpano os pingo dágua,
que vinha do coração,
batia im riba do peito,
cumo quem faz confissão.
Quando no sino da ingreja
tocava as Ave Maria,
no jardim, ajueiado,
pidia a Deus pulas arma
das frô, que naquele dia
no jardim tinha interrado!
E agora, quando passava
junto das árve, cantano,
chei dágua carregano
o seu véio regadô,
as árve, filiz, contente,
que o lenhadô perduava,
no jardinero atirava
as suas parma de frô!
Posso estar completamente enganado e com certeza parcialmente estou, entretanto meu olhar sobre Deus diverge da maioria.
No vazio das nossas certezas, a sociedade aceita que Deus seja um objeto mercantil e instrumento de dominação pela disciplina e conformismo que causa em seus membros. Individualmente Deus é usado como um curativo para amenizar o orgulho e a sempre sangrando consciência que constantemente alerta.
Acho que Deus existe e estou certo que não O conheço e não O entendo.
O mais próximo de Deus que alcanço é uma comunicação inteligível da minha mais profunda essência com o desconhecido.
Não precisamos de Religião e da projeção ideológica e teórica de Deus de qualquer um de seus Profetas, Santos, Iluminados, Intérpretes ou Filhos para sabermos que a humanidade hoje e desde sempre é hipócrita o bastante para praticar o mal pela ação ou omissão e se vestir de fé em algo que lhe confere uma aparência de quem pratica o bem.
Talvez essa realidade só vai mudar e nossa espécie vai praticar o real amor em três situações:
1- Ao longo de centenas de anos de lenta aprendizagem e evolução.
2- Com um contato direto e íntimo com civilizações de outros Planetas.
2- Um “shoot down” planetário provocado por uma grande guerra ou catástrofe.
Por enquanto, que todos fiquem sob a influência da alienação de seus líderes religiosos. Estou convicto que a liberdade tem um alto preço por destruir a programação mental e revelar nossas reais deficiências.
Sérgio Alberto Bastos da Paixão
No final das contas, o que realmente importa é como você fez diferença na vida das pessoas durante sua jornada, como viveu, o que superou, quantas ajudou e como fez o mundo um lugar melhor. Sucesso é o que você realiza todos os dias, é o legado que deixa para trás. Talvez o que você alcançará no futuro nem se compare com tudo que enfrentou até aqui.
Cada dia é uma nova chance para fazer o bem, para ser gentil e ajudar quem está ao nosso redor. Sucesso não é só dinheiro ou prêmios, mas sim as pessoas que tocamos com nossas ações e palavras.
Quando olharmos para trás, o que realmente vai importar é o bem que fizemos, os sorrisos que compartilhamos e o apoio que oferecemos. O legado que deixamos é o que realmente conta, mostrando que fizemos a diferença no mundo.
E em meio a tudo isso, há algo ainda mais profundo: o amor. Pois é o amor que nos motiva a agir, a estender a mão e a cuidar uns dos outros. É o amor que torna cada gesto significativo, cada palavra reconfortante e cada ato de bondade eternamente gravado nos corações daqueles que tocamos.
Que possamos viver cada dia com o amor transbordando em nossas ações, guiando-nos na jornada de fazer do mundo um lugar mais brilhante e acolhedor. Pois, no fim das contas, é o amor que dá sentido à nossa existência e faz com que cada passo dado seja uma expressão de carinho e compaixão.
Namoro não é sor beijar.
Mas sim cuidar.
Está juntos nas dores, tristezas.
Alegrias em fim lado a lago.
O casamento é um eterno namoro. O segredo de viver uma vida de romantismo com seu cônjuge, é sempre lembrar das suas atitudes quando vocês estavam namorando.
Meninas, mulheres, terminem esse namoro! Terminem! Terminem! Coragem! A não ser que ele te ame, que você seja respeitada e se sinta verdadeiramente (e não aparentemente, socialmente, financeiramente, "redesocialmente") completa e feliz, termine esse namoro! Certifique-se que esse relacionamento não está sendo mantido por pura insistência sua. Não seja boba, você é a única responsável por suas escolhas.
Um dia um amigo meu me disse que o mal do mundo são as mulheres mal amadas, achei engraçado na hora e confesso, que embora a frase machista, no fundo, ela estava de acordo com tudo que eu penso a respeito da falta de amor próprio das mulheres, salvo as exceções. Por que não seriam os mal amados o mal do mundo? Já perceberam que homem mal amado leva sua condição de uma forma mais leve? Homem, em sua maioria, consegue ser feliz mesmo solteiro e quando o melhor amigo começa a namorar a mulher dos sonhos, ele se diverte. Homem, em sua maioria, mesmo que no fundo queira ser pai, se alegra de verdade quando o amigo se torna um, não sente inveja, talvez sinta uma vontade maior ainda de ser, mas inveja não. Mesmo aquele amigo encalhado eterno é capaz de comemorar verdadeiramente o casamento do amigo. Agora, sejamos sinceras, torno a falar, salvo as exceções, mulher consegue ficar verdadeiramente feliz quando está sendo enrolada há anos pelo namorado e a outra está planejando um casamento? Ah pare! A maioria não consegue ao menos disfarçar. Se tornam mal amadas, amarguradas, ou se tornam frias. Têm muitas mulheres por aí que amam falar contra o casamento, contra filhos, mas pura fachada, somente para que sua situação não fique mais feia do que parece. Não cola, tá na cara que é frustração. Que triste, de onde veio essa amargura? A culpa é de quem? Do cara que te enrola, que não te respeita, que não é sincero, que trai e depois promete mil coisas para voltar? Ah não, não é mesmo! A culpa é sua mulher! Deus te deu a vida, te deu esse dom maravilhoso de ser mulher, esse ser que em sua essência é encantador, você tem todo poder em suas mãos. Mas sabe o que você faz com essa dádiva? Você a limita. Você pega a sua felicidade e a idealiza, você pega seu amor próprio e o entrega nas mãos daquele otario! Ele passa a possuir seu corpo, sua alma, seus planos, sua felicidade, ele passa a ser seu tudo! Deus que me livre!
Acorda vai, há tempo ainda, termina esse namoro! Se dê a chance de um recomeço, sei lá, talvez até vocês fiquem juntos, mas dê a chance de ele te ver como alguém independente, alguém que têm seus valores, seus amores, alguém que sabe muito bem ser feliz sem depender dele! Homem ama isso, ficam loucos, admirados! Certamente também gostam da mulher que está alí todo tempo, suportando seu desrespeito, fazendo escândalo com a amante, fazendo joguinhos eternos que demostram claramente pra ele e para o mundo inteiro o quanto é dependente daquela relação de migalhas. Tal relação é cômoda para qualquer Zé mané, mas ele não a admira querida, ele não é apaixonado por você, está com você por segurança, comodismo, dificilmente homens vão terminar uma relação assim, deve ser muito bom ter a vida de outra pessoa a sua inteira disposição, isso infla o ego deles. Se ele estivesse feliz não te traia, ah mas as mulheres são biscates! Hahahahah , é o que a gente mais ouve por aí! Não, não culpe as outras, se ele procurou ela, certamente é porque ela deve ter algo mais interessante e autêntico que você, seja por alguns minutos. Quem lhe deve fidelidade é ele, não se esqueça. E não adianta fechar o cerco, querer sem quem não é as vezes para tentar ser a super mulher, não se venda, não seja outra pessoa, abra os olhos por favor! Talvez funcione por certo tempo, mas esse seu esforço todo não há de ser recompensado, sinto informar. A cada esforço seu, cada minuto que você dedica somente a ele e não a você e sua vida, ele tem mais certeza que você é uma tonta dele. Não adianta meninas, querer fazer joguinhos, tentar seduzir de uma forma que não é naturalmente sua, não adianta podar o cara, impedir que ele viva, que ele tenha a liberdade dele de escolha. Nada disso vai resolver seu problema. Então, reflita e reze. Isso, reze a Deus para que você encontre seu amor próprio. O dia que você encontrar, ah ai sim, será verdadeiramente feliz, e as chances de encontrar o cara certo, que irá admirar verdadeiramente você, serão reais! E mesmo que não encontre, você terá a dignidade de conseguir se alegrar com o casamento de sua amiga! Ufa já é um grande avanço não!? Você entenderá que você é a pessoa mais importante da sua vida, você verá valor na vida, nos amigos, você será livre! Saia dessa minha cara, termine esse namoro, ainda está em tempo!
Não existe meio namoro!
Não existe meio noivado!
Não existe meio casamento!
Mas exite uma cara metade!
Namoro não é casamento. O namoro pode ser dissolvido a qualquer momento, já o compromisso do casamento é para sempre.
Nunca Desistir Do Seu Namoro a Distância Oh Sol Só Ver a Lua De Tempos em Tempos e Nunca Desistiu Dela 💔😪(eclipse)
