Namoro
Quem um dia disse
que te Adorava..
Simplesmente te exclui...
Mas não sofra ou se
entristeça... Porque o medo
e a amargura não é sua...
E pode apostar....
Não é você quem perde.
“Eu consigo com uma frase deslumbrar um dilema,
estando só o dilema se torna uma vivida eloquência.”
“Não sou louco por Ti!
Sou louco por tudo que contém em Ti.
Ah, este meu coração bobo acaba comigo...”
E novamente me encontro aqui. Sentado neste sofá, relembrando dos momentos que tivemos, das brincadeiras e até mesmo das brigas pelo controle remoto.
Será que tudo isso foi um sonho bobo?
Será que foi apenas uma ilusão qualquer, que chega devagarzinho e toma conta de tudo?
Sei que de cada momento, cada abraço e cada beijo, só me restou a saudade. Talvez seja breve ou dure a vida toda, no fim, tudo se encaixa.
LÁGRIMA QUE CAI
Se cada lágrima cai, da ilusão
vinda do coração
há uma fenda
por onde a emoção tenda
há de então fazer oclusão
com a razão
e na paciência de condutor
abrir as comportas do amor
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
Aquela pessoa que você ama e ama mais e mais a cada amanhecer,e que é ao lado dela que quer envelhecer, porque você tem toda certeza que nasceu para viver ao lado dela , porque é somente ela que lhe faz feliz e te da toda esperança para viver !
Nunca julgue alguém pelo o que você acha,o interior do ser humano é só dele...
Não cabe sua avaliação...
Do perambular e do acreditar
(à Pequetucha de minh’alma, Neide Marchioli)
Do perambular...
Eles vagaram pelas noites
Perambularam pelas ruas
Entraram e saíram
Sorriram e choraram
A cada encontro uma esperança
A cada esperança uma decepção
Foram tantos encontros
Mas tantos e quantos desencontros
Que já não mais sonhavam
Só perambulavam, e perambulavam...
Não mais acreditavam
Afinal, para quê?
Não mais sonhavam...
O acordar era um pesadelo
Uma noite mal dormida
Não mais buscavam
De nada lhes adiantava
Ao término do dia, no final da rua...
Ao cair da noite, inicio de madrugada...
Nada encontravam
Só perambulavam, e perambulavam...
Mais do igual...
Mais um ano, e nada de novo
Mais um verão, e nada de calor
Um novo outono, de árvores sem cores
Um novo inverno, mas um inverno cinza
Nada de branco...
E chega outra primavera
Mas uma primavera sem flores
Sem vida, sem cores
Dos sinais...
Mais um Natal...Igual?
Um novo ano...
Novinho em folha, com novas estações
Aqui e acolá os sinais...
Um novo verão, e um novo outono...
As árvores experimentavam um novo tempo
Pareciam se preparar para algo novo...
Para um novo inverno, pleno de cores
(Afinal o branco é o pai e mãe de todas as cores...)
Pareciam se deliciar, já, com uma nova primavera
Com um tempo sem contar o tempo...!?
Reconhecendo os sinais...
Um dia, outro dia...
E uma dança, e... outra dança
Os sinais, e uma esperança
Um passo, outro passo
Uma visão no meio de tantas visões
Uma mão estendida...
O convite para rodar
Não mais para perambular e perambular...
Para rodar juntos
Rostos colados, corações selados...
Mãos dadas...
De mãos dadas, desde então
Rodam pelos mais diversos salões
Rodam pelos mais diversos caminhos
As mãos não se soltam
Os corações não se separam
Todo Natal é Natal
Cada ano é sempre novo
Cada verão é mais quente
Cada outono fala de coisas novas
Cada inverno é aquecido
E cada primavera traz novas cores
E a vida se renova a cada estação
E o amor se propaga, desde então...
.......
Eu escolho ser médico e não juiz. Nunca tive jeito para acusador. Talvez não tanto assim para fazer curativos também, mas a vontade de ver feridas sendo fechadas sempre me foi mais atrativa do que decretar sentenças. Um Médico me ensinou.
Quando o sorriso for fácil...
Quando os sentimentos forem leves...
Quando não houver necessidade de se justificar ou mudar para receber aprovação...
Quando o prestígio for mais frequente que as críticas...
Quando o olhar for mais demorado e profundo...
Quando não houver o orgulho que distingue os nomes...
Quando na dor houver abraço...
Quando na alegria houver festa...
Você saberá que está no lugar certo, rodeada por pessoas que te amam e então perceberá que nada vai importar mais que isso!!!
O problema é que dói. Sufoca. Machuca. Incomoda. Mata. Sim, mata aos poucos. Tortura. Uma morte lenta e dolorosa. E uma morte silenciosa, para o mundo, claro. Porque pra você ela grita. Grita, machuca, te corrói, como ácido sulfúrico correndo em suas veias. E você sorri. Você finge ignorar, enquanto está sendo destruída. "Olá, tudo bem?" "Vamos tomar um café? Saudade de você." "E aí, resolveu aquela situação?" "Então, é que as coisas andam difíceis..." O mesmo diálogo. De novo? DE NOVO? Não, calma aí. Mais uma vez? Parece um déjà vu, daqueles chatos de filme cliche que passa na sessão da tarde. Respira fundo. Engole o choro. A cena continua a mesma. Tem roteiro e script, inalterados. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. "Tudo bem então, vamos esperar." Fim de diálogo. Vai pra casa. Chora no travesseiro. Uma, duas, três vezes. Liga pra amiga. Chora de novo. Mais uma vez. Reclama. Telefone apita. Mensagem. "Me preocupo com você, me desculpa." "Tudo bem, sem problemas. Te amo." Silêncio. Desliga. E dorme. Dorme fingindo estar tudo bem. Dorme com o peito em chamas, queimando de dor. O coração despedaçado, a cabeça a mil. Dorme com o peso do mundo nas costas. O medo do futuro incerto sufocando a garganta. E assim segue. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. Você não aprende mesmo, menina.
Dia a pós dia os tolos vão se tornando imperceptível aos meus sentidos.
De extrema pequenezsão invisíveis .
