Nada esta Perdido So Depende de Voce
Em Salvador é verão
Faz tanto calor...
Mas nada aquece o sangue
Que vai pro meu peito.
Só queria te ver...
Mas sei que é improvável
É impossível.
SURGIU DO NADA
Eu andava só, sem direção,
Dias iguais, sem nenhuma canção.
De repente o vento trouxe você,
E tudo mudou sem eu perceber.
Não sei se foi destino ou acaso,
Mas teu olhar acendeu meu espaço.
De onde veio, eu não sei explicar,
Só sei que chegou pra ficar.
Você surgiu do nada,
E virou tudo em mim.
Fez da noite madrugada,
E deu cor ao meu jardim.
Hoje eu só sei dizer,
O quanto eu sou feliz por ter você.
Entre sorrisos, planos e sonhos,
Seus gestos simples viraram meus donos.
O tempo passou, mas não apagou,
A força da vida que você me mostrou.
Não é preciso entender a razão,
Basta sentir o pulsar do coração.
A cada passo, só quero estar,
Onde você possa me encontrar.
Você surgiu do nada,
E virou tudo em mim.
Fez da noite madrugada,
E deu cor ao meu jardim.
Hoje eu só sei dizer,
O quanto eu sou feliz por ter você.
Se um dia o mundo tentar separar,
Eu vou lembrar de onde tudo começou.
O nada ganhou sentido ao te encontrar,
E a vida inteira foi quem me apresentou.
Você surgiu do nada,
E virou tudo em mim.
Fez da noite madrugada,
E deu cor ao meu jardim.
Hoje eu só sei dizer,
O quanto eu sou feliz por ter você.
Quando a Saudade Aperta
Do nada, vem.
Um aperto no peito,
como se o tempo parasse
só pra lembrar que algo falta.
Não tem aviso.
Só a lágrima que escorre
sem barulho,
como quem entende
o que nem você sabe explicar.
É saudade —
daquilo que foi,
daquilo que nunca foi,
ou talvez só de um pedaço seu
que ficou em algum lugar do passado.
Você respira fundo.
Não pra esquecer,
mas pra caber de novo em si.
E sussurra, quase sem voz:
“Vai passar.”
Mesmo sem saber quando.
Mesmo sem saber como.
Vocês têm problema cognitivo?
Talvez não tenhamos nada
só problemas emotivos.
Talvez faça falta
os pensamentos intrusivos
pensando bem,acho que realmente
temos problemas cognitivos.
Por favor
O que eu fiz para merecer isso?
Nao fiz nada para ser maltratada
So mereço ser amada
As vezes me sinto como uma megera domada
Feriado lá fora, a vida acontecendo… e eu aqui, quieto, sem nada para fazer, só tentando entender os caminhos que a vida ainda pode me levar.
Outro dia
Nada é eterno
Lá fora o escuro
E agora só chove
Molha a roupa do varal
E tanto faz
Não chega a ser tão mal assim
Essa noite está tão morna
Nada excede
Tudo em seu lugar
Distante, como sempre foi
O tempo parece eterno
Mas só o que dura pra sempre
É sua lenta passagem
Correndo eternamente
Numa viagem sem volta
A chuva caindo do Céu
A noite sem sentido
O ruído do vento
E o sentido do tempo é pra frente
Nada é eterno
Tudo passa eternamente
A gente é que não vê.
Edson Ricardo Paiva.
Obrigado, meu Deus, por cada amanhecer. Nada é fácil, mas só de estar em pé, correndo atrás sem atrasar ninguém, já é uma vitória!
Só não fuja de mim...
Quando eu me aproximar,
depois de criar coragem
e falar do nada,
mesmo sem sentido algum...
Não precisa me responder.
Pode fingir que não me ouviu,
pode se calar
para não me magoar...
Com palavras
não pensadas,
ditas da boca para fora,
jamais do coração,
que saem como defesa.
Defende-se de um sentimento
que é cura,
não tormento.
Pode ficar quieto, parado,
e até me ignorar,
mesmo que eu não saiba o porquê:
se é amor, desejo ou desprezo...
Já não me importa tanto.
Posso até me enganar,
sem conhecer o real motivo.
Apenas fique.
E não fuja de mim!
Isso aqui é pra quem ficou quando não tinha nada
Sem palco, sem luz, só rima engasgada
Pra quem ouviu no fone estourado
E viu valor num sonho mal gravado
Não foi hype, foi lealdade
Foi escuro, foi verdade
Se hoje o som bate mais forte no peito
É porque vocês nunca soltaram o respeito.
_
Durma , isso não é nada
Durma isso logo passa
Durma, que tudo é só ilusão
Se alguém achou a sua estrada,
Achou-a em confusão,
Não se culpe por isso
Sua alma foi enganada.
Não há lugar nem dia
Para quem quer procurar
Nem paz nem alegria
Para quem, por amar,
Se entrega e confia.
Melhor ser realista a
Fingir dócil , sem o ser
Ficar como ficamos,
Sem pensar nem querer,
Dando o que esgotamos
Amar sem nada receber .
É como se nada fosse meu,
me vejo só, tolo plebeu
querendo um coração roubar,
mas deixo a alma toda falar.
Tipo Claudinho e Buchecha,
um romance preso na cabeça,
mas minhas próprias incertezas
me prendem na maior fraqueza.
Eu toco o violão pra fugir,
mas me vejo como Marta a subir…
e logo depois sou Kuririn,
caindo sem saber onde ir.
E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu mundo virou outro enredo,
Capitão sem América, rindo do próprio medo.
As teias que deviam me segurar
viraram corda no naufragar.
Poseidon tentou me resgatar,
mas nem a sereia eu pude enxergar.
Fui branca de neve sem a cura,
Frost nem viu a minha lua.
Quis ser gelo só pra me esconder,
mas o mundo não conseguiu me ver.
As luzes todas querem brilhar,
a minha é faísca pronta a apagar…
minha Viúva Negra a decidir
dar “game over” no que restou de mim.
E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu filme não teve final,
me perdi no meu próprio mundo real.
Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.
Texto de Friedrich Nietzsche
A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.
Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.
A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.
Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.
A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.
Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.
Depois da curva, se ainda houver sentimentos, que sejam só lembrança — nada de recaída, aproximação ou intimidade.
Você perdeu o meu momento de fraqueza; ele foi levado pela correnteza, rio abaixo, sem volta.
Não tenho forças para carregar mais promessas vazias nem desculpas que se repetem.
Não haverá retorno. Não haverá recomeço.
Guarde o que restou de você nas margens do passado; eu sigo em frente, seco as mãos e fecho a porta.
Adeus — pra nunca mais.
A gratidão transforma o
nada… em tudo. Não tinha ouro, nem castelo
Só um céu limpo e café quente
Mas no seu olhar sincero
Eu encontrei o que é presente - Frase da música A gratidão transforma do dj gato amarelo
Solte o que te prende
Vai, permita-se voar
O amor não cobra nada
Só quer te acompanhar - Frase da música Permita-se Voar do dj gato amarelo
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