Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Le tuas mensagens mais uma vez e senti abstinência, mas olhei tuas fotos e por um instante senti o conforto do teu abraço forte.
Pensando Nela
Cada vez que eu te vejo, trato esse momento como um evento único na minha vida,
Um momento com você, ganha valor e se torna automaticamente uma memória inesquecível na minha vida,
Simbolicamente, posso dizer que você mora no meu coração, verdadeiramente eu sei sobre o sonho que você me realiza todos os dias,
Eu descobri que sou um louco, quando me disseram que amar e ser amado é uma loucura.
"Brilho natural"
O Sol afasta as sombras mais uma vez;
Um ponto luminoso brilha muito mais que todos os outros;
É uma mulher de gestos simples e os realiza com muita delicadeza ;
Sempre com um belo sorriso no rosto, demonstrando sua doçura;
Quando está próxima a sua luz floresce, aquece e arrepia;
Sua beleza é contagiante, oferece ao mundo a sua volta, o prazer da sua nobre companhia;
Um encanto, uma visão do que a de mais perfeito, uma mulher natural e única ou uma mulher surreal e sobrenatural.
Um dia de cada vez
Em algumas ocasiões é mais fácil ficar quieto e esperando do que ser egoísta e achar que tudo vai acontecer quando quisermos.
Talvez superar uma mágoa ou experimentar a dor da saudade nos conduza ao melhor aprendizado para reencontrarmos o nosso caminho. A pessoa amada pode te levar ao Céu e depois mesmo que seja sem querer, pode te deixar cair com tudo em cima de um emaranhado de espinhos afetando sua moral e dessa forma deixando a sua vida dentro de um dramático filme de melancolia e terrorismo.
Para combater e vencer este mal é necessário acreditar fielmente no lado inverso deste castigo, buscar o equilíbrio cobrando dentro de si mesmo a lealdade do coração com a mente, outro meio importante é ser civilizado e arrogante com a solidão, nada e nem ninguém pode ser capaz de abalar a sua curiosidade pelas novas histórias, pelos novos amores e por o prazer de viver a vida alegremente.
Confesso
que hoje sou um assíduo
apreciador das coisas simples...
Uma vez que serão elas
o último refúgio de todos nós,
criaturas demasiado
complexas!
... confesso
ser hoje um fiel apreciador
das coisas simples!
Uma vez que são elas - e
somente elas - o último refúgio
reservado a todos nós,
criaturas demasiado
complexas!
... fidelidade
não se trata de um
serviço ou obediência,
vez por outra, prestados a algo
ou alguém - mas, de um coeficiente
mensurando o que estimula e
sustenta nossos mais caros
princípios e ocasionais
escolhas!
Dentre os devaneios que eu criei, motivado pelo forte desejo que provocas, em um deles, já puder provar o sabor deleitoso que tem o teu beijo, a suavidade dos teus lábios e das tuas curvas, nós nos beijamos intensamente, uma das minhas mãos apoiando a tua nuca, entre os teus lindos cabelos e a outra segurando a tua cintura, trazendo o teu corpo para ficar junto ao meu, desfrutamos aos poucos um êxtase incomparável, um tirando o fôlego do outro, ambos suados, dentro de um encontro aprazível, há muito tempo esperado, este nosso momento foi repleto de vitalidade, de fato, a tua boca é saborosa, nossas línguas se juntaram numa afinidade imediata, beijos molhados, famintos, porém, desprovidos de qualquer sinal de pressa, sentindo uma euforia rara, primazia de uma emoção intensa que aqueceu até mesmo as nossas almas, portanto, creio que ainda nos beijaremos outras vezes no próximo devaneio, onde serás exaltada.
Não desanime se o que sai de sua boca hoje possa parecer um absurdo, pois amanhã este mesmo absurdo poderá ser lei... é para isso mesmo que existe a tal reflexão produzida pelo tal pensar, para abalar estruturas arcaicas, para gerar críticas e incomodar pessoas. Bem-vindo ao mundo pensante.
Amor... e Morte...
O amor
é como a morte
ato banal de todo dia...
Emoção forte
de tristeza ou de alegria,
ele sempre nos surpreende, e a ele nunca nos acostumamos
talvez...
O amor é como a morte:
quando amamos
é sempre a primeira vez.
Quando chegares...
Não sei se voltarás
sei que te espero.
Chegues quando chegares,
ainda estarei de pé, mesmo sem dia,
mesmo que seja noite, ainda estarei de pé.
A gente sempre fica acordado
nessa agonia,
à espera de um amor que acabou sendo fé...
Chegues quando chegares,
se houver tempo, colheremos ainda frutos, como ontem,
a sós;
se for tarde demais, nos deitaremos à sombra e
perguntaremos por nós...
Soneto à tua volta
Voltaste, meu amor... enfim voltaste!
Como fez frio aqui sem teu carinho....
A flor de outrora refloresce na haste
que pendia sem vida em meu caminho.
Obrigado... Eu vivia tão sozinho...
Que infinita alegria, e que contraste!
-Volta a antiga embriaguez porque voltaste
e é doce o amor, porque é mais velho o vinho!
Voltaste... E dou-te logo este poema
simples e humilde repetindo um tema
da alma humana esgotada e envelhecida...
Mil poetas outras voltas celebraram,
mas, que importa? – se tantas já voltaram
só tu voltaste para a minha vida...
(Do livro "Eterno Motivo" " - Prêmio Raul de Leoni, da Academia Carioca de Letras - 1943)
Capricho da memória:
de tantos momentos em que te vejo
e em que no meu pensamento
tua imagem se insinua,
havia de fixar-te, naquele íntimo instante
em que mais te desejo:
inteiramente nua!
Essa...
Essa, que hoje se entrega aos meus braços escrava
olhos tontos do amor de que aos poucos me farto,
ontem... era a mulher ideal que eu procurava
que enchia a minha insônia a rondar o meu quarto...
Essa, que ao meu olhar parado e indiferente
há pouco se despiu - divinamente nua -,
já me ouviu murmurar em êxtase, fremente:
- Sou teu! ... E já me disse, a delirar: - Sou tua !
Essa, que encheu meus sonhos, meus receios vãos,
num tempo em que eram vãos meus sonhos, meus receios,
já transbordou de vida a ânsia das minhas mãos
com a beleza estonteante e morna dos seus seios !
Essa, que se vestiu... que saiu dos meus braços
e se foi... - para vir, quem sabe? uma outra vez.
- segui-a... e eu era a sombra dos seus próprios passos..
- amei-a... e eu era um louco quando a amei talvez...
Hoje, seu corpo é um livro aberto aos meus sentidos
já não guarda as surpresas de antes para mim...
(Não importa se há livros muita vez relidos
importa... é que afinal, todos eles têm fim...
Essa, a quem julguei Ter tanta afeição sincera
e hoje não enche mais a minha solidão,
simboliza a mulher que sempre a gente espera...
mas que chega, e se vai... como todas vão...
(Do livro - Amo – 1939)
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