Nada na Vida é do Jeito que Queremos
Não se esqueça das vezes em que você se ergueu em meio às tempestades da vida, mesmo quando suas mãos tremiam, sua voz falhava, sua respiração se tornava tênue e talvez o medo sussurrasse em seus ouvidos, mas ainda assim, você permaneceu firme, desafiando a escuridão com a luz da sua determinação.
Foco e paciência independe dos detalhes,
eu escolho poder navegar na vida de uma maneira mais fluida.
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Hoje, completo mais um ciclo na vida.
Sou a expressão exata do tempo que me trouxe até aqui.
Sou minha história que se faz presente.
Sou a idade que o tempo me deu, perfeita para viver o agora, com a sabedoria e a euforia necessárias para abraçar os momentos que vivencio e compartilho.
Hoje, sou um espírito mais desperto, enriquecido pela experiência do que vivi e pela promessa do que ainda serei.
"Estou reorganizando
minha vida, mas as peças
já não se encaixam como antes.
Mudaram de forma.
Ou talvez quem tenha
mudado tenha sido eu."
Abraço a vida delicadamente e a beijo de modo respeitoso e comedido...
Na maioria das vezes ela não se manifesta!
160826
Trilha sonora da minha vida 1983
Sou da geração 14 de setembro de 1983.
Cresci numa época que a música não era apenas som, era companhia, abrigo e memória. As canções tocavam no rádio, nas fitas, nos CDs, e sem perceber, virava parte de quem eu sou.
Cresci ouvindo versos que atravessaram o tempo, melodias que ainda hoje moram no peito como quem nunca foi embora.
Tive a poesia dos Engenheiros do Hawaii, os questionamentos da Banda Legião Urbana, a força do Capital Inicial e a verdade urbana do Charlie Brown Jr.
Tenho e sinto vontade de me expressar sobre o que aprendi sobre sentimentos com Ana Carolina, coragem com Pitty, leveza com Djavan, profundidade com Caetano Veloso, doçura com Vanessa da Mata, esperança com Milton Nascimento e raízes com Chitãozinho & Xororó dentre tantos outros...
As palavras de encontros amorosos, poesias sobre amor do Roberto Carlos, cantei também amores com Marisa Monte e Nando Reis, me emocionei com a voz de Elis Regina, me encantei com a grandeza de Gal Costa e dancei ao som de Jota Quest.
Entre versos intensos de Cazuza e a irreverência de Rita Lee, aprendi que viver é também desafiar o mundo.
Chorei com a alma de Cássia Eller, sorri com Claudinho & Bochecha, refletir com Gabriel O Pensador e celebrei a vida ao som do samba.
Porque teve Arlindo Cruz, teve Zeca Pagodinho, teve Alcione com sua voz gigante e tantos outros extraordinários que fizeram da música uma herança afetiva na minha vida.
Sou da geração que esperava a música tocar no rádio, que decorava letras sem internet que rebobinava fitas e colecionava emoções, ouvia algumas músicas que minha mãe e meus irmãos colocavam em casa quando eu ainda era uma criança e na minha adolescência pude selecionar as que eu mais me identificava.
E quando a memória afetiva me embala ou a saudade bate, eu entendo que não é apenas nostalgia. É gratidão!
Gratidão porque algumas músicas não envelhecem. Elas crescem com a gente.
E quem nasceu em 1983 sabem que a vida passa, os anos correm, mas certas canções seguem eternas e tocando exatamente no mesmo lugar... o coração!
E assim eu sigo como Engenheiros do Hawaii "somos quem podemos ser" e descubro que crescer também é escolha.
Com a Pitty eu chego dizendo e finalizando esse enredo da minha trilha sonora dizendo que "o importante é ser você" num mundo que insiste em moldar pessoas.
A gente tem chamado de "doença" aquilo que se chama "vida". A gente está medicando algo que é próprio da existência que é o sofrimento.
Viviane Mosé
"Tecei, Tecei histórias com fios de esperança,
Costurando sonhos na tessitura da vida..."
Daniela Arfelli
Todos os que estão no inferno escolheram a separação de Deus em vida, iludindo-se com a falsa esperança de que se arrependeriam no futuro — esquecendo-se de que, após a morte, cessa o tempo da misericórdia divina.
Creio que minha vida não foi senão uma sucessão interminável de erros, uma sequência ininterrupta que se estende desde o instante do meu nascimento até este fim que já se insinua, quase palpável. Sim, o fim. Pois já me sinto morto enquanto escrevo, e essa sensação não me abandona. O que mais me assusta, no entanto, é perceber que não foi outro, senão eu mesmo, quem cometeu o ato fatal. Eu, e só eu, que destruí o que restava de verdadeiramente humano dentro de mim. Fui o artífice da minha própria ruína, falhei em tudo, desfigurei-me, e fiz de mim aquilo que jamais soube ser.
Esperar algo além da dádiva da vida é vaidade. Assim como um filho espera algo do pai, ou uma mãe que cria expectativas em relação à filha. Um filho simplesmente não pode visitar ouse despedir de quem ama ? Mesmo que sua própria família não compartilhe desse amor
Não se mede uma vida pelas vitórias que ela exibe, mas pelas tempestades que ela atravessa sem perder a delicadeza. Entre o peso dos dias e a luz dos sonhos, escolhi permanecer aprendendo, porque há caminhos que transformam antes mesmo de levar ao destino
Cemitério de Sonhos
Não gostaria de ter uma vida ao estilo de Epicteto. Porém, o destino não me deu opções. Sou escravo do conhecimento e da sabedoria, mas já fui do amor e da tolice.
Gostaria de ter uma boa história para contar, e tenho! Entretanto, gostaria que tivesse sido mais épica: mais feitos, mais paixões, mais lutas, mais gentilezas.
Queria ter tido a oportunidade de viajar. Aqui no Norte, minhas condições nunca foram muito favoráveis. Queria conhecer o mar; meus pais também gostariam.
Nunca me deram armas em mãos, e o pouco de prestígio que eu tinha, perdi. Espero que a morte seja mais gentil comigo do que a vida foi. Não sou vaidoso, claro, porém tenho fascínio por alguns assuntos.
Nunca fui flor que se cheire; porém, poucas foram as flores que tive a oportunidade de cativar.
Será que Deus ainda tem algum feito para mim? Eu aposto que sim, mas tenho que pagar para ver esse show!
Assinado: KANGAL — Cemitério de Sonhos.
A Sabedoria é a Árvore da Vida.
Quem a busca encontra o caminho do Senhor.
Quem a abraça vence a morte.
Pois Deus concede a eternidade aos que O amam.
E sua promessa jamais será abalada.
Todas as escolhas que fazemos ao longo da vida têm consequências, mas, para quem nasce em uma classe social menos favorecida, o preço de um erro costuma ser muito maior. Muitas oportunidades não voltam, e o tempo perdido dificilmente é recuperado. Por isso, mantenha o foco, discipline sua mente e pense nas consequências antes de agir. Caso contrário, você pode acabar escrevendo arrependimentos em páginas que servirão apenas como testemunho de sonhos que ninguém verá se tornar realidade.
"Viva mais um pouco e verá: a vida pode derrubar até o mais forte". Ela vem do aclamado filme Com Amor, Van Gogh (Loving, Vincent, 2017)
