Mundo
As cores que o tempo levou
Quando eu era criança, o mundo parecia pintado à mão.
O céu tinha cheiro de tarde quente,
e o vento parecia brincar comigo.
As cores eram vivas — não só nas coisas,
mas dentro de mim.
Agora, aos vinte e dois, olho o mesmo céu
e ele já não me devolve o mesmo brilho.
As cores continuam lá,
mas meu olhar parece cansado de reconhecê-las.
Talvez não sejam as tardes que mudaram,
mas a forma como eu as sinto.
Na infância, o tempo era eterno.
Hoje, ele corre — e leva embora o encanto das coisas simples.
Mas às vezes, quando o sol se despede devagar,
eu fecho os olhos e finjo ser criança de novo.
Só pra ver o mundo com aquele mesmo coração colorido.
O teu erro é achar que todo mundo te aplaude ou tá torcendo por você só porque está do seu lado, tem gente que bate palma só pra espantar mosquito. Você já viu uma árvore crescer gritando, ela cresce na escuridão do solo sozinho e não anuncia pra ninguém que dará frutos, então pare de anunciar seus sonhos, seus objetivos. A vida é única e somente sua. Lembra da professora que sempre falava "a prova é individual?". O mal não destrói o que não sabe que existe, tem gente que está do seu lado só pra saber onde você guarda a sua chave, o sucesso não faz barulho... bora pra cima.
Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.
Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.
O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.
Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.
Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.
E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”
Tem pessoas que passam
e deixam o mundo torto.
Depois delas,
as ruas não sabem mais ser só ruas.
O lago não sabe mais ser só água.
Os lugares viram armadilhas
para a memória.
Eu ainda te procuro
onde você não está.
Na igreja.
Na academia.
Nas esquinas da cidade
que aprenderam o seu jeito de andar.
Eu quase fui.
Quase deixei um bilhete.
Quase atravessei meu próprio orgulho
para te desejar feliz aniversário.
Quase me esqueci
de tudo o que me feriu.
Mas eu não fui.
Porque algumas pessoas
ensinam a gente
que amor também pode ser silêncio.
Eu lembro de coisas
que talvez você nem lembre mais.
De caminhadas sem destino.
De risadas que não precisavam de motivo.
De um jantar simples
que virou casa.
De um dia em que você acordou
nos meus braços
e, por um instante,
o mundo ficou quieto.
Eu sei que erramos.
Eu sei que doeu.
Eu sei que você não soube me cuidar.
Mas o que eu senti por você
foi limpo.
Foi inteiro.
Foi verdadeiro.
E talvez isso seja o que mais machuca:
ter amado alguém
que não soube ficar.
Eu carrego uma marca na pele
que não é vaidade.
É memória.
É prova de que existimos
em algum tempo do mundo.
Às vezes penso
que eu não significo nada pra você.
Que eu fui só mais um trecho da sua vida.
Uma página dobrada.
Um nome esquecido.
Mas eu sei o que eu vivi.
E isso ninguém apaga.
Você não está mais aqui,
mas tudo ainda sabe o seu nome.
Mesmo que eu não diga.
E dói.
Dói porque foi real.
Dói porque eu ainda sinto.
Dói porque eu não soube te esquecer...
O mundo está piorando em termos de relacionamentos; o que não pode ser afetado é a sua identidade diante de Deus.
O mundo precisa de homens sábios e experientes para mostrarem aos incrédulos, desiludidos e soberbos que o viver está no poder da Palavra de Deus.
Há muitos fingidos no mundo, inclusive o nosso Inimigo; ele pode estar se disfarçando que é o Cara da Felicidade por preço de banana.
Todos os países do mundo deveriam se sentir abençoados, prósperos e felizes hoje em dia, se seus representantes praticassem os divinos conselhos e cortassem o mal pela raiz.
O mundo está se tornando rapidamente um lugar complexo, sobretudo pelas dificuldades nos relacionamentos, pelas culturas cada vez mais voltadas ao egoísmo e pelo avanço da falta de educação humana.
Nós, cristãos, ao vivermos em obediência a Deus, podemos contribuir para tornar o mundo um lugar melhor por meio da fé, da oração e da prática fiel dos ensinamentos da Sua Palavra.
Ninguém do outro mundo e, muito menos deste, consegue ressuscitar o espírito do morto para voltar à terra, senão Jesus pela Sua ressurreção, para chamar os Seus eleitos para morarem na eternidade com Deus.
Um dia bem agitado
Que eu pude vivenciar
Muita gente está de férias
No meio do mundo a passear
Mas como estou na labuta
Nesta minha diária luta
Sou grata por poder trabalhar.
Eu sei que a estrada foi dura demais
E o mundo pesa quando o amor se vai
Mas no silêncio, eu vi você
E entendi por que a gente tem que crer - Frase da música eu luto contigo do dj gato amarelo
Cada cicatriz me trouxe aqui
E em você eu encontrei abrigo
Se o mundo for lutar contra nós dois
Que ele venha, eu luto contigo - Frase da música eu luto contigo do dj gato amarelo
