Nada esta Perdido So Depende de Voce
Minha ideia sobre a vida é tão motivadora, talvez por isso que essa minha situação beira o abismo da “depressão”, brinco eu, ao som de “like a rolling stone”, sou tão “perdida” como diria minha mãe, que Bob Dylan acordou e falou: Uau, uma música para essa garota fora dos trilhos há de ser composta.
"Em um certo tempo; A escassez dos recursos naturais cruciais pra sobrevivência e vida humana será tão grande, que uma gota d'água terá um valor imensurável e um em espécie inestimável. Gotas de água serão postas em um copo. Gotas de água serão postas em tanques. Ela será vista em lugares naturais, mas contaminadas por causar das consequências humanas. E com isso, chegará um governo único; E se caso você resistir a ele; Terá duas coisas: "Está poesia que fiz como confirmação; E está minha exortação: "Resista."
Quando se está perdido na escuridão, um ponto de luz nada mais é do que a esperança dizendo pra você não desistir e continuar seguindo em frente.
Sabe quando você se cansa de tudo? Quando acha que tudo está perdido, nada mais tem jeito e que você faz tudo errado? Quando você entra numa situação sem saída, na qual pensa nunca se livrar? Quando acha que não tem ninguém do seu lado, e quando tem, acaba perdendo por não valorizar? Mas tem a diferença, tem aqueles que finjem estar do seu lado, e na pior hora, cadê? Cadê todo aquele papo de " eu te amo " a toda hora, e todo aquele " conta comigo pra tudo " ? E ainda tem aqueles que tentam te fazer piorar, mesmo que na hora você não perceba. E os de verdade? São poucos, mas existem, tem que saber procurar, e quando se tem, saber valorizar. Pra mim, já tá na hora de deixar de lado a tal da falsidade, e tentar deixar alguém feliz, de verdade.
“Você Não Está Perdido — Está Desconectado”
Capítulo I — O quase nada No começo, não parecia importante. Era só uma sensação fina, dessas que passam entre um pensamento e outro, como vento entrando pela fresta da janela.
Não doía, não alegrava — apenas chamava. Um chamado baixo, quase educado, como quem bate na porta e já vai se afastando.
A vida seguia no automático: café quente demais, ônibus cheio, conversa repetida. Tudo funcionando… mas algo não encaixava. Não era falta. Também não era excesso.
Era um quase.Quase inteiro. Quase satisfeito. Quase em casa.
E o curioso é que ninguém ensinou a desconfiar do “quase”. A gente aprende a fugir da dor, a correr atrás do prazer, mas raramente alguém avisa que o perigo mesmo mora nesse meio-termo silencioso.
No lugar onde nada grita, mas algo insiste. Foi aí que começou — não com um acontecimento, mas com uma pergunta sem forma. Uma pergunta que não pedia resposta imediata. Só pedia coragem pra não ser ignorada.
Capítulo II — O barulho que não vinha de fora Com o tempo, o mundo ficou mais barulhento. Ou talvez sempre tenha sido — e só agora os ouvidos cansaram.
Notícia, opinião, conselho, regra, fórmula pronta.
Gente dizendo quem você deveria ser, onde deveria chegar, quanto deveria sentir. Mas o incômodo não vinha daí. Era estranho perceber que, mesmo no silêncio da madrugada, algo continuava pulsando. Não era ansiedade. Não era tristeza. Era um tipo de inquietação lúcida. Como se uma parte de você estivesse acordada há anos, esperando o resto perceber.
No Norte, chamariam isso de assombração da alma. No Nordeste, talvez fosse aperreio manso. No Sul, um desassossego quieto. No Sudeste, só mais uma coisa engolida pela rotina. No Centro-Oeste, aquele vazio largo, igual estrada sem placa. Mudam os nomes, mas o sentimento é o mesmo: quando o barulho externo diminui, o interno pede vez.
E ele não aceita distração — aceita escuta.
Capítulo III — A travessia invisível Nem todo caminho tem placa. Alguns começam quando você para de fugir. Outros, quando cansa de agradar. Há travessias que não mudam endereço, emprego ou status — mudam o jeito de pisar no chão. Você começa a perceber detalhes: O jeito como segura o copo. As palavras que escolhe engolir. Os sonhos que deixou pra depois sem marcar data. É desconfortável. Dá vontade de voltar. A mente tenta negociar: “deixa isso pra lá, tá tudo funcionando”.
Mas você já sabe — funcionar não é viver. Nesse ponto, algo curioso acontece: a curiosidade vence o medo. Você não tem todas as respostas, mas sente que seguir é menos perigoso do que ficar. E pela primeira vez, em muito tempo, não é o mundo que puxa você — é você que dá o passo. Pequeno. Tremido. Verdadeiro.
Capítulo IV — Quando tudo começa a fazer sentido (sem explicar tudo) A alegria não chega em forma de fogos. Chega como alívio. Como quando você solta o ar sem perceber que estava prendendo. Não é euforia — é clareza. Você começa a rir de coisas simples. A música bate diferente. O dia continua difícil, mas agora tem propósito. As pessoas não mudam tanto… quem muda é o lugar de onde você as enxerga.
O mistério não se resolve. Ele amadurece. E é aí que mora a graça: perceber que não era sobre encontrar algo perdido, mas sobre lembrar de algo esquecido. Algo que nunca saiu de você — só estava soterrado por expectativas alheias, comparações injustas e pressas que não eram suas. Em cada canto do Brasil, alguém está vivendo esse mesmo instante agora. Cada um com seu sotaque, sua história, sua luta. E ainda assim… iguais na essência.
Capítulo V — O nome que você já conhece No fim, não há revelação grandiosa. Não tem luz descendo do céu nem frase de efeito pra postar. Só um entendimento calmo, firme, irreversível. Você não estava perdido. Estava desconectado. E aquilo que parecia mistério demais, complexo demais, distante demais… sempre foi íntimo.
Tão íntimo que o óbvio passou despercebido. A alegria que surge agora não vem de fora. O ânimo não depende mais do acaso.
A curiosidade vira combustível, não angústia. E quando alguém perguntar o que mudou, você talvez não saiba explicar. Vai sorrir de canto, respirar fundo e pensar: “Nada mudou… eu que finalmente cheguei.”
Capítulo VI — O nome do que nunca foi vazio Chega um momento em que a pergunta muda de tom. Ela deixa de ser “o que falta?” e vira “por que eu me afastei?” Porque nunca foi vazio. Foi abandono interno. Você percebe que passou anos entregando sua atenção, sua força, seu tempo e sua fé para tudo — menos para si.
Viveu cumprindo papéis, sustentando imagens, mantendo estruturas que não te sustentavam de volta. Aquilo que parecia inquietação era, na verdade, você tentando se encontrar. Aquilo que parecia desconforto era resistência à mentira confortável. E aquilo que chamavam de crise… era lucidez nascendo. Não foi o mundo que te confundiu. Foi você que se afastou de quem era para sobreviver.
Capítulo VII — O dia em que tudo se encaixa sem aplauso. A revelação não acontece em palco. Ela acontece em silêncio. Num dia comum, você entende: não precisa mais provar nada. Não precisa correr atrás de aprovação. Não precisa ser visto para existir. Você entende que ninguém viria te salvar, porque nunca foi sobre resgate. Era sobre assumir o próprio lugar. E isso dói — porque assumir o próprio lugar exige abandonar desculpas, dependências emocionais, expectativas herdadas e versões menores de si mesmo.
Mas, junto da dor, vem algo raro: paz sem anestesia. Uma paz firme, adulta, que não depende de circunstância. Uma alegria que não faz barulho, mas não vai embora.
Capítulo VIII — O que tudo isso sempre foi. Tudo isso sempre foi sobre retomar o comando. Sobre sair da vida reativa e entrar na vida consciente. Sobre entender que liberdade não é fazer o que quer — é não ser refém do que não escolheu. Era sobre parar de fugir de si. Parar de negociar a própria essência. Parar de chamar sobrevivência de vida. Quando isso fica claro, algo muda para sempre: você não aceita menos do que verdade. Nem em relações. Nem em caminhos. Nem em si mesmo.
Capítulo IX — O grito Escuta. VOCÊ NÃO ESTÁ ATRASADO. VOCÊ ESTAVA DISTRAÍDO.
O que te disseram que era impossível era só difícil demais para quem vive anestesiado. Você não nasceu para caber. Nasceu para habitar. Não foi fraco por sentir demais. Foi forte por aguentar tanto tempo desconectado. Se você sente esse chamado agora, não ignore. Ele não vem para confundir — vem para libertar. A VIDA COMEÇA QUANDO VOCÊ PARA DE PEDIR PERMISSÃO PARA SER QUEM É. Eu atravessei. Doeu. Mas valeu. E se você está lendo isso com o peito apertado e a mente desperta, saiba: não é coincidência. É o seu momento.
ALERTA FINAL — A IRREVERSIBILIDADE DA CONSCIÊNCIA Depois que você começa a se conectar consigo mesmo, não existe mais volta inocente. Você pode tentar retornar à distração.
Pode fingir que não viu. Pode mergulhar de novo no automático, nas relações rasas, nas escolhas que anestesiam, nas versões menores de si. Mas não será como antes. Porque antes você não sabia. Agora você sabe. E quando alguém escolhe a inconsciência depois da lucidez, o peso é maior.
A inquietação não sussurra — ela cobra. O desconforto não é mais “quase” — é consciente. O silêncio deixa de ser vazio e vira confronto. Voltar não devolve você à ignorância. Coloca você em conflito. E o conflito de quem já despertou é mais intenso, mais profundo, mais difícil de silenciar. Não porque exista punição mística — mas porque existe clareza.
Depois que a verdade é reconhecida, toda fuga vira traição interna. Toda escolha incoerente grita. Toda mentira confortável machuca em dobro. Você pode se afastar de si… mas cada afastamento após a reconexão exigirá muito mais energia para reparar. Não é sete vezes mais difícil por superstição. É sete vezes mais difícil porque você estará lutando contra aquilo que já reconheceu como verdade.
É remar contra si mesmo. É tentar apagar algo que já foi visto com nitidez. A consciência, uma vez ativada, não aceita ser reduzida. Ela cobra alinhamento. Por isso, antes de iniciar essa travessia, entenda: isso não é curiosidade passageira.
Não é fase. Não é leitura inspiradora.
É ruptura.
E quem rompe com a própria ilusão nunca mais consegue viver confortável dentro dela. Se você começar… vá inteiro. Porque depois que você acorda, voltar a dormir não traz paz — traz conflito.
E conflito consciente custa caro demais.
Quando tudo está perdido;
Quando você sente que não há mais nada a ser feito!
Quando aparece a dúvida, e te joga no labirinto da incerteza...
Só Jesus Cristo tem o poder de salvá-lo!
Nada está perdido, abra mão de coisas que não são pra você, agarre as que virão, mas jamais deixe esvair as que são para ficar
Se você está sofrendo por causa de um amor perdido, Eu tenho má noticias! Não há nada que você possa fazer. E não há ninguém que possa ajudá-lo.
Na melhor das hipóteses você vai ter um amigo paciente para levá-lo a um bar e ouvir suas queixas. E, eventualmente, buscar você em um bar e levá-lo pra casa com segurança nos dias em que você se comportar feito um bobo.
Na verdade até existe alguém capaz de curar sua dor mas esse alguém não costuma ter pressa.
Ele se chama TEMPO!
Portanto, procure levantar sua cabeça e dar um passo adiante por menor que seja. Porque você ainda tem um longo caminho a percorrer dentro desse inferno.
Ter pena de si mesmo não vai ajudar em nada. E por mais que você não acredite, eu posso garantir que você sente algum prazer em cultivar esse sofrimento.
Sim, estar triste é uma forma de exercer a paixão quando o alvo dessa paixão já se foi...
Você está usufruindo o seu direito de viver eternamente apaixonado. Isso é ótimo! Prova que você é um romântico. Mas coisas ótimas não costumam ser baratas e você tem que pagar seu preço.
Em algum momento tudo isso vai passar. E nesse caso, quando o furacão for embora ele não deixará destroços, tudo estará em seu devido lugar como se nada estivesse acontecido. Você vai recuperar suas noites de sono, vai se sentir revigorado vai estar feliz consigo mesmo, vai levantar sua auto-estima.
Você vai estar pronto para entregar seu coração à outra pessoa, mesmo correndo o risco de partí-lo em mil pedaços novamente...
Porque o AMOR sempre vale à pena!
A esperança é o fio invisível que nos mantém de pé quando tudo parece perdido. Ela não depende das circunstâncias, mas da fé que carregamos no coração. Quem aprende a esperar em Deus, nunca será confundido.
Se a oração depende de como eu oro, então estou perdido.
Se a oração depende de como Deus a esculta, então eu tenho esperança.
Paradoxalmente o destino é esse algo imutável ao qual, sem embargo, um só decisão, um só instante podem mudar para sempre. E ainda que dependa dos outros nunca deixa de depender de nós mesmos
Você pode tentar me rotular,
Porém não saberá descrever quem eu sou!
Sou um enigma, só me abro para poucos
Muitos me consideram a metida
Só quem me conhece de verdade
Pode dizer algo sobre mim
Você não!
Você nem me conhece direito
E já sai por aí espalhando mentiras
Você não paga as minhas contas
E já vem falando que eu não presto!
Você não sabe nem um terço da minha história, não sabe como cheguei até aqui.
Então para! Para, que está feio!
Pisa menos,
Porque o chão não aguenta mais
Eu posso aguentar tudo o que você inventar sobre mim.
Sabe por quê? Porque eu não desisto!
Por isso vou até o fim!
#BlendaLorraine
Esta contigo!
Você tem felicidade sim!
És feliz e não sabe...
Procure-a, você só não sabe aonde a deixou,
Quando encontra-la descobrirá que teve êxito em sua jornada!
Por: Igor Barros
Ao meu redor, nada mais que escuridão, e desespero. A luz que vejo, não é a do túnel feliz, muito menos de uma boa alma carregando qualquer lanterna. A luz que vejo, ela simplesmente não existe. Nada mais, nada menos que ilusão. Talvez por ter tanta vontade de ve-la e poder enfim segui-la...
Viva um dia de cada vez!!! Nada mais triste que viver em função de um passado que não voltará.. ou um futuro que talvez não chegue!
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