Mulheres Falam mal uma das outras

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"Para as mulheres omissas diante da própria honra: religião sem caráter é apenas máscara. Não adianta ir à igreja e apoiar quem objetifica mulheres e normaliza falas sobre abusos. Se a sua fé aceita o 'pintou um clima' e o desprezo ao feminino, o problema não é a política, é a sua falta de valores reais. Jesus nunca pregou ódio contra os vulneráveis. O fanatismo é o refúgio de quem substituiu o discernimento por uma paixão doentia por político. Você está perdidamente apaixonada por quem não presta. Seu amor é bandido!"

“O mundo não precisa de mulheres iguais, mas de mulheres inteiras. E só podemos ser inteiras quando nos libertamos da ideia de que precisamos vencer umas às outras para merecer existir.”

- Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado

Mulheres são Marias, são Franciscas, são Joanas e Anas...
Têm perfume de chão molhado
São remendo, são mil conquistas
Fazem do pouco o milagre sagrado!

As mulheres vitoriosas são como águias, mesmo tendo que enfrentar os desafios e os opositores elas sempre vencem, analogicamente: não se preocupem com os corvos, eles grasnam onde alcançam… Mas as águias voam onde eles nunca chegarão .

Disciplina é o traço invisível das mulheres que se destacam.
É ela que sustenta o extraordinário acima do comum.

A maioria das mulheres que se envolve com homens comprometidos não acorda de manhã pensando: "Hoje vou destruir uma família." Elas acordam acreditando na história de um homem "sofrido", "incompreendido" ou "solitário" que encontrou nela a "salvação." E como se ele fosse a Rapunzel presa no alto de um castelo esperando um príncipe para salva -la em um cavalo branco.


O que eu quero dizer é que: "Ele se vende como uma Rapunzel de terno e gravata, jogando as tranças da vitimização para que outra mulher suba e o resgate de uma relação que ele jura ser uma prisão. O que ela não percebe é que a porta da torre sempre esteve aberta ele só prefere o drama do 'resgate' à desonestidade da partida. Ele não quer sair com a verdade; ele quer sair como a vítima salva."

Usar de cargo público para obter vantagens ou para cometerabuso de poder contra presos,mulheres,
homossexuais e profissionais de saúde é algo inadmissível.⁠

A criação de filhas mulheres é mais cara que a criação de filhos homens. Mulheres ficam maduras mais cedo. Por isso costumam ter mais firmeza nas decisões.

Mulheres amadurecem mais cedo e não costumam trocar o curso universitário que escolhem. No entanto, ao contrário dos homens, que já devem ser estabilizados aos 30 anos, a estabilidade feminina ocorre por volta dos 40 anos de idade, pelo fato da maioria das mulheres não se alistarem em serviço militares.

Beijar e acariciar com olhares é o que há de mais verdadeiro entre um casal de mulheres.

Mulheres virtuosas possuem um valor inestimável, como os rubis, esmeraldas, nióbio e o ouro. Quem cativa o coração de uma mulher virtuosa possue uma riqueza incalculável.

A misoginia é um crime gravíssimo de discriminação contra as mulheres. Por isso é preciso ser combatido em todo o meio social. A mulher não é um ser inferior ao homem. Logo, deve ter seu valor reconhecido e respeitado.

O acesso à educação e o sucesso profissional das mulheres de todas as raças e orientações sexuais, sendo cisgêneras ou transgêneras, é algo primordial para o fim das culturas de violência, machismo e misoginia no Brasil e no mundo.

"Nós mulheres temos que cuidar
da nossa sensibilidade, que muitas
das vezes somos a Flor da Pele,
quentes, agitadas, queremos as
coisas já agora. As vezes temos
que parar respirar e ter um tempo
só nosso, para nos recompor, nos
reabastecer e ir a luta dos nossos
ideais, mais sem pressa, sem correria
apenas viver um dia de cada vez".

⁠É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.

⁠As mulheres nunca pedem desculpas... Elas apenas dormem sem roupas e você decide se continua com raiva ou não...😂

Nunca foi sobre oferecer flores.
No Dia Internacional das Mulheres, sempre foi sobre não oferecer espinhos nos outros 364 dias do ano.

⁠Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.


Elas conduzem na terra, no ar e na água.


Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.


Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.


Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.


Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.


No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.

⁠Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.


Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.


A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.


Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.


O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.


A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.


Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.


Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.


Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.


Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.


Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.


O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.


Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.


Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!

⁠Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.


É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.


Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.


Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.


A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.


Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.


Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.


Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.


Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.


Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.


E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.


Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.


Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.


Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.


Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.


E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.