Mulheres Falam mal uma das outras

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O problema do mal não é um problema para os ateus. É um problema para quem tenta conciliar um deus amoroso com um mundo que parece ter sido projetado por um sádico.

Não existe falha existencial, só desculpa mal formulada para continuar postergando a ação.

Deus criou o mal para testar? Teste falho para um ser onisciente.

Religião não é raiz do mal, mas adubo perfeito.

Deus não é ausente, só terceirizou a criação para um estagiário cósmico mal remunerado.

Nos esforçamos tanto para ser inesquecíveis que acabamos virando apenas um rascunho mal feito na memória de quem nunca soube ler.

Um cristão tentou me ofender me chamando de "gay". Mal sabe ele que isso não me atinge. Ofensa, para mim, seria ser chamado de "cristão" e ser associado à religião que carrega o histórico mais sangrento e hipócrita da humanidade. Disso, eu sim teria extrema vergonha.

E se o "Criador" for o único jogador e você for apenas um NPC mal programado? Dói aceitar que sua consciência é apenas uma simulação menor e menos real?

Amar o inimigo não é virtude; é irresponsabilidade moral. O mal não se cura com afeto, mas com limites.

Se não existe bem sem o mal, então o diabo, com sua maldade, também emana bondade, como exemplo do que não fazer. Louvemos, então, a bondade que vem do mal.

O mal não busca amizade, busca refúgio: duas pessoas de má índole se unem para que nenhum precise sentir vergonha de quem realmente é.⁠

⁠Não tomar nenhuma ação contra o erro pode contribuir para a propagação do mal.

⁠O mau cai dentro do mal.

A mesma técnica pode ser usada para o bem ou para o mal; depende de quem a usa. ⚠️

✝️ A luz do evangelho aperfeiçoa o discernimento entre o bem e o mal. ☀️
📖 Hebreus 5:14

Você está sempre tentando ser “forte”, para que não vejam o quanto está mal!
Mas por quê? Por que não podemos fraquejar? Por que não podemos errar? Por que a sociedade cobra tanto assim da gente?

E é sempre bom que citar para nós mesmos, o verso de uma musica incrível da Cássia Eller, “quem sabe eu ainda sou uma garotinha”! E está tudo bem, você as vezes se sentir apenas uma garotinha, perdida e confusa!
Mas não se prive, não se esconda!
Sinta que você pode sim errar!
Seja livre para chorar, sem se sentir fraca!
Seja livre para deitar no colo de quem mais ama e contar o que se passa na sua cabeça!
Seja você mesma!!!
Seja livre para pedir ajuda!
Sim, peça ajuda! Mas não por outras pessoas, e sim por você mesma!
E por mais egoísta que essa frase possa parecer, VOCÊ É A SUA PRIORIDADE E você precisa saber disso!

E apesar de toda a sua infância, de toda a sua dor, a sua confusão mental no momento, nada disso te faz fraca e nem pior que o outro! Acredite que sim, sempre haverá uma luz no fim do túnel!
Busque a ajuda de um profissional!
Não se perca nesse período difícil da sua vida!
E antes que eu termine, queria aproveitar a oportunidade para te falar, você é extremamente incrível e foda pra caralh#!
Acredite em si mesma! ❤️‍🩹

O escudo de lobo não é só metal,
É barreira sagrada contra todo o mal.
Seus filhos são joias, seu bem mais precioso,
Por eles, o instinto se faz cuidadoso.


--------- Eliana Angel Wolf⁠

Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.


Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.


No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.


Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.


Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…


Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.


Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.


É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.


Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…


Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…


Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.


E, depois disso, não há retorno.


Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.


Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

⁠“Moleques meninos”
mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses
homens moleques.


Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.


Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.


Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…


Não é humilhação, é linguagem.


Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.


Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização.


E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.


O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece.


Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.


Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…


Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.


Porque o não, quando respeitado, educa.


Quando ouvido, humaniza.


E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.


Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.


E a reflexão, uma necessidade inadiável.


Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.