Mulher Nota mil

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⁠Diante da estupidez
Apresentada o quê são
Certos fatos da vida
Sabendo que a liberdade
Está nas mãos de quem
Obviamente não vale nada?

Perto de ver a amada
Nos braços de outro,
Da mesma forma
O amado passando bem
Na nossa cara com outra,
É a liberdade tutelada
Que não tem comparação
Nas mãos de gente
Obcecada que de graça
Mente acusando quem
Não merece ser acusado
De ter traído a Pátria.

Sem constrangimento
E sem dificuldades
Sempre assumi:
Não pertenço a cena,
A história e ao país,
Mas a liberdade a poesia
E o clamar por quem
De liberdade precisa
Com certeza me pertencem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu estou aos gritos,
E dando mais de mil
Voltas em círculos,
Porque é impossível
Aceitar uma prisão
Que começou do nada,
E não houve comunicação.

Não há como aceitar
Prisão sem provas
E sem julgamento,
Porque não deixa de ser
Uma tortura em silêncio.
Assim em alta tensão
Soube da notícia
Que recebeste a visita
Da sua família
Como o céu azul recebe
O calor do sol,
E isso é de direito,
E não uma concessão.
Dizem que você está
Sendo bem tratado,
Mas ainda não
É justo e jamais
Será o suficiente,
Porque todos sabem
Que és inocente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não há beleza hipócrita que
caiba em falsos perdões,
Da mesma forma que não
Se aceita ver a alma
amada nos braços de outro,
É bem dessa forma que
se encontra a liberdade
Nas mãos de quem nada vale,
não calo, não deixo calar
E não sossego nenhum pouco.

Seguem presos pelo menos
dois cirurgiões e nessa altura
Pode haver até bem mais
até sob tortura e eu nem sei,
Só sei que não vou parar
de falar enquanto não
Restabelecerem a paz,
que só a liberdade pode trazer.

Nesse instante atravesso
sem notícia e isso é
Como ficar sem saber
o quê fazer e sem a luz solar;
Estou presa inocente,
sem provas e sem julgamentos,
Porque não vejo a hora
Dessa história acabar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Que me custe
asua simpatia,
E mesmo que
eu fale muito,
Ainda não será
o suficiente,
Pois falo não
para agradar,
Mas para colocar
os fatos no
Seu devido lugar.
Abro o paraquedas,
salvo o verbo para
Que salvem as letras,
em missão de dar um
Fim na tirania e dar
asas à liberdade
Do lado dos profetas.
Que me custe
aantipatia alheia,
Não me importo,
sou ouro e crisol,
Sei lidar com
aalucinação insana
Que não reconhece
que a política
Também faz os seus
militares presos,
E supõe quea
libertação deles
Não nos adianta,
e que não resolverá
O problema do país,
a arrogância jamais
Irá me impressionar,
pode virar a cara
E levantar o nariz!
Abro o suficiente
a verdade,
E sei que adianta,
porque nada se faz
Quando não se tem
Mais a liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O pensamento acena
Para o nosso caminho,
As palavras se tornam
O concreto destino.

A escolha nossa deve ser
Pela poesia do encontro
Em nome da reconciliação,
Ao prisioneiro mais antigo
A esperada libertação.

O sonho de liberdade
Não pode ser pela metade,
Da mesma forma que não
Se divide o bem amado,
No verso mirandino gritado
Pelo herói é a esperança
De um futuro resgatado.

Porque escrevo não para brigar,
mas para abrir os olhos...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como a flor aguarda ser
Regada pelo dono da casa,
Vesti-me de esperança;
Para me abastecer
De notícias de liberdade
Como tem que ser.
Era para ser
a sua vez
E a dos demais,
De novo roubaram
A minha santa paz.
Após as oitenta e uma
Voltas complexas,
Não há como calar
Que existem cativos
Da pior loucura,
Pois há uma Ditadura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O despertar de ontem
estava entusiasmado,
bem crente que a tua
vez tinha chegado.
Disseram ao mundo
que a liberdade chegaria,
testemunhamos ela
vindo de asa partida.
A verdade é que está
faltando você e a outros
que se encontram presos
pelo fio da tirania.
Em todos nós permanece
aquela sensação de quando
éramos crianças olhando
para a vitrine de doces
do balcão da padaria.
Ainda não te soltaram,
e mesmo que nos custe
noites mal dormidas,
não há nada que nos cale
Diante da tamanha covardia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como as rodas
de um caminhão,
Gira o sonetário
pelo mundo todo,
Pelo seu povo
ele pede socorro;
Ele caminhoneiro,
petroleiro
E leal guerreiro,
também é Mãe
da Nicarágua
Que reclama
pelo bom filho.
Mãe oceano de amor,
de coragem e poesia,
Fazendo frente contra
aquilo que não serve:
Rejeita o autoritarismo.
Vai além e enfrenta,
materializando bem
Mais que a ousadia
celebrada pelos poemas
Que enervam os tiranos
Só para provar
Que o amor é eterno,
e que os poetas estão vivos.

As letras nos pertencem, nós poetas conseguimos com talento relatar
a conjunturade mais
de um país num único poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Porque eu quero fazer
O caminho de volta,
A começar por aquilo
Que me inspiro, penso e falo,
Desejando transformar
Somente em todo o carinho.
Não há autoritarismo
Que siga para frente,
Sempre que a vontade
De vencer e a esperança
Forem sem demora reunidos,
A fé na vida faz o paraíso.
Quem ofende a liberdade
Sempre merece o meu riso,
E quando a mim resiste
Desestruturo com os meus
Versos até fazer passar
O conflito e a tempestade.

Pensar jamais será ofensa,
Sentir e se expressar
Constroem Nações inteiras,
Não paro de por ti exigir,
Porque se livre te farei,
Assim livre eu permanecerei.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando se abdica
Da própria vida
Em prol da Pátria,
As cobranças são
Bem mais duras
Do que o costume,
Me dou com toda
A mística a minha
Voz aos leais,
Porque soldados
Para os tiranos
Não são humanos,
E só servem
Para serviçais.

A voz da tropa
Elevada contra
A tirania sempre
É mais perseguida
Do que as demais,
Porque quem se
Dá ao povo de peito
Aberto sempre acaba
Sofrendo bem mais.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A estrada da espera
tem sido dura e longa,
E só tem aumentado
a repressão a tropa,
Não dá para saber
o final da história.
Só sei que não se
deve parar de falar,
Não deixar ninguém
nos intimidar erguendo
A cabeça para a bandeira
do amor juntos hastear.
A promessa não foi
ainda cumprida,
Não sei o quê está
acontecendo,
A fórceps a Justiça
foi retirada,
E está em exílio,
Para ver a liberdade
raiar, eu não desisto!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não há mais como
ocultar a preocupação,
Pois há um mal acordo
a caminho da segunda
Pátria que atrairá o Deus
da Guerra para dançar
Sobre o continente.

O Arcanjo se encontra
amarrado e com ele
uma legião de Anjos,
O tirano não entende
que precisamos deles
Em liberdade para nos
proteger de todo o Mal,
E que a reconciliação
tem tudo de celestial.

Eis a letra torturada
que escorre das mãos
Do cirurgião que foram
cruelmente quebradas,
Eis a oração de joelhos
da esposa do missionário,
Assim segue o poemário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por causa da dificuldade
com a língua estrangeira
para me expressar
levo uma noite inteira.

O Império honrou
bem o seu papel
com o filho missionário,
achei mais do que justo
e super necessário.

Por algumas horas
me calei porque
se não for para falar
com a palavra que gruda
no peito e faz pensar,
sempre prefiro
ficar em silêncio.

A acusação do
tirano ao General leal,
o encobrimento da prisão
e o silêncio imperial
falam explicitamente
não só dele,
mas de todos como ele
que foram presos sob
a mesma alegação
e permanecem
presos INJUSTAMENTE.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Para entender
O porquê dos poemas
E o quê se passa
É bem mais fácil
Do que tu pensas!

Decidi não dar
Nome a tirania,
Porque o início
Do isolamento
Se dá pela poesia.
Sirvo para virar
A página da história,
Gritar com o povo
Dar louros à vitória
E ao hostil desgastar.

Honrando a tropa
De leais todos os dias,
Não deixarei perder
A força dos sonhos,
Dou eco ao coro
Dos santos anjos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A consciência tem dado
Voltas em círculos,
Porque levantar
Não tem conseguido,
Há um povo coagido,
A Justiça em exílio,
Quem pensa tem sido
Preso ou perseguido.

A Ditadura ganhou
Um jogo por ela perdido
Feito de falsa promessa;
As flores do calabouço
Devem ter desaparecido,
Nem os generais mais
Antigos escaparam
Do brutal autoritarismo.

A firmeza das ruas vazias
Tem feito a sua cabeça
Com a melodia, eco e refrão,
O mundo vê a agonia
Da Estrella pedindo justiça
Em nome do amor no coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Quem quer queimar
o direito de reconquista
do Esequibo Venezuelano,
Vai acabar queimado
e ficar na vida feito
gelo derretido
eternamente,
Nada será necessário
desejar ou fazer,
Porque coloquei
nele o meu olhar
e tenho mais de
um poema escrito,

(Mesmo estando
a distância
não perco a esperança)

dele libertar da mesma
maneira que desejo
liberdade igual
à um General
e uma tropa que
seguem aprisionados
injustamente,
e meus poemas enquanto
isso seguirão
sendo os mesmos
e de espírito intermitente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica,
E nunca tocará na dupla fronteira:
Venezuelana e Brasileira.

A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica
feita de um mapa que urge ser
corrigido onde nele a Venezuela
deve saber que se inclui o Esequibo.

A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica,
E suas mulheres estão morrendo
nas mãos masculinas do destino.

A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica
que o tempo anda passando,
e um General preso injustamente
por uma falsa acusação de instigação
continua a espera da libertação.

A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica
que o General, a tropa e um
velho tupamaro andam a espera
de julgamento e outros casos
bem mais recentes andam
sendo julgados bem na frente.

A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica,
cada caso é um caso e muitos
não estão interligados embora
o descontentamento seja o mesmo,
e por ordem e tempo todos
deveriam ter sido respeitados.

A intriga é a escuridão do mundo,
nós dois sabemos que ela não
ousará em deter a verdade histórica
e nem apagar a chama da esperança
e do amor foi escrito por nossas
Pátrias em todas as notas e escalas,
até o infinito e para a eternidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência de uma
Nação é uma aliança que
deve ser sempre renovada
com a sua própria História.

Por isso peço encontro,
diálogo e reconciliação
com o General e toda a tropa.

A Independência de uma
Nação pelo mundo
afora sempre deixa alguma
questão pendente
ou até mesmo implícitas
mais de uma que pedem
união cívico-militar
sempre que for preciso.

Jamais país algum deve
desistir de proteger e até
mesmo deixar de reinvindicar
por aquilo que o pertence:
A recuperação
do Esequibo Venezuelano
deve ser tratado
com interesse realmente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aprenda a entender
que para uma Nação
subsistir a sua doação
não pode ser miserável,
É claro que o oxigênio
no sentido figurado
que é a liberdade em todas
as formas deve ser essencial.

Só que a liberdade para ser
o suficiente deve vir unida
com o real sentimento de amor,
E amparo em relação ao velho
tupamaro em ato revolucionário
de autoprivação diante
de tanta tamanha agressão.

Aí onde poucos se sentem
sem liberdade, sem amor
e todos assistem uma tropa
e um General que estão
presos sem perspectiva
de diálogo, encontro e reconciliação.

E tudo que você me deu (subjetivamente),
e objetivamente
para a sua Nação,
Crendo nas leis da vida ainda
me esperanço no celeste índigo
que você vai corrigir o rumo
de tudo e espalhar
o Mapa com o Esequibo incluso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada letra e versos da minha responsabilidade individual
contam o calvário de uma tropa,
de paisanos e de um General
que seguem presos de consciência
porque no excesso habita
uma injustiça e caos total.

O General está preso desde o dia
treze de março do ano de dois
mil e dezoito, e a cada dia só vejo
aumentar a sucessão de desgostos,
Ele continua preso porque
a mentira contínua solta e impune
onde a injustiça o acusou
falsamente de instigação
a rebelião e ninguém nos ouve.

Conto não somente o quê
não vem poupando o General,
a tropa e outros paisanos que
em separado porque cada caso
é um caso nas mãos da injustiça,
porém o sofrimento coincidente
é extremo e igual que não vem poupando nem mesmo o velho tupamaro numa cruzada sem igual.

Conto de tantos fatos da região,
do continente e do mundo
que têm nós colocado em abalo,
e até mesmo dos jovens presos
políticos de Cuba a espera
de uma abertura pelo milagre
do talvez da própria liberdade.

Só sei que onde a tropa, os paisanos
e o General seguem injustamente presos o tempo tem sido perdido,
Porque em vez de um infernizar
o outro: todos juntos já deveriam estar .mais do que reunidos
para recuperar o Esequibo.

Todos os poemas da dupla fronteira
venezuelana e brasileira,
somente a mim pertencem,
No Yakontipu-tepui
do Esequibo Venezuelano
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
e nos outros onze tepuis habitam.

Inserida por anna_flavia_schmitt

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