Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Só conheci do amor, que imaginei tão lindo, o mal que ele me fez”.

Eu gosto tanto de você no derramar das coisas simples,
nas flores espargidas nos lençóis de algodão-doce,
jogando os travesseiros de nuvens-fora-cama,
fazendo do meu quarto-templo de quem ama.

Eu gosto tanto de você tocando o meu corpo
(quase sem seus dedos)
olhando nos meus olhos
(como quem captura um segredo)
Poeta procurando apelidos pro desejo.

Eu gosto tanto de você
com todos os seus dramas, vírgulas, quebras de páginas,
reiniciado em seus capítulos, revisitado em suas mágoas,
redescoberto no que há de tão melhor num SIM!

(Eu gosto tanto de você... quando você gosta de mim!)

Quem não escreve sua própria história,
se esquece de apontar o lápis
e aponta o dedo...

⁠Olhe ao seu redor. Olhe o que o homem não consumiu. Olhe o que o homem não destruiu. E pense o que ninguém parou para pensar, que Deus nos deu riquezas brotando em todo lugar.

Quando vocês ouvirem jornalistas dizendo "Nós somos putas", não acreditem. Isso é tentativa de usurpar a boa reputação das mães deles.

Nunca percas a esperança.
Haja o que houver, permanece confiando.
Se tudo estiver contra, e o insucesso
te ameaçar com o desespero,
ainda aí espera a divina ajuda.
Somente nos acontece o que será de melhor para nós.
A lei de Deus é de amor.
E o amor tudo pode, tudo faz.
Quando pensares que o socorro
não te chegará em tempo, se continuares esperando,
descobrirás, alegre, que ele te alcançou
minutos antes do desastre.
Quem se desespera
já perdeu parte da luta que irá travar,
avançando prejudicado.

O medo do ridículo é a mais vigorosa força imbecilizante no universo.

Carrego meus mortos do lado esquerdo...por isso caminho meio de banda.

Que erro será esse? E que necessidade tinha ele de vir lançar-me este enigma no coração?

Não lutar pelo que você quer tem nome. Fracasso.

Não tente mudar o mundo, é impossível, mude a si mesmo e o mundo parecerá diferente

Nada é permante, a não ser a mudança

Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.

E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.

Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.

Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.

Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.

Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.

Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?

Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas

do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.

Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.

E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.

O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.

Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.

Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,

eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.

"Os ignorantes pensam que já sabem tudo. Os espertos aprendem com os próprios erros. Os inteligentes aprendem na escola e nos livros. E os sábios, cientes que nada sabem, aprendem muito mais com a experiência e os erros alheios”. (J. M. Jardim)

O namoro entre duas pessoas cristãs deve antes de tudo glorificar o nome de Deus com o bom testemunho do casal. Se o relacionamento de um casal cristão não glorifica a Deus com o bom testemunho das duas partes envolvidas, não tem que se falar em casamento, mas sim, em arrependimento e mudança de vida.

Reflexões. Resende, 18 de julho de 2017.

"E se eu despir minha alma? Você se excita?”

Sabedoria consiste em falar e agir da verdade.
Aprendizagem muito não ensina compreensão.
Todas as coisas vêm a seu tempo devido.
O sol é novo a cada dia.

A pungência do discurso não depende da ênfase oratória, mas da clareza com que você viu o seu objeto e da busca da expressão certa.
***
A oratória agrada aos ouvidos, mas só a fidelidade das palavras às impressões genuínas toca os corações.

“Sofrimento é o destino inevitável, porque é fruto do processo que nos torna humanos. O grande desafio é saber identificar o sofrimento que vale a pena ser sofrido. – Se hoje a vida lhe apresenta motivos para sofrer, ouse olhá-los de uma forma diferente. Não aceite todo este contexto de vida como causa já determinada para o fracasso. Não, não precisa ser assim. – Deixe-se afetar de um jeito novo por tudo isso que já parece tão velho. Sofrimentos não precisam ser estados definitivos. Eles podem ser apenas pontes, locais de travessia. Daqui a pouco você já estará do outro lado: modificado, amadurecido. – Sofrer é o mesmo que purificar. Só conhecemos verdadeiramente a essência das coisas à medida que as purificamos. O mesmo acontece na nossa vida. Nossos valores mais essenciais só serão conhecidos por nós mesmos se os submetermos ao processo da purificação.”

• Essência de vidro.
Quando os nossos pés descalços se colocam diante das duras pedras do sofrimento...
Quando a fragilidade de nossa condição nos leva a trilhar o inevitável caminho das sombras...
Quando a vida nos revelar que somos portadores de uma essência de vidro...
É importante que a gente se livre da pressa e da facilidade das respostas prontas...
Porque diante da dor sofrida, mais vale um silêncio, uma pausa, que uma palavra inoportuna.

• Deus e os absurdos do mundo
A maturidade também se expressa no que pedimos. Outro exemplo simples. Uma pessoa fumou a vida inteira, nunca se esmerou por lutar para deixar o vício, e, num determinado momento, descobre que tem câncer. Então se coloca a pedir a Deus um milagre. – É justo? A doença não nasceu das escolhas que ele fez? Será que Deus tem como mudar os destinos de nossas sementes? Ele não estaria desrespeitando a nossa liberdade? Tenho o direito de querer colher o que na verdade não plantei? – Acho pouco provável. Há um jeito mais interessante de pedir a Deus um milagre: mudar de atitude, antes que nasçam as doenças. – O milagre é realizado a quatro mãos. Mãos de Deus e mãos humanas.

Retirado do livro: Quando o sofrimento bater à sua porta

Na melancolia de teus olhos
Eu sinto a noite se inclinar
E ouço as cantigas antigas
Do mar.

Nos frios espaços de teus braços
Eu me perco em carícias de água
E durmo escutando em vão
O silêncio.

E anseio em teu misterioso seio
Na atonia das ondas redondas.
Náufrago entregue ao fluxo forte
Da morte.