Mulher Criança

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O homem sem a mulher é um barco à deriva
A criança sem os pais é um barco naufragado

Sou uma mulher madura!
Sou uma criança inocente!
Sou uma mulher determinada, destemida!
Sou uma criança insegura e frágil!
Sou uma mulher que dá colo a quem precisa!
Sou uma criança que não tem vergonha
de pedir colo quando preciso!
Sou uma mulher poderosa que usa batom e salto alto!
Sou uma criança que chora quando sente medo pelas pessoas que ama!
Sou uma mulher que adora brincar com os netos!
Sou uma criança que sonha com os mimos de vovô!
Eu gostaria muito, mas muito mesmo, que as crianças de hoje tivessem a minha visão simples, inocente e infantil da vida, do mundo, das pessoas, da esperança, da alegria!

⁠Fui criança triste
Adolescente rebelde
Mulher submissa
Hoje sou apenas um ser humano sincero.

Menina Mulher
Toda Menina cresce,
toda criança aprende...
Toda Menina vive
ansiosa pra se tornar
uma moçinha,
mas quando crescemos
e viramos Mulher,
queremos voltar a
ser aquela menina inocente
com pensamentos e visões
ingênuas sobre o mundo
e as pessoas.
Eu precisei sofrer para deixar de
ser menina e amadurecer.
Aprendi com meus erros,e
por isso meu passado jamais
vai me condenar.
Estou satisfeita por me tornar uma Mulher
que sabe onde anda,que sabe ser feliz
e amar de verdade. Uma mulher que
deu um grande salto,mas que
jamais deixará de ser menina
porque o amor pela liberdade
espiritual encontra-se
estampado em mim,
em minha presença.
Minha maior felicidade e o
bem de meu espírito é o
Homem que um dia
foi um menino,
e hoje somente Ele
basta para
me tornar completa,
Meu Amor Te quero e
ninguém muda o que
sentimos um pelo outro.

A mulher! Maravilha das maravilhas!

- Quando criança é adorável;
- Quando moça nos fascina;
- Quando se torna mulher, nos transtorna;
- Como esposa é encantadora;
- Em seu papel de mãe, comovedora;
- E, ao perder a sua juventude, transforma-se
numa dessas esquisitas e complacentes senhoras em que o
homem descobre novamente a sedução da juventude e, às
vezes, o frescor da infância.
Assim vejo eu a mulher e amo-a por isso.

Comentário oportuno de "gentlelove":

Óbvia e desafortunadamente, essa maravilhosa
descrição de Sacha Guitry, sobre a mulher, não
abrange o universo feminino, pois não é uma regra e
se fosse estaria restrita a um grupo particular,
uma vez que toda regra tem excessão ou excessões.

Covardia

Na vida uma mulher
No amor uma fugitiva
Na dor uma criança
Na certeza um ponto de interrogação.
Na interpretação do contexto...
E ponto
E vírgula;

Sou uma mulher com coração de criança, pensamentos de senhora e determinação de adolescente.

Atitude de mulher e o coração de criança. Assim me faz bem viver!

Sou criança, sou mulher.
Sou menina que chora, sou menina que ri.
A essência nunca muda, o que muda é o tempo. Que tentamos ignorar. Mas para que segui-lo? Vamos curti enquanto há tempo.
Ser adulto, mas ser criança.
Ser velho, mas ser jovem.
Já perdi tanto tempo... tanto tempo, gostaria de recuperá-lo. Mas que pena.
Simplesmente... passou...
Agora tenho mais uma chance... Simplesmente... viver.

Poema da mulher

Quando criança!
Vem a esperança
E ela nunca se cansa
De no amanhã acreditar.
Quando adolescente!
Do amanhã, faz o presente.
E quase sempre se sente pronta pra despertar.
Quando adulta!
Depois de muita luta
Acredita num futuro
Quase sempre mais seguro.
Mas sentindo como é duro,
ver o outro dia chegar,
Vai caminhando...
Seguindo em frente...
Seus problemas enfrentar.
Quando Idosa!
Cheia de experiência.
E com muita paciência,
Pode a todos ensinar
Que a essência da vida,
é pela vida passar.

você mim fez crescer

perto de você me sinto
segura
hoje sou outra mulher
ao inves de criança
estou madura
com você eu vou ao céu
porque seu beijo é doce
como mel
vocÊ mim fez perceber
que uma criança tem que
crescer
hoje falo o que
penso
sem medo do que os
outros vão pensar.

A menina que você chamava de criança. Então né Hoje é uma Mulher formada, tem seus lindos planos e sonhos enquanto a você é apenas um cacto que fura um sapato.
A mina que você humilhou demais hoje te despreza, te pisa, te humilha e mostra que ela não depende de você para sorrir e muito menos para ser feliz você é apenas um cacto no meu caminho.
Raiane Oliveira.

Mulher de Luta

Vive dentro de ti
Uma mulher sabida
Uma aventureira
Uma criança do interior
Aquela mulher sonhadora
Cheia de graça
Vive dentro de ti
Uma mulher do campo
Uma proletária na cidade
Uma mulher letrada
Debruçada na sabedoria
A repartir conhecimentos
Ao nutrir da mais bela profissão
A mulher que luta
Pela vida e pela saúde
A mulher que fez acontecer
Nutri dentro de ti
As almas das grandes mulheres
A mulher guerreira
Que assim como Jesus
Leva a palavra, as coisas boas, para que
possam aprender desviar dos males
O que seria do mundo
Se não existissem mulheres nutridas
De Amor, compaixão, aprendizado e do
Socialmente correto
A mulher mãe, que reduz sua porção para
Nutrir seus rebentos.
Mulher, assim seja para sempre.

Nenhuma mulher deveria passar dias sozinha com a criança nos braços. A maternidade é fácil quando estamos acompanhadas. Não quando somos julgadas, criticadas ou aconselhadas. Simplesmente ter outras pessoas por perto, se possível outras mulheres que estão passando pela mesma fase.

"Não é sobre o direito da mulher amamentar, é sobre o direito da criança comer, quer seja no avião, no navio ou mesmo no autocarro."
Xakurhandza

⁠✍️Fui uma criança forte. Uma jovem corajosa e forte. Uma mulher madura, muito forte. E agora? De onde está vindo essa fraqueza? Quando precisaria ainda ser uma fortaleza.
💌🥀💔👣👣👁️👁️✔️

Uma Mulher que mostra as garras quando necessário mas jamais deixa morrer a criança que habita meu ser !

⁠A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”

O homem é uma criança num corpo de adulto e a mulher é um adulto num corpo de criança. Os homens se divertem, as mulheres não têm senso de humor.

MENINA MULHER
(A força de hoje é o escudo da criança de ontem)

Que minha menina interior não se assuste com a versão mulher — às vezes frágil, mas muitas vezes leoa —, pois o hoje dela é a sua proteção lapidada de ontem.

Lu Lena / 2026