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Mulher Má

Cerca de 29347 frases e pensamentos: Mulher Má

Se todos sentissem o que eu senti, a visão sobre as mães seria outra! Não aquela de empregada, mas a de anjo. No final, o sentimento seria de gratidão ao invés de obrigação por nos ter colocado no mundo.

Doce foi o veneno experimentado inocentemente,


A água bate na rocha e ela não corresponde, mas sente,


A neve cai, o tapete na floresta é branco, o lobo ruiva sagaz na escuridão, mas a fogueira continua acesa,


A lua ficou escura por breves minutos deixando o mar agitado, depois voltou a iluminar o céu e tudo se acalmou, o rio corre solto levando os troncos secos e os podres, a coruja vigia a noite, alguns pássaros dormem, a natureza sabe se organizar,


O amor não é algo a temer escuto estes ruídos por aí, então me ensinem a viver sem medo de amar.

O Querer que Dissolve em Nada


Eu queria mesmo ser diferente. Mais focado, com passos claros. Mas a realidade é outra, Sou só confusão. Quero abraçar o mundo inteiro, Fazer tudo ao mesmo tempo. Mas minha vontade, essa que me engana, Se desfaz em inércia.
O resumo da minha vida, no fim: A intenção de fazer tudo, E o resultado: absolutamente nada. Paralisia por análise, Tantas escolhas, tanto medo. O cérebro ansioso, Pensando demais, fazendo de menos. Perfeccionismo, essa armadilha, Transforma cada decisão num fardo.
Procrastinação. Não é preguiça, eu sei. É falha em me regular, Em lidar com o desconforto. Crenças tortas sobre mim, Sobre as tarefas, sobre a dor.
Mas a inércia não sou eu. Não sou um "nada". Sou a luta. O querer abraçar o mundo, Esse grito, É a prova do que sou. A pessoa confusa, É um estado, não um destino. Há potencial. Há valor. Eu do futuro, que você saiba disso.

Mágoa de Irene


A raiva te dominou...
por muito tempo.
E a culpa —
nele colocou...


Mas...
você é responsável
pelo que entregou,
não pelo que retornou.


Suas lágrimas molharam a areia,
se misturaram à água do mar,
e seus soluços...
ao barulho da maré cheia.


O sofrimento foi grande.
Foi intenso.
Mas — não foi sua culpa.
Você escolheu o amor,
não a dor.


Mas veja, por outro lado...
o amor dele era real.
E tudo o que você penou,
ele sofreu — em dobro.


Pela sua ausência...
deve ter morrido um pouquinho por dia,
pelo amor,
pela saudade — tão intensa.


Sabendo que ele mesmo se sacrificou,
um tiro no próprio pé...
um morto-vivo.
E assim ficou.


Mas você também errou.
Desistiu da vida...
e tudo aceitou.
Já não vivia,
quando de novo — se casou.


Era jovem.
Linda.
Poderia ter escolhido um marido maravilhoso...
Mas sem forças,
pegou o que a família ofertou.


Quem sabe, se não tivesse morta por dentro,
teria virado uma Chica da Silva,
fazendo seus bailes lá...
na Corte.


Com o tempo —
vieram dois finais infelizes.
Mas quem sou eu...
para julgar?


Eu sou você —
agora, no presente.
Tentando esse passado consertar,
com dúvidas...
e medo de errar.


Pois me conheço —
e por amor...
faria a mesma coisa.
Não vemos nada
quando bate o desespero.


Mas pensando bem...
o Universo me conhece mais que eu.
E no seu lugar —
teria ido atrás dele
mil vezes.


E enquanto não lembrasse de mim,
de vez...
não desistiria.


Que lembrasse
do nosso contrato,
das nossas vidas passadas,
do nosso amor...
sobrenatural.


Por isso — nesta vida...
dele, nada sei.
Sou orgulhosa...
mas ainda não aprendi
a perder.

A Paraíba também é um local para amar

Seja no sertão ou no mar,

Contigo quero passear

De mãos dadas no Pavilhão do Chá.



Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá

Quero você agarrado na minha cintura,

Indo muito além do forrozar

Vamos juntos namorar...



Eis-me aqui, e você aí

Dá até para escrever uma letra de forró,

Quando você não está aqui

Porque foi na Paraíba que eu te conheci.



Não existe o 'cedo', e nunca é tarde

Para amar sempre existe tempo,

Aos poucos vamos nos aproximando

Por causa desse amor que está florescendo...

A vitória solitária


A medalha foi o meu abraço de metal.
Frio, brilhante e dado por uma mão que não conhecia meu nome.

Família


"O Ano Novo não os transforma; apenas os força a usar, por algumas horas, a máscara de humanidade que guardam para ocasiões especiais. A tragédia é saber que a máscara existe, está disponível, e ainda assim preferem mostrar o rosto nu da própria amargura."

Essa é uma carta que não será enviada.
Não porque falte coragem, mas porque ela não precisa mais de destino.

Ela é sobre mim.

Sobre o que eu precisei aprender para continuar inteiro (a).
Eu te amo.
E dizer isso não me diminui.
Não apaga o que vivemos, não invalida o que senti,
não transforma tudo em mentira.
O amor existiu...
e isso basta.
Mas hoje eu sei:
amar não é sinônimo de permanecer.

Durante muito tempo eu confundi amor com espera,
com adaptação excessiva,
com silêncios engolidos para não perder.
Confundi amor com suportar o que doía.

Mesmo quando meu corpo já pedia descanso.
Eu tentei.
Mesmo quando a reciprocidade não vinha.
Eu tentei.

Essa carta nasce quando algo muda por dentro.
Quando o amor deixa de ser um pedido
e passa a ser uma constatação serena:
eu te amo, mas eu não te quero mais ...

Não te quero mais ocupando um espaço que me custa a paz.
Não te quero mais como projeto de salvação,
nem como esperança que me adia.

Não te quero mais se, para isso,
eu preciso diminuir as minhas necessidades,
anestesiar meus limites ou negociar minha dignidade emocional.

Isso não é frieza.
É amadurecimento emocional.

E quando o afeto encontra o limite e aprende a respeitá-lo.
Eu te amo, mas agora escolho a mim.

Escolho o silêncio que organiza,
a ausência que cura,
o vazio que prepara um espaço mais saudável.
Escolho não insistir onde só eu me esforço.
Escolho não romantizar a falta,
nem chamar de amor aquilo que me fragmenta.

Talvez essa seja uma das despedidas mais difíceis:
aquela em que não há ódio, não há briga,
não há culpados.
Só há consciência.
E consciência dói, mas também liberta.
Essa carta não precisa ser lida por você.
Ela precisava ser escrita por mim.
Porque quando eu consigo dizer "eu te amo,
mas eu não te quero mais,
é sinal de que o amor-próprio finalmente encontrou voz.

"O amor de Deus é o único solo onde a paz floresce. Quando escolhemos não ofender e nunca maltratar, estamos permitindo que o Reino dos Céus comece aqui mesmo, dentro de cada gesto de bondade que oferecemos ao mundo."

" 'Todo mundo gostou' não é argumento suficiente para eu gostar. Afinal, meu nome não é 'Maria Vai Com as Outras'!"
Frase Minha 0261, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1699
" 'Acordou triste, com aquela sensação? Não segure, relaxe e chore para extravasar. Mas, por favor, vá chorar pra lá, bem pra lá.' Foi o que eu disse para a Minha Cunhada, a Sempre Dramática!"

0055 "Alguns casos de golpes estão mais ligados à fragilidade, inocencia e boa ou má fé das vítimas, do que propriamente à esperteza dos golpistas!"

0222 "Pior do que ter que 'comer o pão que o Diabo amassou' é não ter presunto, queijo ou manteiga pra passar no tal pão."

0251 "Se Deus existe, do modo como dizem ou desejam Alguns, Deus de facto é Impressionante. Mas... Não tanto quanto os que Discursam, 'Profetizam' e Falam de Deus, sejam eles 'Sábios Tolos' ou vice-versa! Esses Impressionam ainda mais e por motivo diverso!"

0432 "Juro que não sou o Maior Escritor da Internet... Nem o Melhor nem o Mais Bonito nem o Mais Letrado. Se há Escritores na Internet que mentem até sobre isso, é lamentável!"

0524 "Não trago a pessoa amada; não ilumino o caminho de ninguém; não entorto talheres. Mas posso preparar o jantar, servir com esmero, lavar a louça e deixar a cozinha um brinco. Serve?"

Deitar-se e dormir mesmo quando tudo está mal à sua volta não é sinal de fraqueza espiritual, mas sim de confiança naquilo que tem o poder de fazer milagres.

Há uma distância entre você e algumas pessoas que se foram. Elas não partiram porque queriam, mas porque a espada do Espírito as afastou de você.

Quem finge não ver os próprios defeitos vira as costas para um incêndio, pode não ver o fogo, mas uma hora será queimado.

Ritos e contradições...


Dizem que na Semana Santa
não pode comer carne,
é pecado.


Mas nos outros dias,
fica liberado
devorar o outro
em fatias de indiferença,
temperadas com egoísmo
e servidas frias
na mesa da conveniência.


Na Sexta-feira santa,
o prato é vigiado,
mas a língua,
essa continua afiada,
cortando, ferindo, julgando
sem qualquer jejum.


O corpo se abstém,
mas a consciência…
segue em jejum
o ano inteiro.


E na crueldade das torturas
que se perpetuam,
não há silêncio,
não há luto,
não há penitência.


Que curioso ritual esse
que santifica o cardápio
e absolve a crueldade cotidiana.


Talvez o verdadeiro pecado
não esteja na carne
que se come...


mas na humanidade
que se deixa de exercer.


✍©️@MiriamDaCosta