Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Dessa vez não vou querer tudo de uma vez, porque sempre acabo ficando sem nada no final. Estou apostando minhas fichas em você e saiba que eu não sou de fazer isso. Mas estou neste momento frágil que não quer acabar. Fiquei menos cafajeste, menos racional, menos eu. E estou aproveitando pra tentar levar algo adiante. Relacionamentos que não saem da primeira página já me esgotaram, decorei o prólogo e estou pronto pro primeiro capítulo.

Elas agora conseguem ver o que eu vi há tempos. Você, mais uma vez, nem percebe. E me diz que a próxima música é minha. E me entrega a música contra a minha vontade de cantar. Se soubesse que me desperta o ciúme bobo que hoje dorme na lembrança, estou certa que não mais provocaria.
Eu aconselho as pequenas com experiência de frustração. Ou só encorajo um previsível fim de seus sonhos pra você ser pra sempre o meu errante.

Ele partiu num lindo dia de verão; Será que me ocorreu que eu podia estar vendo-o pela última vez? Claro que sim. Foi exatamente o que ocorreu comigo: sim, estou vendo você pela última vez; isso, de fato, é o que eu sempre penso, sobre tudo, sobre todos. Minha vida é uma perpétua despedida de objetos e pessoas, que muitas vezes não prestam a menor atenção à minha amarga, breve, demente saudação

Você se doou tanto quando eu não pedia, e no momento em que pela primeira vez eu pedi, você negou, você fugiu.

Gritei,mas ninguém me ouviu. Senti como se o mundo desabasse pela segunda vez. Tentei abrir os olhos, mas as lágrimas ardiam demais, mas senti elas rolarem feito cachoeira a baixo. Me encolhi na cama feito um bebê, tentei segurar o choro para não mostrar que eu havia cedido, segurei o coração pra ele não morrer, finge que ia passar.

Quem disse que o amor num dói? Quem disse que meu coração está inteiro? Quem disse que esse sorriso no meu rosto é de felicidade? É só você olhar em meus olhos pra perceber onde estão os pedaços do meu coração, pra saber o que se esconde por trás de um menina-mulher, que parece tão feliz e tão segura.

Pior que te perder uma vez, é ter a chance de te ter de volta e nem ao menos conseguir te tocar! Por uma noite, senti você me amar, olhar nos meus olhos e dizer que não vive sem mim. Que amor é esse que escolhe quando aparecer, que não sabe o quanto dói, e que nem imagina o que é a palavra: “Eu te amo”, se dita da boca pra fora.

Descobri que o privilégio de ser amado não ficou para todos, e que infelizmente não escolhemos a quem amar.

As coisas parecem tão simples, mas se eu podesse sumir agora, o único lugar onde iria me esconder, seria nos teus braços...

Eu poderia te dizer que passei uma noite inteira chorando
Que eu já falei muitas besteiras
em vez de falar eu te amo
Que já errei, que já sofri
Mas, eu aprendi...
Já fiz escolhas erradas, já andei com pessoas erradas e ignorei as certas
Mais eu já disse e repito eu aprendi...
Eu poderia te afirmar que tudo que eu falei ate agora
é mentira...Mas, ai sim eu estaria mentindo...
Eu poderia afirmar pra você que eu não te amo e que nunca te amei...Mas, estaria me enganando
Eu ainda posso afirmar que tentei te odiar pra te esquecer...Não estaria mentindo, pois tentei...
Só que é impossível odiar quem se ama
Há sonhos, há lágrimas, há risos, não há tristezas, não existe mais problemas...Quando estou te beijando...
Sigo nesse longo caminho..
Sigo só...
Sigo te amando...

Tudo aconteceu tão de repente,
O dia amanheceu e você... Em minha mente.
Mais uma vez por ironia do destino,
Eu encontrei em seus olhos todo o meu caminho.

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Qual o seu maior sonho?

Uma vez alguém especial e de bons sentimentos,
Fez-me uma pergunta:
QUAL O SEU MAIOR SONHO?
Segue abaixo a resposta que lhe dei:

“Meu sonho é ser feliz!
Encontrar a minha felicidade
Chegar à velhice… E pensar comigo mesma…
VALEU A PENA! FUI FELIZ!
Viver tudo que eu sonhava… Se resume no meu MAIOR SONHO.
Sonho… Em ter alguém do meu lado… Que seja amigo, companheiro, fiel, amante.
O qual juntos podemos dar significado ao sentimento mais lindo existente… O AMOR
Ser feliz e fazer feliz
Pois é…
Existem diversas formas para se encontrar a felicidade…
A felicidade está na forma que vemos as coisas…
Se você se achar capaz… Consegue.
Se você se achar um perdedor… Você perde.
Se acreditar que existe amor… Você ama é amado.
A conquista de nossos sonhos depende apenas de nós mesmos
Não no que o mundo é capaz de nos oferecer
Mas sim no que somos capazes de oferecer a nós mesmos…
A vida é bonita… Quando queremos que ela seja.
A beleza está nos olhos de quem vê…
Eu poderia ficar o resto do dia falando assim…
Mas algumas coisas… têm como serem resumidas…
A FELICIDADE É A ESCOLHA DE CADA UM.”

Beijos!

Paz em vez de guerra,
Neste mundo necessitado de solidariedade,
Onde precisamos estender a mão
Para o outro, e abraçá-lo,
Em vez de oprimi-lo, massacrá-lo,
Batê-lo, executá-lo...

Aquele Olhar
Nunca vou esquecer
Daquele olhar
Que me fez sentir mais uma vez
Gravei aquele olhar
Pena que não foi para mim
Nem mesmo o concreto foi
Ele foi para alguém
Que provavelmente não dá valor
Pareceu aquela vez
Que arrancaram meu coração
Desta vez a dor não foi tão intensa
Mas temo o que está por vir
Se for pior que isso
Não sei se vou resistir

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

ESQUECER

Se eu pudesse esquecer-te... Se eu pudesse
Arrancar-te de vez do pensamento!...
E aos céus imploro, numa ardente prece,
A suave e eterna paz do esquecimento.

Talvez que alguma calma assim me viesse
A tanto desespero, ao meu tormento.
Mas a verdade é que ninguém se esquece
De um grande amor, de um grande encantamento.

E se alguém te disser que se esqueceu
Do amor que, um dia, no seu peito ardeu,
Não creias que jamais há de lembrar.

Quando o amor é como este assim profundo,
O mais que se consegue neste mundo
É poder recordá-lo sem chorar!

Tenha coragem suficiente para confiar no amor mais uma vez e sempre mais uma vez.

Podem rir por eu colocar uma estrela no final, toda vez que eu assino meu nome,mas é uma metáfora, e metáforas são importantes, significa que sou uma estrela

Pretendo começar uma nova fase em minha vida, mas dessa vez não quero certezas. Aprendi muitas coisas com o passado e uma delas foi que, quanto menos certezas você tiver, mais simples serão as coisas. Serão também mais atraentes e mais gostosas de serem vividas. Mesmo tendo aprendido algumas lições com o que vivi, continuo achando que elas não valeram todas as lágrimas que deixo escapar até hoje por inúmeros motivos. O maior deles, como sempre, é a saudade.

aah . . se eu soubesse que aquela seria a última vez que envolveria você nos meus braços, que beijaria seus lábios, que sentiria seu perfume, que deitaria no seu ombro,jamais eu teria deixado você ir.
Jamais teria soltado sua mão, ou dito adeus, jamas teria atravessado a rua sem olhar pra trás,eu não deixaria você dar um passo que o levasse pra londe de mim; eu te abraçaria com toda a minha força,encostaria o meu nariz no teu,e te confessaria que você tem os olhos mais fascinantes que ja vi; e eu te diria que pra sempre serei sua,e que nem que os céus derramem sobre nós lágrimas de sangue eu esquecerei de cada gesto seu,e a canção que um dia você cantou pra mim, hoje está gravada no som da chuva, quando ela caii machucando o chão; então o dia amanhece, pra me lembrar que eu e você não existimos mais; quando o nada se transformar em tudo, nós ficaremos bem novamente (:

Dessa vez tudo é real, nada de fantasia... Saiba que eu te amo, amo noite e dia.

Os dias podem ser cada vez mais cinzas, as noites podem vir acompanhadas de sombras estranhas, a vida pode pulsar cada vez mais desgastada. Ainda assim, eu não desisto do amor. Ele é o portal que me leva para um mundo aconchegante por alguns instantes, ao menos.

⁠A verdade é que todos nós morremos uma vez. Arthur, Eu, Dani, Fred, Jeremiah e Jhon.
As tropas bateram em retirada, não sobrou munição e ficamos esperando a cavalaria chegar para acabar com a gente.
Enquanto isso, o Jeremiah disse que devíamos cantar, no meio do inverno sombrio.
Mas fomos poupados, o inimigo nunca chegou e concordamos que tudo que veio depois, foi lucro.
Quando nossa hora chegar, todos vamos lembrar.

Certa vez me disseram que eu devia passar por cima de tudo que me causava trauma. As coisas nunca acontecem duas vezes comigo, porque eu não permito que tenha uma segunda vez...