Muda que quando a Gente Muda

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Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. Quando percebemos que o conforto tornou-se anestesia.

O comentário quando é desprezível sem o mínimo de bom senso, feito com seriedade, claramente, inoportuno, maldoso, com o intuito de afagar o próprio ego às custas do menosprezo do outro, faz querer muito o silêncio, melhor do que corresponder tal descaso, por mais difícil que seja, caso contrário, o seu desgaste será inevitável e o quadro ainda poderá ser invertido e você que será visto como o insensato.

Até o impossível começa a fazer sentido quando as mentes certas se encontram para uma xícara de café.

⁠A produção de alimentos parece simples quando a sua enxada é um celular e você está a muitos de quilômetros de uma propriedade rural.

Quando alguém entra na equação de um propósito individual, o sentido passa a ser humano.

“O tempo ganha propósito quando passa a ser preenchido com valor. E, quando deixa de ser apenas dispendido para ser vivido, reveste-nos de sentido.” - Leonardo Azevedo.

Às vezes apoiar não é concordar com tudo, é cuidar, é alertar, é ficar do lado mesmo quando dói.

A sabedoria nos cala quando a encontramos em alguém.


- Rafael Ferreira

“Quando você toma uma decisão e sente paz ao toma-la, saiba que Deus o capacitou a seguir em frente.”

“A riqueza seduz e, quando não vigiada, resseca a humildade que Deus semeou no coração de todo ser humano.”

“O sino sempre soa quando chega a hora — e toda hora, quando chega, é a mais importante.”

A maior liberdade não é fazer tudo, mas não precisar de tudo. Quando o desejo deixa de governar como tirano, o ser passa a escolher com clareza. E descobre, enfim, que autonomia não é excesso de opções, mas fidelidade ao que não se negocia.

“O piche satisfaz o homem quando é usado para asfaltar; quem deseja ter tudo precisa, antes, conquistar.”

O Tempo


O tempo é algo impensado quando ainda não se tem maturidade. Ele marca todas as nossas lembranças, sejam elas boas ou ruins. Para alguns, pode parecer curto; para outros, torna-se uma eternidade. Quem sabe aproveitá-lo desfruta de muitas coisas, mas quem o desperdiça com futilidades queixar-se-á, ao longo da vida, do tempo perdido.


O tempo ensina, mostra-nos melhores caminhos, pois o aprendizado, por vezes, é doloroso. Há quem o subestime, mas ele chega para todos e desnuda a verdade muitas vezes escondida na fachada, que desmorona e revela o seu interior.


Enfim, o tempo é bom para quem o usa com sabedoria, equilibrando obrigações e prazeres, dando-lhe o protagonismo necessário a cada momento, tornando-o infinito enquanto durar — embora seja certo que é finito — e que marcará não só você, mas também aqueles que estiverem submetidos ao seu ritmo, pois é a coisa mais preciosa que podemos oferecer ao outro.

Quando o amor ressurgi,
em corações quase adormecidos,
é um sinal que mesmo do chão mais árido,
poderá brotar uma flor.

Quando a presença do antes amado, não é mais perceptível ou desejada, é um sinal que a vida pede um tempo, para ser direcionada.

"Quando uma luz é encontrada no fim do túnel, tudo volta a renascer."

“É um erro devastador pensar que a sorte não nos acompanha quando a vida insiste em caminhar conosco."

"Quando você puder fechar os olhos e, através da medicação, expandir sua consciência até sentir o universo inteiro como seu próprio corpo, então, Cristo terá nascido em seu interior."

O texto aponta para uma experiência que ultrapassa crenças formais e alcança o núcleo da consciência humana. “Fechar os olhos” simboliza o abandono das formas habituais de percepção, nas quais o mundo é visto como algo externo, fragmentado e separado do eu. É um gesto filosófico de recolhimento, onde a verdade deixa de ser buscada fora e passa a ser reconhecida no interior do próprio ser.

A “meditação” surge como um caminho de dissolução das fronteiras ilusórias do ego. Ao aquietar a mente, o indivíduo percebe que a identidade pessoal não é um ponto fixo, mas um campo aberto de presença. Nesse estado, o universo deixa de ser um objeto observado e passa a ser vivido como continuidade do próprio existir. O corpo já não termina na pele; ele se estende no espaço, no tempo e na vida que pulsa em tudo.

Sentir o universo como o próprio corpo é uma ruptura com a lógica da separação. Onde antes havia um “eu” isolado, surge uma consciência que reconhece a interdependência de todas as coisas. Essa percepção transforma o modo de existir: o outro não é mais um estranho, a natureza não é um recurso, e o sofrimento alheio não é algo distante. Tudo participa de uma mesma realidade viva.

O nascimento de Cristo, nesse contexto, não se refere a um evento histórico, mas ao despertar do princípio da unidade, do amor consciente e da inteligência espiritual no interior do ser humano. Cristo representa a consciência que reconhece a presença do divino em tudo o que existe e age a partir dessa percepção. É o logos encarnado na experiência interior, não como crença, mas como estado de ser.

Quando essa consciência desperta, a vida cotidiana se torna o verdadeiro campo espiritual. Cada gesto carrega sentido, cada escolha revela alinhamento ou afastamento dessa unidade percebida. A transformação não é externa nem espetacular; ela acontece no modo como se olha, se pensa e se vive.

Assim, o texto convida a uma revolução silenciosa: a passagem da fragmentação para a totalidade, do medo para a comunhão, da ignorância de si para o reconhecimento de que o infinito não está distante, mas se revela no mais íntimo da consciência desperta.

Quando finalmente percebes que nem todo mundo é teu amigo, começas a tomar atitudes!