Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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⁠ Na política há anjos e demônios os quais sobrevivem às custas do eleitor-cidadão, por imposição do Estado.

Se conversas fiadas pagassem ⁠dívidas nós brasileiros seríamos a primeira economia e potência mundial.

Muitas pessoas confundem o ouvir e escutar - há sensível diferença entre ambos.⁠

⁠O Brasil é o único país que acata e respeita todos os costumes do mundo sem impor condições - portanto é real .

⁠Se todos os seres humanos fossem realmente iguais, não haveria a necessidade de leis - portanto, tal afirmação é ufanista.

⁠Não, reclame, da(á)propaganda - assim fulgura a publicidade brasileira.

⁠A morte é uma ciência exata e no decorrer da nossa trajetória ela apresenta quatro operações matemáticas: Adiciona, divide, multiplica e ao final da vida nos subtrai.

⁠Há dois tipos de ignorância:
A natural e cultural, isso torna a sociedade sem paridade

⁠O tempo não tem palavras subliminares, portanto, aguarde a reação do Universo, pois tudo que é verdadeiro emergirá.

⁠A trajetória humana nada mais é senão o retorno ao pó, portanto, uma constante contagem regressiva.

⁠Nós estamos aqui, não somos, apenas vivemos a ocupação do espaço físico da nossa própria existência.

⁠Somos humanos imantados, portanto, cuidado com polos negativo e positivo.

⁠O conhecimento incomoda os ignorantes, use-o com sabedoria.

⁠No silêncio, a gente ouve a voz da razão.

Inserida por wikney

Mesmo que tu me mintas
eu finjo que acredito
para te ver outra vez,

- Acho, senhora, que pela primeira vez na vida Artur foi golpeado por uma loucura que ele não pode contrololar.
- O Amor?
Olhei-a e disse a mim mesmo que não estava apaixonado por ela, e que seu broche era um talismã apanhado aleatoriamente. Disse a mim mesmo que ela era uma princesa e eu no filho de uma escrava.
- Sim, senhora.
- Você entende essa loucura?
Eu não tinha consciência de coisa alguma na sala, exceto Ceinwyn. A princesa Helledd, o príncipe adormecido, Galahad, as tias, a harpista, nenhum deles existia pra mim, assim como os tecidos pendurados nas paredes ou os suportes de bronze das lamparinas. Só tinha consciência dos olhos grandes e tristes de Ceinwyn e de meu coração batendo.
- Entendo que é possível olhar nos olhos de alguém - ouvi-me dizer - e de súbito saber que a vida será impossível sem eles. Saber que a voz dessa pessoa pode fazer seu coração falhar e que a compania dela é tudo que sua felicidade pode desejar, e que a ausência dela deixará seua alma solitária, desolada e perdida.
[...]
- Isso já lhe aconteceu, Lorde Derfel?
(As Crônicas de Artur)

- Em vez de comprar- lhe algo que você gostaria de ter, estou lhe dando algo que é
meu, realmente meu. Um presente. Um sinal de respeito pela pessoa diante de mim,
pedindo que ela compreenda o quanto é importante estar ao seu lado. Agora ela tem
consigo uma pequena parte de mim mesma, que entreguei de livre e espontânea vontade.
Ralf levantou-se, foi até a estante e voltou com um objeto.
Estendeu-o para Maria:
- Este é um vagão de um trem elétrico que eu tinha quando era menino. Não tinha
autorização para brincar com ele sozinho, porque meu pai dizia que era caro, importado dos
Estados Unidos. Então, só me restava esperar que ele tivesse vontade de montar o trem no
meio da sala, mas geralmente ele passava os domingos escutando ópera. Por isso, o trem
sobreviveu à minha infância, mas não me deu nenhuma alegria. Lá em cima tenho guardado
todos os trilhos, a locomotiva, as casas, até mesmo 0 manual; porque eu tinha um trem que
não era meu, com o qual eu não brincava.
"Oxalá tivesse sido destruído como todos os outros brinquedos que ganhei e de que
nem me lembro, porque esta paixão de destruir faz parte da maneira como a criança
descobre o mundo. Mas este trem intacto me lembra sempre uma parte da minha infância
que eu não vivi, porque era preciosa demais, ou trabalhosa demais para o meu pai. Ou
talvez porque, cada vez que montava o trem, tivesse medo de demonstrar seu amor por
mim."

Paulo Coelho
Onze Minutos

Pra eu me perder de vez nas tuas tintas

Segundas chances, elas nunca importam, as pessoas nunca mudam
Uma vez puta, você não é nada mais, desculpe-me, isso nunca vai mudar
E sobre perdão, supostamente ambos teríamos que trocar
Desculpe-me, querida, mas eu estou passando por cima, agora olhe para cá
Bem, há um milhão de outras garotas que fazem o mesmo que você
Parecendo o mais inocente possível para pegar quem
elas querem e o que elas gostam, é fácil se você fizer direito
Bem, eu me recuso, eu me recuso, eu me recuso!

É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado.

Paulo Freire
Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.