Música Antiga
"Não me guie pelo comum; leve-me onde a música é alta e a alma é livre. Quero a estrada menos percorrida e o som de um clássico que nunca morre. Perca-se comigo no solo de uma guitarra e se encontre no pulsar do nosso coração."
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"Quando o Grande Ataulfo Alves prometeu nova música para Clara Nunes, surgiu a beleza que diz assim: 'Quis você pra meu amor / E você não entendeu / Quis fazer você a flor / De um jardim somente meu...' O que poucos sabem é o nome do parceiro do Ataulfo, nessa composição. O mais improvável dos parceiros. Pesquise, caso não lembre! (Da composição 'Você Passa Eu Acho Graça', de Ataulfo Alves e...)."
A música através de suas palavras e ritmos expressa exatamente aquilo que a gente está sentindo no momento.
O louvor é mais do que uma música bonita: é uma arma de guerra espiritual, uma chave para destravar milagres e um decreto de vitória.
Quando o povo de Deus aprende a adorar antes de ver a solução, o inimigo já é derrotado no mundo espiritual.
A sua voz é a música que me faz esquecer que a cidade é feita de muros, cada palavra sua derruba a muralha da minha solidão.
A música que salva é a que escorre pelas veias do abraço. Não aquela que se anuncia em rádios, mas a que nasce na intimidade. Um acorde sustenta mais que qualquer plano de fuga. E se a memória falha, a canção lembra por nós. Por isso canto baixinho para as partes minhas que ainda tremem.
Se existe uma composição preferida na música clássica? Tenho muitas, de Beethoven, Rachmaninoff, mas a que mais me toca, a que realmente amo é um prelúdio, que foi Inspirado pelo inverno chuvoso de Maiorca e por um estado febril no isolamento de um mosteiro, Frédéric Chopin eternizou a melancolia da chuva constante na nota repetida de seu famoso Prelúdio "Raindrop" (Op. 28, No. 15).
Existe uma música que só tocamos na cabeça. Ela passa notas de perda e refrões de resistência. Se alguém escutar, talvez entenda por que sorrimos devagar. A vida é uma partitura mal escrita que insistimos em interpretar. E há beleza em quem desafina com propósito.
Ele ficou, quando o mundo desabou em telas mortas e a música aprendeu a sangrar. Com a roupa rasgada pela história, olha anjos quebrados que esqueceram o céu, e corvos que sabem o nome do fim. Há almas passando por ele como neblina que não pede licença, e uma cachoeira distante tentando lembrar que ainda existe queda, e ainda existe som.
Hoje, meu espírito é a Sonata nº 14 de Beethoven, primeiro movimento, não como música, mas como um luto que respira, um luto que anda comigo pelos corredores escuros da alma, onde sombras sem rosto vagam em silêncio, arrastando correntes invisíveis feitas de memórias que doem, de nomes que já não ouso pronunciar, de sonhos que apodreceram antes mesmo de aprender a nascer, e cada nota que ecoa dentro de mim não consola, apenas confirma que ainda estou aqui, inteiro por fora, em ruínas por dentro, como uma catedral abandonada onde o vento reza no lugar de Deus, e essas sombras passam por mim como se me reconhecessem, como se soubessem que pertenço ao mesmo lugar que elas, um território onde a esperança é uma palavra estrangeira e a saudade é idioma oficial, e eu caminho nesse adágio eterno com os pés feridos, carregando um coração pesado demais para ser chamado de vivo, leve demais para ser chamado de morto, apenas existindo, apenas suportando, enquanto o mundo lá fora insiste em girar como se nada estivesse quebrado, e aqui dentro tudo é escombro, tudo é noite, tudo é um piano tocado por mãos que sangram.
A música de Sergei Rachmaninoff não é apenas ouvida, é sofrida em cada terminação nervosa, uma arquitetura de dor e glória onde os concertos para piano se erguem como catedrais de um romantismo tardio e visceral. Há uma beleza quase insuportável na forma como suas notas fortes golpeiam o silêncio, não por violência, mas por uma necessidade urgente de existir, enquanto as mãos gigantescas do mestre costuram harmonias complexas que parecem traduzir o peso de uma Rússia eterna e nostálgica. É um mergulho em águas profundas e gélidas, onde a melancolia se transfigura em virtuosismo, revelando que, por trás de cada acorde denso e cada fraseado melódico que se arrasta como um suspiro de despedida, habita a alma de um homem que transformou o próprio exílio interno em uma das linguagens mais sublimes e devastadoras que o mundo já ousou escutar.
O coração é uma caixa de música quebrada que, de vez em quando, solta uma nota perfeita no meio do ruído de engrenagens emperradas. É por essa nota que eu ainda luto, por esse lampejo de harmonia que justifica todos os anos de dissonância existencial.
A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.
.. Nossa música tocando,
meu corpo colado ao seu e dançamos no ritmo. Face a face, sinto seu perfume, tudo tão, tão a nossa cara. Mãos entrelaçadas e o tempo corre. Quando caio em si, é hora de acordar e levantar, foi só um sonho, um sonho bom..
Quando ouço uma música,me vem na cabeça você,mas quando me lembro que ao teu lado tem outra,me vem um sentimento tão doloroso que se transforma em lágrimas,lágrimas dedor,pois cada vez mais longe de mim fica o teu amor,amor que me completa,amor que me faz falta,mas que nunca vai ser meu!
Saudade é uma coisa que não deveria existir , quando estou escutando uma música , vou me lembrando de tudo e de todos , sei que é bobagem ficar relembrando oque ja passou , más fazer oque né ? As vezes é preciso por pra fora tudo que esta sentindo ,suas dores , suas tristezas , suas mágoas , suas decepções ... Mas vamos lá a vida continua , sei que so forte , já enfrentei muitas batalhas por ai , não vai ser essa que ira mi deixar pra baixo [...]
