Mulher Bonita Gosta de Homem Feio
Que o nosso amor não seja como uma primavera, bonita e passageira, mas que floresça diante de todos obstáculos.
Minha linda admirada
Você está jovem e bonita, simpática e inteligente.
Não se mostra em seu rosto, o passar de mais um ano.
Como se fosse um só dia, nada em você mudou.
Nem mesmo a alegria, sua face abandonou
Um Feliz Aniversário, te desejo de coração
Que a luz de Jesus Cristo, afaste de ti a escuridão
Que a paz do Salvador, te acalme o coração
E a alegria do senhor, te traga muito prazer
Te encha de entusiasmo, para as barreiras vencer
Como não dá pra esquecer, momentos que pude viver
Ai, que linda namorada, seria você pra mim
Sei que seria somente minha, uma mocinha lindinha
Que ninguém mais poderia ter.
Queria ouvir atentamente, histórias sobre você.
E te abraçar derrepente, sem ninguém saber porquê.
Então me conte o segredo, de um olhar tão inocente.
Que me olha de repente, e me deixa sem reação
Que faz tremer o corpo e me acelera o coração.
E se, mais do que namorada,
Fosse sempre minha amada respeitada pra valer
Sem a qual a vida é nada, não há rumo nem estrada
O sorriso é fachada, sem a qual não queria viver
Ah, se você viesse comigo! Habitar em meu cantinho
E nunca me dizer adeus, com alegria me atento
E seriam seus meus olhos, e os seus seriam meus
E os seus braços, o meu ninho, eu por algo sedento
Seria tu minha vitamina
Diga agora e não depois, se um sorriso aí nasceu
No seu rosto angelical, no interno coração
Minha amiga e companheira, minha fiel escudeira
Que sempre me estende a mão
Se você se considera feia, vai morrer feia; se você se vê bonita, viverá linda e feliz. A escolha é sua.
Benê Morais
Senti frio mesmo estando perto de você, moça bonita.
Não foi o vento, foi a ausência.
Percebi que os teus carinhos já não caminham na mesma direção que os meus,
que a sintonia se perdeu em algum silêncio não dito.
Não sei o motivo de tanta indiferença,
nem sei se quero saber.
Algumas verdades doem mais quando explicadas.
O frio que veio de você não foi acaso,
foi resposta.
E às vezes, aceitar o frio
é mais honesto do que insistir num calor que não existe mais.
Havia um rapaz que morava “de favor”, expressão bonita para esconder o desconforto diário de não pertencer a lugar nenhum. Naquela casa, ele ocupava pouco espaço: um canto, uma cama emprestada e o silêncio. Falava baixo, não por timidez, mas porque aprendera que, para os outros, pobre não tem voz — só eco.
As pessoas ao redor tinham uma régua curiosa: mediam gente em cifras. Quem tinha dinheiro, tinha valor; quem não tinha, devia gratidão eterna e cabeça baixa. E assim o rapaz era lembrado todos os dias de que valia menos que os móveis da sala, afinal, eles ao menos tinham sido comprados.
Mas a anedota da vida tem dessas ironias: enquanto o julgavam pequeno, ele crescia por dentro. Guardava humilhações como quem junta moedas — não para gastar em vingança, mas para investir em si. Estudou quando pôde, trabalhou quando ninguém quis, e sonhou mesmo quando riam do seu sonho.
Um dia, sem alarde, ele saiu daquela casa. Não bateu portas, não fez discursos. Apenas foi. E o mundo, que parecia fechado para quem não tinha nada, resolveu se abrir para quem tinha coragem.
Anos depois, alguém comentou:
— Quem diria, né? Ele venceu na vida.
E a resposta mais sincera veio do silêncio: ele não venceu por ter dinheiro agora, venceu porque nunca aceitou a mentira de que só o dinheiro faz alguém valer alguma coisa.
Quando você quer uma árvore bonita é mais fácil podar os galhos extras da que cresce vigorosamente do que estimular aquela que não quer desenvolver.
Ela Corria
De longe meu pai dizia: corre, corre Catarina. Ele tinha uma égua bonita e forte. Não daria tempo dele chegar até ela para me salvar. Então eu corri, eu corria, corria, corria que parecia que voava. Aquela égua vai me matar. Se ela me pega, iria me pisar todinha. Tinha uma porteira que estava fechada e uma poça de lama na frente. Não daria tempo pra abrir, mas tinha um espaço por baixo que dava para passar. Pensei: Vou entrar por baixo, assim ela não me pega. E ela vinha brava, ia me matar.
Meu pai não tinha como correr até ela. De longe, quando ele me viu chegar com um uniforme novo da escola, ele me mandou correr. Papai tinha mandado fazer para a escolinha que eu estudava. Talvez a égua estranhou aquela roupa diferente. Ele olhou para mim e disse corre. Eu corria, corria “mas” eu corria, corria que parecia que voava. Então eu entrei por baixo, por um espaço onde eu fiquei ali quietinha.
Aquela égua era muito forte, bonita, as patas enormes. Se ela me pega, ela iria me pisar todinha. Então eu entrei por baixo e fiquei ali quietinha, até meu pai chegar. Eu ouvi essa história dezenas de vezes. Em certas ocasiões ela fazia recontar de propósito. Eu gostava de ouvir as histórias dela. É apenas uma parte, tenho certeza que outros lembram melhor que eu e, para começar, correr foi umas das ações que seus filhos e filhas, noras e netos mais fizeram nos últimos anos.
Corriam de uma cidade para outra, de um plantão para o outro. Corriam por telefonemas, corriam por mensagens, da cozinha para o quarto, da sala para vê-la na rede. Outros nunca dormiam, esperando de prontidão. Corriam quando a saturação baixava, quando a pressão aumentava, corremos muito, cada um na sua velocidade, no seu tempo, mas corriam e tudo ajudou bastante.
Alguns corriam com os pés sangrando, outros o coração mesmo, mas nunca deixaram de correr. Foram 95, quase 96 anos correndo pelos seus filhos, pela vocação ministerial do seu esposo, correndo para o jantar sair na hora certa, correndo para cuidar da casa e da família.
Tudo certo, tudo feito, “que horas são agora” era a pergunta constante por causa da visão que piorava. Correu, correu e resolveu tudo na nossa vida. Podíamos descansar porque ela corria por nós. Assim eu defini minha Avó, uma corredora. Correu pela fé que tinha, pelos seus filhos, netos e tataranetos. Deixou seu legado. Obediência. Deixou saudades.
Prosseguiu para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Ela nunca deixou de ouvir seu pai em vida, por isso, seus dias foram prolongados na terra. E agora, depois de anos, o Pai das luzes lhe chama para mais uma corrida.
A corrida para aqueles que venceram e tiveram suas vestiduras lavadas no sangue do cordeiro. Enfim, eu ainda ouço aqui dentro, aquela voz que assim repetia: mas eu corria, corria, corria que parecia que voava. E enfim, você voou. Saudade não espera e não passa!
Amei, amei a tal velocidade da vida, essa pressa bonita que me trouxe até aqui.
Cheguei antes de você, mulher, antes do teu nome, antes do teu rosto, antes mesmo de saber que era você quem eu esperava.
Cheguei antes de te conhecer, mas o destino já me treinava o coração. Cada passo apressado era um ensaio do nosso encontro, cada silêncio, um espaço reservado pra tua chegada.
E quando nossos caminhos finalmente se cruzaram, entendi: não era pressa, era preparo.
A vida só me fez chegar cedo pra que, quando você viesse, eu estivesse pronto pra te amar devagar.
A sua chegada fui magia encanto. Palavras nao vão descrever.
A felicidade ao te ver ali feliz.
Te vê antes de lhe conhecer.
Cada olhar um encanto bonito.
Do nosso encontro preparando.
De eu com você linda mulher.
Menina bonita, confusa, não sabe o que quer.... Tenho medo de amar...
O amor é uma assombração, medo de se perder... que vontade de correr....
Me dá, me entregar? Porquê? Para quem?
Isso me assusta e me dá insegurança, medo...
Não vou me entregar, me dar...
Vou lutar contra mim mesmo, porque não aprendi amar....
Vou sair, mas não vou com a minha blusa mais bonita.
Vai que alguém elogia o meu estilo...
Eu não saberia o que dizer
Porque essa blusa eu ganhei
do meu "amuairo".
O meu amuairo...
Que me cuspiu e me descartou
Quando se sentiu
Diminuída
Alguém que eu tanto enaltecia e cuidava...
Com sua pressa, através de um curioso
"senso de urgência"
Se justificou silenciosa
Pelas coisas que viu
Quando invadiu a minha privacidade
E por fim, me presumiu por completo.
Foi o jeito mais doloroso ou confortável? Eu realmente não sei, as pessoas agem conforme suas conveniências.
Foi atrás até das minhas notas
conversas comigo mesmo
Onde eu jogava até as coisas mais estúpidas que passam pela cabeça.
Ali, no intervalo da consciência. Covardia.
Se o relacionamento estava no fim, precisava disso?
Subverter que agora é uma vítima
De uma pessoa ruim, nojenta e egoísta...
Um lixo. Escrito em diferentes palavras de uma carta.
Você deve se achar no direito
de se divertir, depois descartar e destruir
uma pessoa.
Você já deve ter feito mal verdadeiro
dessa forma.
Eu só sou capaz de fazer mal a mim mesmo.
E já até pensei melhor.
Eu vou usar a camiseta. Sem receio. Vou falar que comprei num bazar por 10 R$ de uma pessoa qualquer.
Uma pessoa medicada e bem feliz!!! Sendo livre e bem sucedida por ai.
Que loucura ne? Talvez seja melhor assim, até pra mim!!!
Porque eu sou TÃO OTÁRIO
Que se você tivesse na merda, provavelmente eu ficaria muito preocupado. Em alerta, pensando só em você, querendo estar perto para cuidar de você como esse imbecil aqui sempre fez.
Então é melhor assim, sem o risco de me sensibilizar.
Por que afinal, essa merda é só uma blusa. tão bonita quanto tantas outras merdas de roupas por ai.
E você é só mais uma, mais ou menos bonita que qualquer uma por aí
E que só quer "aproveitar a vida"
Antes de envelhecer e cair morta
Como qualquer pessoa.
Nessa merda de universo sem relevância alguma. Divirta-se, você merece!!!
Não importa a distância, seu amor sempre será minha saudade mais bonita. A que queima mansa no peito, chama meu nome no silêncio e me faz amar você todos os dias, mesmo longe, como se estivéssemos sempre no mesmo abraço.
A sua pele é a pele mais bonita, seus olhos tem o brilho direto da lua refletido, a mancha em baixo de seu seio da um charme de um cafe com pingos de leite, olhar para ti é como olhar para o mais lindo arco íris, és para mim, a lua do sol.
Eterno amor, Boli boli.
A MAGIA DO SAMBA
E vem aí os dias de folia! Três dias de uma ilusão bonita de se ver e viver.
Mas o Carnaval é puro alimento de ilusões. E após os três dias de alegria o cenário volta , a realidade reaparece.
Ruas desertas, lixo e ilusões perdidas, talvez de belos amores!
E o cenário da quarta feira é sempre assim: o folião cansado dorme; as ruas ficam sem movimento, latas de bebidas e adereços colorem o asfalto de lixo.
Acaba o sonho, as fantasias e o luxo que faziam a bela ilusão do espetáculo grandioso dos desfiles das escolas de samba.
Bebida e samba ali se misturaram transformando ilusão em realidade para o folião. Ele, como em transe, segue dias dançando, levado pelo ritmo mágico dos tambores, cuicas, tamborins e pandeiros. Completamente perdido no tempo de amar a sua Escola!
Na quarta, nem sabe como chegou ao seu barraco.
Acorda zonzo, ainda de fantasia, estômago embrulhado das batidas de cachaça e das batidas rítmicas da bateria, ainda a ecoar.
Agora que tudo acabou, que o sonho findou, fica a crua e dura realidade que enfrenta o Brasil pobreza: nem café nem pão no barraco que a chuva quase desmoronou!
Quem sabe a vizinha..
Afinal a pobreza é solidária!
"" A dois, o amor é pele bonita
Bronzeada e protegida pelo sol da manhã
Mas solitário é ferida
Que sangra e doí a alma
Depois de uma tempestade, virará cicatriz
Nunca mais sairá do peito
Por isso pessoas de muitos amores
Têm dureza no coração...""
A beleza, para ser bonita de verdade, tem que ter alguma característica que foge à regra, alguma estranheza, algum desvio.
Minha maior descoberta recente foi perceber o quanto a vida fica mais bonita quando a gente está no mesmo metro quadrado.
Amar você foi como escrever a poesia mais bonita do mundo em uma língua que você nunca se interessou em aprender.
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