Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Bom, não sei em que parte começou, ou se realmente teve um inicio. Ao longo dos anos, tornava-se mais perceptível,e isso me apavorava. Era notável o meu desânimo, mas ninguém percebia, ou de fato não se importavam. Subitamente, me encontrei em um filme, do tipo melodramático que todos sabem o que acontece no final. Tudo era amargo, não sentia sequer o doce do meu sorvete preferido. Tudo me atordoava, tirando noites de sono, me fazendo ficar madrugadas inteiras em frente a tela do meu celular, buscando algo que me trouxesse alivio do caos todo que se estendia nos meus pensamentos. As músicas que me prendiam, soavam como uma deixa, para um triste fim... Eu claramente estava em um abismo, absolutamente tudo era um gatilho,para dar mais um passo a frente. Não conseguia sequer comunicar-me com alguém, pois o trauma do abandono me perseguia, deixando-me reclusa de sentir qualquer sentimento por alguém. Minha vida era tentar ignorar a voz que ecoava no meu consciente, ela me dizia que aqui não era o meu lugar, eu a ignorava, pois sabia que estava certa... Para a minha mãe, isso não passava de mais uma fase de um jovem rebelde, ela me aconselhava buscar a Deus, dizendo que ele era o meu melhor amigo, mas não batia com a imagem que ela pregava dele, um ser que condena até por amar... Já o meu pai, me tratava como um ser inexistente, e isso me machucava profundamente, saber que ele não me amava, era como um facada nas minhas expectativas que eram tantas. Os que eram para me apoiar e me ajudar, percebi ao longo do tempo, que são os últimos que posso recorrer. Em um dia de domingo a cidade estava calma e as pessoas reunidas com suas famílias em casa, naquela manhã, senti uma dor tão árdua que meus olhos inundaram, e resolvi atender a suplica que gritava no consciente.... Peguei uma corda, e amarrei-lá no meu pescoço, pensei em todas as dores que me assombravam, e no meu último suspiro, consegui encontrar a paz que tanto buscava....
Nem todo obstáculo que encontramos
pelo caminho é importuno, às vezes é apenas
um apoio... de Deus para você!
Flávia Abib
Havia uma mulher
Havia uma dor
Havia um vazio.
De repente, haviam outras mulheres,
Outras dores
Outros vazios.
Elas juntas decidiram dar as mãos,
Unir forças.
Elas juntas entenderam suas virtudes,
Tamanha suas cores
Tamanho seus valores,
Por mais machista que o mundo seja,
Elas nunca mais se enxergaram pequenas
Elas são enormes
Elas são mulheres
Elas são berço
Elas são leito
Elas são nascente.
Já eles, nunca entenderão seus poderes.
Nunca.
De modo infeliz será colocado um ponto final.
As lacunas que formara-me devido as tuas desonras, nunca conseguirei fechá-las, o desprezar que tanto fazia questão de falar-me, deixaram cicatrizes. Cicatrizes que nenhuma exuberância será capaz de fechá-las.
Flávia Abib
Expor sentimentos e não calar-se... ajudará no seu autoconhecimento, trazendo um entendimento que resultará em paz interior.
Flávia Abib
Escritor é antes de tudo um paridor de palavras ao vento, pelas janelas panorâmicas da alma das sandices.
Se cria um jovem depressivo
Por que se ensina a ser individualista
Se cria o menino para passar por cima de tudo
Se cria a menina para ser interesseira
Criado por pais incompetentes e indisciplinados
Que vão educar seus filhos cada vez pior...
Nunca fui um bom corista mas a veia de humorista bate
Digo um disparate para fazê-la rir e esconder o bicho-do-mato
Gargalhadas partilhadas pa entrar na intimidade dela
Concorrentes fazem cara chateada e eu não fico intimidado
Uma Reflexão para cada Mês, Goianésia, 01 de julho de 2020
Então mais um mês chega ao fim, mas no atual momento em que estamos passando, não foi somente um mês qualquer. Foi um mês de muita luta, muitos esforços, para enfim, alcançar o que tanto almejamos. Mais um mês confinados e isolados por essa avassaladora pandemia.
Aprisionados em nossas casas, com nossos familiares, ou até sozinhos, mesmo. Não podemos perder a esperança de que tudo irá passar, que é só mais uma fase ruim em nossas vidas que, ficará guardada em nossas lembranças.Que possamos aproveitar esse tempo sós, para meditarmos e refletirmos sobre a nossa vida. Como tem sido nosso relacionamento com os demais e com nós mesmos.Depois dessa tempestade, que saibamos perdoar, respeitar e, além de tudo, amar mais. Este momento pode servir para que entendamos que somos humanos, que sofremos como todos, sem distinção de cor, raça, credo ou idade.Aproveitemos esse novo mês para colocar em prática a gentileza e o amor ao próximo.
Tenham um bom mês de julho!
Amar é um exercicio de liberdade...
Na escola da vida, seguimos aprendendo que amar transpõe palavras ou declarações..., pois o amor se manifesta mesmo é nas ações.
No cuidado atencioso, no servir despretencioso, no ouvir atento, na alegria da companhia, no prazer da presença, no admirar o vôo da andorinha, no respeito ao silêncio da alma, na liberdade do/de ser...
O amor é livre.
É na liberdade que ele ocupa o seu lugar.
Quem ama liberta, não aprisiona.
Esquecer um grande amor é como tentar esquecer como se respira, é impossível, pois já é algo que compõe você
Me achando, sim! Achando um propósito, a felicidade, o amor próprio... Achando o que estava perdido dentro da mente e do coração! A selfie é pra agradar as meninas, sim! As meninas dos meus olhos negros. Preciso me achar, mas lembrando que a procura ela é contínua. Não conjugo da idéia do achismo, mas uno a ação do achar. Mesmo pq quem procura acha. Achei um formato ideal de vida e pensamentos, de conceito e felicidades? Não! Estou à procura! Mas o que achei me alegra e olho no espelho e agradeço!
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