Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
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Mundos aparte são parte de um só; o nosso próprio.
No amor e fantasia, viaja aquele que a vida sabe apreciar.
Roteiro de todos os mundos que sempre no nosso estão presentes.
Permita-se viajar!
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Tc.23042025/064
Às vezes, tudo o que precisamos é isso: um passo. Um sopro. Umanovapágina.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
Em tudo nessa vida precisamos de um tempo para pausar e admirar o que fizemos!
Até Deus assim o fez:
..."e viu Deus que era bom".
A REVOLTA DOS SANTOS
Um manifesto para quem ainda acredita na luz, mas não aguenta mais a farsa
1. O SUSSURRO QUE NINGUÉM OUVE
Você sente, não sente?
Algo está errado.
Não é um erro gritante. É um veneno doce, um câncer que se passa por remédio.
O mal não veio de capa preta. Veio de marketing sagrado. De Deus em promoção. De fé com entrega grátis.
E você, bom demais para desconfiar, foi engolido.
2. A FÉ QUE VIROU MOEDA
Seu coração clama por infinito.
E te vendem curtidas.
Sua alma anseia por sagrado.
E te empurram entretenimento espiritual.
Fizeram da sua sede de Deus um consumo. Da sua oração, um algoritmo. Da sua esperança, um produto.
Pergunte-se:
Quando sua fé realmente quebrou algo?
Quando sua bondade de verdade assustou alguém?
3. OS VENDEDORES DE DEUS (E OS COMPRADORES DE ALMAS)
Os novos fariseus não apedrejam ninguém na rua.
Eles te cancelam nos stories.
Não cobram impostos no templo.
Cobram sua autoestima em troca de "bênçãos".
O altar virou palco. O milagre virou espetáculo. O silêncio sagrado virou tráfego engajado.
Jesus não sorria pra foto.
Jesus quebrou a mesa dos picaretas.
4. A BONDADE QUE NÃO SERVE PRA NADA
Te ensinaram que "ser bom" é:
Não questionar
Não perturbar
Pagar a assinatura do céu
Mas ouça isso:
Bondade que não incomoda é enfeite.
Fé que não transforma é placebo.
Você foi treinado para ser inofensivo.
Para ser vela embaixo da mesa.
Para amor com nota fiscal.
Chega.
5. O CHAMADO DOS INQUIETOS
O reino dos céus não tem planos premium.
A verdade não tem patrocinadores.
Você quer algo real?
Terá que:
Amar sem hashtag
Crer sem garantia
Quebrar coisas em nome do sagrado
Como aquele homem que entrou no templo
e derrubou a mesa dos vigaristas.
(Sim, esse ainda é o modelo.)
6. O AVISO DOS DESPERTOS
Não seremos mais:
Seguidores de gurus de paletó
Assinantes de milagres
Compradores de perdão em 12x
Voltaremos ao essencial:
Ao silêncio que fala mais que 1000 pregações.
À fé que não cabe em nenhum post.
Ao amor que não pede like.
7. O DESAFIO FINAL
O anticristo não é um monstro.
É todo mundo que vende o que não tem preço.
E Cristo?
É todo mundo que se recusa a ter preço.
De que lado você está?
"Bem-aventurados os famintos de verdade, porque eles já estão fartos de mentiras."
✝︎
Para os que preferem o deserto aos templos lotados
“Quando um soldado se despede… ele não leva só fardas. Leva pedaços de quem ama… sem saber se um dia trará de volta.”
OS LOUCOS: ELES ESTÃO POR PERTO
Você já sentiu um frio na espinha ao notar a presença de alguém?
Alguém que deixa uma sombra na sua alma, como se soubesse segredos que você nunca ousou contar?
Talvez tenha sido na escola, entre risos abafados num corredor mal iluminado.
Ou numa conversa que te fez parar — como se o tempo tivesse dobrado sobre si mesmo.
Talvez você ainda não os tenha encontrado — o que seria uma pena.
Uma falha do destino.
Um vazio que você nem percebe.
Mas cuidado: eles estão aí.
E há quem os evite com um muxoxo arrogante, como quem teme o que não consegue controlar.
Sabe aquelas figuras que, sem jamais te conhecer, mudam o jeito como você vê o mundo?
Talvez por tê-las observado de longe, talvez por ter ouvido um sussurro sobre elas.
Uma coisa é certa: você as conhece.
E isso te assusta.
Elas, através da loucura, acabam encontrando os milhares de personagens que você finge não existir em si mesmo.
Há aqueles cuja loucura atravessou eras.
Moldaram gerações.
Suas vozes ainda sussurram em cantos escuros, evocadas com um misto de orgulho e temor.
Como fantasmas que nunca partem.
Eu sei disso.
Fui tragado por vários deles.
Não sei quando começou. Mas sei que é um caminho sem volta.
No início, achei que poderia apenas espiar.
Manter distância.
Ficar imune àquela febre que consome.
Mas a loucura deles é um veneno que não avisa: ela te pega, te envolve, te faz querer mais.
Porque veja bem: alguém que mergulha sozinho nos labirintos da mente,
Que enfrenta os dilemas mais antigos da alma humana,
Que desce ao abismo e volta com algo que te faz rir até doer, chorar até secar,
Ou abrir mão de certezas que você jurava inabaláveis…
Esse alguém não é como nós.
E quando, partindo de um canto esquecido deste planeta,
Eles atravessam fronteiras que não vemos,
Tateando o desconhecido,
Trazendo de volta uma chama que ilumina, que queima, que transforma — Tudo isso apenas com o poder de uma mente inquieta,
Organizando o caos em algo que prende crianças em sonhos,
Adultos em verdades cruas,
Ou canções que despertam em nós nostalgia, amor, e a transformação de um ambiente…
Você há de convir:
isso não é normal.
É perigoso.
É magnético.
É loucura.
Agora, aproxime-se.
Vou te contar um segredo.
Mas guarde-o com cuidado:
Eu me tornei um deles.
Sou um louco. Sou escritor.
E se você leu até aqui…
Bem-vindo ao jogo.
Num mundo onde o caos sussurra e a pressa nos arrasta, os livros se erguem como faróis — de silêncio e sabedoria.
Eles não são apenas páginas: são portais que os loucos abriram.
São abraços que acolhem, vozes que ensinam, espelhos que revelam.
Para cada coração inquieto, há um livro que espera, pacientemente, para ser descoberto.
E entre todos eles, a Bíblia — é o mais poderoso. ✨
A leitura é mais que um hábito.
É um refúgio.
O saber é um falso Deus. Como assim? Eu te explico: Todos querem saber de tudo, ou de algo; porém, saber de tudo é impossível, e talvez saber de algo específico seja improvável. Acho que posso confirmar o saber como um mar, onde ninguém pode nada/nadar, e abraçar a falsa moralidade de achar que sabes de algo é algo totalmente boçal. Talvez o saber de tudo seja saber de nada; talvez o não sei seja o saber de tudo. De que importa o saber nesse mundo oriundo? Não sei.
Ser solteiro é como dançar livremente sobre as estrelas,cada passo é um momento de descoberta, cada giro é uma nova chance de se encontrar e a jornada é repleta de possibilidades infinitas
Quinta-feira de Vênus
Ela acorda assustada com o despertador, por um instate acreditou que era segunda-feira e precisava ir para o trabalho. — desativou o alarme e percebeu que ainda era só o feriado de quinta-feira. Sorriu por ter esquecido de desativar o alarme na noite passada. — Bom, já que eu acordei, então vamos né?! — Disse ela sem o menor tom de queixa por acordar cedo em pleno feriado.
O dia começara breve, mas ela não tinha pressa, já teve urgência em sua vida e percebeu que avidez, nunca te satisfez. – Aprendeu a ter calma, a sentir cada passo, dos físicos aos metafóficos. Já teve sonhos engavetados, sonhos em rascunhos, sonhos falidos e sonhos realizados. Mas a vida não assustara, não tinha medo da única coisa que a vida tem a oferecer — viver — e assim seguia seus dias. Aprendera que sua paz era mais importante do que manter um status. Na escola da vida, era uma boa aluna, levava como podia, ajudava como podia, sofria só pelo que deveria, não prolongava o que não deveria — mas o mais importante, sorria, sempre que podia.
Mulher decidida, de carater marcante. Se fosse poema, seria como a Divina Comédia escrita do Dante Alighieri - se fosse MPB, Relicário da Cássia Eller - se fosse filme, não seria uma obra concluída - ela é muito para caber em tão pouco. — Moça sorridente, com que fosse sorridente — tinha passos leves pelo feriado da sua quinta-feira. Colocava música para ouvir, andava pela casa, em sua distração entre canções e tarefas diárias, cantava e esquecia que o tempo passava — esquecia a vida lá fora — lembrava apenas dela, rodopiava entre cômodos enquanto dançava. Cantava melhor a cada taça de vinho que tomava.
A tristeza se perdia
em suas ravinas,
fazia da vida teu teatro,
aprendeu a nunca
se arrepender
de nenhum ato.
Se tivesse nascido em outra época, faria parte do Panteão de Roma — talvez a chamariam de Vênus — já era quinta-feira a noite, o dia passara, mas não sua vontade de viver ele, a noite também era sua, não temia pelo desconhecido, continuava deliciando seu vinho para afogar sutilmente algumas saudades misturada com vontades — sabia das suas prioridades, mas naquela noite so precisava de uma pausa, não queria raciocinar, não queria se policiar, seu juizo já havia dormido — no fim daquela noite, na sua banheira ela queria relaxar, no final daquela noite, ela só queria se amar.
O sussurro do vento nas folhas antigas carrega segredos de um tempo que nunca conhecemos, mas sempre sentimos.
(LilloDahlan)
Cada cicatriz na pele é um mapa de batalhas silenciosas, traçado por noites de coragem e lágrimas.
(LilloDahlan)
AMIZADE...
Dizem que é impossível que uma amizade entre um homem e uma mulher exista, porém somos a prova viva que isso é capaz sim. Nós respeitando, enxergando nossos valores e tendo nossas regras, que só pertence a nós dois.
Somos intensos, intensos em cada momento que estamos juntos. Cada segundo. Cada risada. Cada grito. Cada loucura. Um pouco de cada coisa.
Nossa amizade é mais vivida do que registrada.
Dividimos os mais variáveis existentes sentimentos juntos, desde um choro por não se sentir bem ou resolver algo, há alegrias e conquistas que cada um almejou.
Nem sempre podemos estar juntos. Sentimos saudades das nossas companhias. Mas sempre damos um jeitinho de nós encontrar e se divertir mesmo com o mínimo de verba em nossos bolsos. Fazemos o acaso ser nosso caso.
Nossa amizade é um verdadeiro baú do qual vamos guardando ali memórias, lugares, momentos, risos e tudo que pudermos ter...
Eu amo cada instante ao seu lado, cada conversa nossa, cada riso seu... - amamos cada detalhe nosso, mas o que realmente nos chama muito atenção, é o quão somos inocentes quando estamos juntos.
Somos intensos. As vezes nós brigamos e isso é normal. Porém nos entendemos, porque a amizade nos ensina que, nem tudo é um mar de flores. As vezes precisamos de espaço e a gente temos o dever de saber quando isso deve acontecer.
[Espaço dedicado para relatar a ou as pessoas destinadas para essa mensagem]
Gratidão por aparecer do nada e transformar meus dias em dias impressionantes.
Que perdure por muitos anos essa nossa história de amizade que temos....
EU ACHO...
Acho que deveríamos ficar juntos.
Daríamos certos se fôssemos um casal.
Apesar das divergências existentes entre nós, nos entendemos bem.
Nós respeitamos, sabemos ter empatia um pelo outro.
Dividimos emoções, segredos, ideias e até mesmo a conta das despesas.
Sim, acho que deveríamos ficar juntos.
Somos intensos no que sentimos.
Verdadeiros em tudo o que fazemos e falamos.
Somos persistentes em diversas coisas e assuntos, caso contrário, já teríamos se odiado a muito tempo, sem nem sequer nós dar a chance de um novo recomeço.
Sim, acho que deveríamos ficar juntos.
A vontade de termos um ao outro é mais forte, capaz de nós unir toda vez que brigamos, nós afastamos ou dizemos algo que desagradou o outro.
Somos carentes das nossas companhias.
Quando nós dois estamos juntos, o mundo lá fora não nos interessa.
Nossa união pode transformar dor em amor.
Sim, acho que deveríamos ficar juntos.
Você tem um perfume doce, aquele que você sabe que eu adoro. Já eu, tenho aquele abraço caloroso e aconchegante que te envolve toda.
O que seria de nós se não tivéssemos um ao outro?
Sim, eu tenho certeza de que deveríamos ficar juntos....
Escrito por Victor Rangel....
O café esfria na xícara, enquanto o coração aquece com memórias de um lar que já não existe.
(LilloDahlan)
Você pode ser genial
Mas não é adaptável
Não é tão associavel
Não é um milenial
Eu sou resultado da evolução
Me adaptei ao mundo seu
Mas você enlouqueceria
No mundo que foi meu
*Súplica*
Nessa vida ruim que a gente leva
Nos arresta um tiquim de compaixão
Tem profeta que mais parece o cão
Desdizendo o que presta e o que não presta
Difundido uma tal de salvação
Pra um povo que a fé é o que lhe resta
Tem político que fala até fácim
Com palavras cheias de embocadura
E o povo vivendo na amargura
Num eterno ato de bravura
Sem comida, bebida ou condição
Esgueirando sempre na contramão
Daqueles que vivem na fartura
Deus do céu favor explica
Porque me empreitou essa peleja
De viver uma vida miserável
Sem topar sequer alguém afável?
Com a dor da labuta sertaneja
Dessa vida eu sei nada se leva
E assim espero eu mesmo que seja
No inromper desses dias que caleja
Quero mais é viver dias de festas
Se tiver de voltar a viver assim
Nesses anos feitos de dias ruins
Por favor me esqueça, que assim seja!
Quão agradável é ser aquecido pelos raios de sol em um dia frio, e quão reconfortante é receber um abraço quando o frio da solidão nos envolve.
Há um encanto silencioso em ser tocado pelos raios de sol num dia frio... Mas há ainda mais poesia no calor de um abraço quando a solidão nos gela a alma.
Vozes que me escreveram
(um testamento íntimo de quem cresceu lendo)
Cresci entre prateleiras como quem cresce entre árvores:
cada livro era uma raiz,
cada autor, uma seiva que me invadia devagar,
silenciosamente.
Enquanto outras crianças sabiam nomes de bonecas ou heróis,
eu sabia os nomes das sombras,
dos sonhos,
dos espelhos quebrados das palavras.
Os autores não foram só companhia —
foram minhas primeiras perguntas.
Foram costureiros da minha alma dispersa.
Monteiro Lobato me deu chão com cheiro de terra,
mas também me apontou estrelas escondidas nas caixinhas do impossível.
Foi com ele que aprendi a discutir com o mundo
sem deixar de brincar com ele.
Machado de Assis ensinou-me a ironia como espada —
e como espelho.
Com ele, percebi cedo que os silêncios entre as frases
gritam mais do que os gritos ditos.
E que o olhar pode ser faca,
mas também cura.
Clarice Lispector me desfez para depois me reinventar.
Eu lia sem entender, mas algo em mim tremia,
como se ela falasse com uma parte minha
ainda por nascer.
Foi ela quem me ensinou
que o mistério não se resolve —
se contempla.
Fernando Pessoa, com seus outros eus,
me permitiu viver entre máscaras sinceras.
Cada heterônimo era uma chave:
um modo diferente de olhar o mesmo céu.
Com ele, compreendi que o mundo cabe
em quem aceita não caber nele.
Cecília Meireles me ensinou a flutuar entre as dores,
a escrever sem peso e com ternura.
Ela cantava tristezas com mãos de seda,
e com ela entendi
que ser frágil não é ser fraco —
é ser afiado de dentro.
José Saramago me deu o labirinto da linguagem.
Com ele aprendi a perder o fôlego em frases longas,
a duvidar da pontuação do mundo.
Ele me ensinou que a fé pode ser cética,
e que a lucidez é, por vezes, heresia.
Franz Kafka me assombrou com seus corredores sem portas.
Era como se ele tivesse lido meus medos antes de mim.
Com ele, vi que a angústia tem nome,
mas às vezes não tem saída.
E ainda assim: escreve-se.
Virginia Woolf, vapor de pensamento,
ensinou-me a nadar na corrente do sentir contínuo.
Com ela, entendi que o tempo interno
desfaz relógios,
e que a mulher que escreve
precisa de um quarto —
e de um universo.
Emily Dickinson, tão calada e infinita,
sussurrou-me versos como orações.
Com ela, aprendi que há um universo
que vive apenas entre quatro paredes
e uma janela.
Hermann Hesse me falou em voz de monge e de menino.
Ele disse que a alma é rio,
que o espírito busca retorno,
e que às vezes a paz só vem
quando a solidão é aceita como irmã.
Dostoiévski rasgou em mim um buraco necessário.
Ele não me confortou: me despiu.
Com ele, aprendi que amar é sangrar,
e que o abismo não se vence —
se reconhece.
Italo Calvino, leve como o pensamento sonhador,
ensinou-me que a leveza pode ser mais difícil que o peso,
e que às vezes a melhor resposta
é uma história contada de lado,
como quem dança e não explica.
---
Coda da Leitura
Hoje, sou uma colcha de vozes.
Nenhuma só. Nenhuma inteira.
Mas todas verdadeiras.
Carrego Austen nas entrelinhas da minha coragem,
Rilke nos espaços onde me pergunto em silêncio,
Kafka nos dias em que a existência parece absurda,
e Woolf nas marés do meu pensamento líquido.
E se amo tanto o que não sei,
se permaneço inteira mesmo despedaçada,
é porque cresci lendo —
e os livros, em silêncio,
me ensinaram a habitar o mundo
com perguntas,
com beleza,
com espanto.
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