Frases com cama

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"Não adiante ter a Bíblia em aplicativos de celular, na cabeceira da cama ou na estante da sala, se ela não estiver guardada no seu coração."

Ó Absoluto, escuta o brado do espírito ao abismo lançado,
rompe a Cama infernal, trono do Pecado profundo;
arranca-me do sono onde meu nome é sepultado,
antes que a sombra me consuma e me apague do mundo.

Sinbad, o Marinheiro


Na cama não pude ficar esperando, como se o senhor regente dos domínios oníricos das Terras dos Sonhos se tivesse esquecido de me inebriar esta noite, com as areais do torpor.

Logo antes do crepúsculo estava eu a olhar a lua em toda sua majestade, abençoando os mares noturnos com sua altivez reluzente, e imaginando que lá de onde exerce seu reinado ela é um elo de ligação entre todos que testemunham suas bênçãos.

Não importa a distância, se é noite todos a podem contemplar, sem qualquer tipo de discriminação; e se assim o é, há quem encontre consolo no luar quando os amados partem em jornada para longe.

Os primeiros raios de sol da alvorada enfim prenunciam o dia que acabara de nascer. A vermelhidão que divide a noite e o dia se ausenta dando lugar a um céu azul radiante, povoado por pequenos aglomerados felpudos de nuvens brancas.

Com o alvorecer, o ímpeto de meus sentimentos proclamam essa uma manhã de encontros e despedidas. Oportuna se faz a idade adulta, quando os jovens se candidatam à aspirantes de marinheiros, com o que esperam conquistar grandes aventuras, repletas de fama e glórias.

Em mim não há lugar para o desjejum, é como se meus órgãos brigassem por espaço com toda a ansiedade que comporto em meu ser e meu estômago parece estar perdendo; trêmulo, se paro um segundo e observo o silêncio, tudo o que posso ouvir é a sanha de meu coração, a lutar na guerra por espaço, bumbando como um tambor de rituais bélicos, dentro de meu peito.

No porto, a brisa úmida e salgada da enseada sopra encantada pelos deuses dos ventos do norte, que são conhecidos pelas grandes salmouras de suas moradas.

As ondas lutam contra o velho cais de madeira das docas, pode-se ouvir ao longe o som de suas investidas.

O vento tece a água, que espirra das colisões, em minúsculos cristais, e ao serem atravessados pela luz do sol cintilam em mágicos arco-íris.

As grandes embarcações movimentam as águas: imponentes, lustrosas, com belas carrancas ornadas na proa. Seus mastros seguem aos céus, de onde pendem velas brancas e infladas como pulmões pelo vento.

Depois de longa viagem: terra firme; atracam para breve estadia, seus transeuntes se atropelam, num vai-e-vem frenético, trazem e levam cargas, há navios comerciais e de transporte, e Chronos não parece ser amigo dos que ali se encontram, pois a pressa parece ser a única senhora de seus templos.

O dia mal havia nascido e eu atropelava as horas, pois era chegado o momento. Tempo de embarcar, de ceder aos senhores do amanhã o meu devir: que usem o fôlego de seus pulmões e soprem as velas do destino rumo ao horizonte, onde o sol mergulha no mar até se apagar na água e dar lugar a noite.

Chegou o dia dos planos de deixar o porto, onde nascera e de menino me tornara homem, por terras desconhecidas além-mar.

Tornar-me-ei em um marinheiro mas é apenas o começo de minha ânsia.

O mundo é tão grande que nenhuma carta marítima sabe dizer ao certo o quanto, logo, ainda que navegasse todos os mares não os poderia conhecer como gostaria.

Contudo, de certa forma, para mim, tal fato não importa, o que diz respeito as Moiras somente diz respeito a elas, ocupo-me do que posso fazer agora. E, agora, resta-me isso: navegar.

Com o tempo, no entanto, os Oceanos, suas dádivas e tormentos, conhecerei. E a sabedoria de um lobo do mar, que conheceu muitos povos, viu muitas terras e águas, desbravou-as e então voltou, portanto, em mim há-de fazer morada.

⁠Então chorou, sozinha, sozinha na cama, sozinha no quarto, sozinha na casa, sozinha no bairro (...), sozinha no continente e sozinha na maior dimensão possível. Sozinha no lugar mais assustador, absolutamente sozinha por dentro, onde ninguém podia entrar, oferecer um chá e dizer que o tempo ainda ia curar tudo.

Um dia desses cheio de saudade,
Fui para a cama e não pude dormir,
Me recordei de você mais uma vez,
E o tempo passa e eu ainda não te esqueci,
A saudade me tortura e me domina,
Eu até sinto a sensação de morrer,
Pois fecho os olhos e sinto você me amando,
E eu também estou amando você.....

Madrugada fria, numa casa vazia, onde a solidão é tempestade, na cama viro de um lado pra outro, difícil de adormecer, na rua um rumor descontrolado, de motores envenenado, e pessoas fazendo bagunça, sinto o cheiro de cigarro, também de gente pinguça, mas não posso me abater, tão pouco me aborrecer, pois tenho até que agradecer por ser solitário, porque do contrário, minha vida seria outra. Solidão tu me perturba, acaba comigo, me deixa arretado, mas também conformado, pois quem quer liberdade, é o preço que se paga, pra andar gauderiando na estrada da vida.

[Entre Aliens e Unicórnios]


Surgimos de baixo da cama,
Por meio de lençóis e colchas,
Para além dos edredons,
Dos portais fabulantes,


De trás para frente,
De ponta cabeça, enfim,
Comece de novo,
Só comece novamente.


Remoendo a massada das rimas,
Bote o todo na betoneira dos poemas.


Você não quer que todo mundo entenda, não é ?!
Imagine como seria tedioso
Se todo mundo entendesse.
Mas não se aflija, pois não vão.


Para cá desta murada,
Não se vê tumulto, flagelos,
Nem filas ou reclamações,
As únicas interações são nossas
E para conosco,


Quando as nuvens do incômodo se aglutinam,
Despenca o toró, a torrente do alvoroço
E a alvorada nos enlaça saudosa.


Disseste que teu nome
Era diminutivo de lua,
Como recompensa te dedico
Esta soma empanada de estrofes.


Indissociável como estrógeno e progesterona,
Luara, o motivo inicial desta composição
Foi um tanto desvirtuado,


Mas considere o fato que registros efetuados
Tem como prêmio a posteridade,


Ficando assim estampado
Senão nas memórias pueris,
Ao menos em nossa comoção,
Deixemos todas as condições
E os bem feitos, serem como são.


Abandonados nos trópicos
Entre câncer e capricórnio,
Um humor sulfúrico para ti,
Vossa graciosidade se revela a sós.


Entre Aliens e Unicórnios,
Existem tantas teorias
Que não existem, por aí,
Mas que existem, para nós.


Ao menos em nossa comoção,
Deixemos todas as condições
E os bem feitos serem como são.


Serem
Como são,
Em nossa comoção.


(Michel F.M. - Pacífico em Brasas - Trilogia Mestre dos Pretextos - 2020)

Não existe homem bom e ruim de cama. O que existe é homem que a mulher ama e homem que ela não ama. Para uma mulher amar um homem é o pressuposto para classificá-lo como o melhor do mundo nesse quesito. E isso, vale para os homens também.

"" Risque e rabisque
Mas não traduza
Envolva a trama
Como quem seduz na cama
Amarre as peças
Sem perder o jogo
No final nada mal
Se puder colar
Se puder pintar
Se atreva
Se não puder
Escreva...""

Às vezes eu olho para a beira da minha cama e imagino que ali está sentada olhando para mim a figura da morte.
Durante o dia ela me acompanha em tudo que eu faço como uma sombra.
Eu entro na piscina e a água gelada e o céu azul acima de mim me lembram como é bom estar viva, mas lá no horizonte onde o sol lentamente se deita eu vejo a figura dela... Sorrindo sem pressa de me buscar.
Tento manter a minha consciência o mais desperta possível. Não quero ser surpreendida pela morte, pelo contrário, quando ela chegar eu estarei pronta, vestida e limpa de corpo e alma, sem medo nenhum, porque eu trabalhei o meu eu e a minha consciência para me unir ao Todo.
Deixar esse mundo não significará uma coisa dolorosa para mim. Será a oportunidade de rever todos os meus gatos e isso é o que me conforta e alegra.

Os dias ruins ensinam a valorizar os passos pequenos. Levantar da cama já se transforma em vitória. Talvez a grandeza da vida resida nesses mínimos. Somá-los é construir um caminho inteiro. E no final, ele será o suficiente.

Eu tentei seguir, mas o vazio caminha comigo. Ele senta ao meu lado, dorme na minha cama, repete suas lembranças como uma oração torta. Seguir em frente, às vezes, é apenas aprender a carregar o peso sem deixar que ele nos destrua por completo.

Às vezes, o maior ato de bravura é simplesmente levantar da cama e enfrentar o espelho, sabendo que o reflexo será o de alguém que perdeu mais uma batalha para a própria mente. Vencer o dia por pontos é tão digno quanto vencê-lo por nocaute.

O peso do corpo sobre a cama nas manhãs difíceis não é preguiça, é a gravidade da alma sentindo o peso de todas as batalhas internas que ninguém viu você lutar, mas que deixaram marcas de exaustão que nenhum sono de oito horas é capaz de apagar.

O meu quarto tem cheiro da morte.
A minha janela reflete a escuridão
A minha cama vazia me ensina o que é a solidão.

Me sinto tão só e tão carente em minha cama
Que nem sei se estou vivendo...

⁠A marionete ria enquanto a flor apodrece na cama.
Enquanto a marionete era controlada pelas cordas a flor com um pingo de esperança viu que a marionete estava fazendo seu próprio nó na corda.
Enquanto a flor não pediu pra ser plantada, a marionete se faz de vítima todo o tempo.

Se eu morrer jovem, me cubra com cetim
Deite-me em uma cama de rosas
Afunde-me no rio ao amanhecer
Mande-me embora com as palavras de uma canção de amor

The Band Perry

Nota: Trecho da música If I Die Young.

"A paixão te derruba na cama… o amor te levanta pra vida."

Arrumar a cama de manhã é sua primeira tarefa. Isso dá uma sensação boa e motivação para a próxima tarefa. Com esse pequeno início, você conseguirá fazer coisas maiores durante o dia.


Isso mostra que pequenas ações importam. Se você não faz bem as pequenas coisas, como fará as grandes?