Frases sobre músicos que expressam emoção, talento e verdade

Eu não faço música: componho trilhas que viram parte da sua história.

“Não bato na tua porta.. Deixo a música fazer isso por mim.”

Há lembranças que não vão embora.


Elas ficam na música,
na rua,
no silêncio entre uma mensagem e outra.


Algumas ausências ocupam mais espaço
do que muitas presenças.


Mas a vida continua.


O rio segue seu curso,
o vento atravessa as estações,
e o tempo não pede permissão.


Talvez a coragem não esteja em esquecer.


Talvez esteja em seguir em frente,
carregando as memórias
sem permitir que elas carreguem você.






Lucci Santz

Algumas pessoas falam pelas notas, pelas pausas, pelos silêncios que só a música sabe traduzir. Há quem converse olhando nos olhos. Ela conversa afinando a alma. Cada melodia é um pedaço do que sente, porque existem emoções grandes demais para caber em frases, mas perfeitas para morar em uma canção

Olha, sabia que antes de eu te conhecer, meu vizinho não reclamava de música alta, meu pai não me achava um sem futuro?


Antes de eu te conhecer, meu psicólogo só me via uma vez por semana, meu padre me via todos os domingos e eu testemunhava sobre como Jesus foi bom. Agora eu espalho a palavra sobre o quanto você foi má


Antes de eu te conhecer, eu falava sobre tudo com a minha mãe, eu não precisava apagar as mensagens antes de dormir


Antes de eu te conhecer, eu tinha medo de monstros debaixo da cama e não de dormir com eles em cima dela


Mas depois que eu te conheci, eu trato o destino como um acidente


Eu não vejo os sinais nem que estejam na minha frente, seja tarô, cigana ou vidente, nenhum aviso é suficiente


Porque depois que eu te conheci, eu não acredito mais em “era pra ser”, ou em qualquer clichê ou fadas do dente


Era uma vez nós dois, e depois fomos tristes pra sempre..

O melhor som vem do vento, melhor música dos pássaros, lindas cores da natureza, águas e vida se misturam... O sol reflete o brilho e aquece o luar que gera canções... E a vida passa no milagre que acontece a todo instante!

Antigamente nas músicas havia o DUPLO SENTIDO, que nos fazia rir, hoje só trazem um UNICO SENTIDO que é causar vergonha.

O ABISMO CROMÁTICO DA CONSCIÊNCIA.
Há músicas que não atravessam apenas os ouvidos.
Elas penetram regiões esquecidas da psique.
Fendas subterrâneas da memória.
Catacumbas emocionais onde antigos fantasmas ainda respiram em silêncio.
A melodia dissolvia lentamente a arquitetura racional do espírito.
Tudo parecia transformar-se numa espiral líquida.
As paredes do mundo abandonavam sua geometria ordinária.
O tempo deixava de correr horizontalmente e passava a afundar-se em círculos.
Então a consciência começou a ver cores que não pertenciam ao espectro humano.
Azuis metafísicos.
Violetas litúrgicos.
Dourados sepulcrais semelhantes ao brilho de velas acesas em cemitérios abandonados.
Havia um oceano dentro da mente.
E nele flutuavam rostos esquecidos.
Amores interrompidos.
Infâncias mortas.
Nomes apagados pelo pó dos calendários.
Cada nota parecia abrir uma porta invisível entre dimensões interiores.
Como se a alma fosse um corredor infinito de espelhos líquidos.
E em cada reflexo existisse outra versão de nós mesmos.
Mais triste.
Mais lúcida.
Mais próxima da eternidade silenciosa das estrelas.
O universo inteiro pulsava como um organismo alucinógeno.
Galáxias respiravam.
Planetas sonhavam.
E os pensamentos humanos surgiam apenas como pequenas partículas elétricas perdidas na vastidão cósmica.
A realidade começou então a desfazer-se como tinta diluída na chuva.
Os relógios tornaram-se inúteis.
Os nomes perderam importância.
O corpo parecia distante.
Quase um objeto abandonado pela consciência durante uma experiência transcendental.
E no centro daquele delírio cromático surgia uma figura etérea.
Uma mulher construída de névoa lunar e melancolia.
Seus olhos continham auroras boreais moribundas.
Seus cabelos moviam-se como fumaça dentro do espaço sideral.
Ela não falava.
Apenas olhava.
E naquele olhar existiam séculos inteiros de solidão metafísica.
Subitamente compreendi que o ser humano passa a vida inteira tentando anestesiar-se contra o infinito.
Criamos rotinas para não ouvir o vazio.
Criamos ruídos para não perceber o eco da existência.
Criamos multidões para fugir do próprio abismo.
Mas certas melodias rasgam os véus psicológicos.
Elas arrancam a consciência de sua zona anestesiada.
E fazem a alma contemplar aquilo que normalmente permanece oculto sob a matéria.
A vertigem.
O mistério.
A insignificância humana diante do cosmo.
E ao mesmo tempo a beleza terrível de existir por alguns instantes dentro da eternidade.
No fim restava apenas silêncio.
Um silêncio tão vasto que parecia conter o nascimento e a morte de todos os universos.
E dentro dele a mente continuava caindo.
Lentamente.
Belamente.
Como uma estrela moribunda mergulhando em seu próprio sonho.

VENTO, HÁLITO DO INFINITO.


Vento sutil, que em lúcida alvorada,desces do azul em musical cicio,trazendo à gleba, em doce eflúvio, o frioda madrugada em luz acariciada.


És peregrino da amplidão sagrada,invisível arauto do estelífero vazio;percorres o universo, em vasto estio,qual prece errante à esfera iluminada.


Nas tuas asas, trêmulas de encanto,viaja o murmúrio do celeste cantoque embala a criação em harmonia;


e quando beijas a campina agreste,pareces transportar do reino celestea voz eterna da Sabedoria.

No futuro, Help dos Beatles
será considerada a música
mais emblemática
da nossa era

Entre a precisão dos números e a imprecisão do sentir, nasce a música.

“O fone de ouvido não serve só pra ouvir música; é o esconderijo de quem se protege do ruído de fora para não explodir com o caos de dentro.”

Ministério, da Música.
Aprender, sobre a música.
Trabalhar, com a música.
Música do passado, do presente, & do futuro.
Instrumento(s).
Caixa, de som.
Com fio, & sem fio.
Tecnologia.
Limpeza.
Vários tipo(s), de música(s).

⁠A música transforma com uma força tão potente,que precisa de cordas,vocais,do violão,e do coração.

Aquilo que eu não quero esquecer,
Eu transformo em música ou poesia.

Três venenos da alma:
Música que não exalta Deus
Falta de fé
Mau conselho

⁠Escreva sua história, ouça a sua musica, viva, aqui tudo é em busca da felicidade.

Faço música para sobreviver ao meu coração partido pela vida. Faço música para não sufocar em minha própria intensidade. Faço música porque, sem ela, não sobreviveria. Faço música porque é a única forma de dizer o que sinto com alguma segurança.
Faço música porque não há outra alternativa. Faço música porque é o que mais amo no mundo. Faço música porque ela é o que me salva. Faço música para sobreviver a minha própria intensidade. Faço música porque, através dela, me conheço e reconheço o que atormenta a minha alma.
- Marcela Lobato

Nas notas musicais expressamos os sentimentos e traduzimos em uma melodia, através dos quadros demonstramos os sentimentos em uma trabalhada pintura, na literatura colocamos estes mesmos sentimentos em versos e prosas, mas é na vida que vivemos estes sentimentos espalhados por todas as artes.

“See You in September”, do The Happenings, música que me traz as melhores recordações da adolescência: a alegria, a luz, o calor, as flores, as festas e os sonhos com os amores da primavera.