Morte X Vida
O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.
Algumas pessoas acreditam que depois da morte , não existe mais nada da pessoa. mais eu sou diferente acredito que dentro de mim a pessoa sempre vai estar viva , independente de quem seja , ano passado perdi um primo e eu acredito ainda que um dia eu e ele iremos se ver novamente!
Até que a morte do encanto nos separe.
Até que nossas vontades se desencontrem e nos permitam sair correndo para chorarmos por aqueles que nos fizeram chorar. Desejamos que também chorem depois.
Até que o amor adoeça e vire ódio, obsessão por vingança, crise eterna.
Até que ele descubra que um abraço resolveria e peça pra voltar.
Até que um novo encanto nasça e te devolva os sorrisos.
Sorri quando triste
Falar na surdez
Dançar no silêncio
Viver na morte
Ter faltando...
Erguer caído
Nada ter sendo rico
Me ver sem ser em mim.
Compaixão da Virgem na morte do filho
Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas,
e em pesado dormir, tão fundo assim ressonas?
Não te move a aflição dessa mãe toda em pranto,
que a morte tão cruel do filho chora tanto?
O seio que de dor amargado esmorece,
ao ver, ali presente, as chagas que padece?
Onde a vista pousar, tudo o que é de Jesus,
ocorre ao teu olhar vertendo sangue a flux.
Olha como, prostrado ante a face do Pai,
todo o sangue em suor do corpo se lhe esvai.
Olha como a ladrão essas bárbaras hordas
pisam-no e lhe retêm o colo e mãos com cordas.
Olha, perante Anás, como duro soldado
o esbofeteia mau, com punho bem cerrado.
Vê como, ante Caifás, em humildes meneios,
agüenta opróbrios mil, punhos, escarros feios.
Não afasta seu rosto ao que o bate, e se abeira
do que duro lhe arranca a barba e cabeleira.
Olha com que azorrague o carrasco sombrio
retalha do Senhor a meiga carne a frio.
Olha como lhe rasga a cerviz rijo espinho,
e o sangue puro risca a face toda arminho.
Pois não vês que seu corpo, incivilmente leso,
mal susterá ao ombro o desumano peso?
Vê como a dextra má finca em lenho de escravo
as inocentes mãos com aguçado cravo.
Olha como na cruz finca a mão do algoz cego
os inocentes pés com aguçado prego.
Ei-lo, rasgado jaz nesse tronco inimigo,
e c'o sangue a escorrer paga teu furto antigo!
Vê como larga chaga abre o peito, e deságua
misturado com sangue um rio todo d'água.
Se o não sabes, a mãe dolorosa reclama
para si quanto vês sofrer ao filho que ama.
Pois quanto ele aguentou em seu corpo desfeito,
tanto suporta a mãe no compassivo peito.
Ergue-te pois e, atrás da muralha ferina
cheio de compaixão, procura a mãe divina.
Deixaram-te uma e outro em sinais bem marcada
a passagem: assim, tornou-se clara a estrada.
Ele aos rastros tingiu com seu sangue tais sendas,
ela o solo regou com lágrimas tremendas.
Procura a boa mãe, e a seu pranto sossega,
se acaso ainda aflita às lágrimas se entrega.
Mas se essa imensa dor tal consolo invalida,
porque a morte matou a vida à sua vida,
ao menos chorarás todo o teu latrocínio,
que foi toda a razão do horrível assassínio.
Mas onde te arrastou, mãe, borrasca tão forte?
que terra te acolheu a prantear tal morte?
Ouvirá teu gemido e lamento a colina,
em que de ossos mortais a terra podre mina?
Sofres acaso tu junto à planta do odor,
em que pendeu Jesus, em que pendeu o amor?
Eis-te aí lacrimosa a curtir pena inteira,
pagando o mau prazer de nossa mãe primeira!
Sob a planta vedada, ela fez-se corruta:
colheu boba e loquaz, com mão audaz a fruta.
Mas a fruta preciosa, em teu seio nascida,
à própria boa mãe dá para sempre a vida,
e a seus filhos de amor que morreram na rega
do primeiro veneno, a ti os ergue e entrega.
Mas findou tua vida, essa doce vivência
do amante coração: caiu-te a resistência!
O inimigo arrastou a essa cruz tão amarga
quem dos seios, em ti, pendeu qual doce carga.
Sucumbiu teu Jesus transpassado de chagas,
ele, o fulgor, a glória, a luz em que divagas.
Quantas chagas sofreu, doutras tantas te dóis:
era uma só e a mesma a vida de vós dois!
Pois se teu coração o conserva, e jamais
deixou de se hospedar dentro de teus umbrais,
para ferido assim crua morte o tragar,
com lança foi mister teu coração rasgar.
Rompeu-te o coração seu terrível flagelo,
e o espinho ensangüentou teu coração tão belo.
Conjurou contra ti, com seus cravos sangrentos,
quanto arrastou na cruz o filho, de tormentos.
Mas, inda vives tu, morto Deus, tua vida?
e não foste arrastada em morte parecida?
E como é que, ao morrer, não roubou teus sentidos,
se sempre uma alma só reteve os dois unidos?
Não puderas, confesso, agüentar mal tamanho,
se não te sustentasse amor assim estranho;
se não te erguesse o filho em seu válido busto,
deixando-te mais dor ao coração robusto.
Vives ainda, ó mãe, p'ra sofrer mais canseira:
já te envolve no mar uma onda derradeira.
Esconde, mãe, o rosto e o olhar no regaço:
eis que a lança a vibrar voa no leve espaço.
Rasga o sagrado peito a teu filho já morto,
fincando-se a tremer no coração absorto.
Faltava a tanta dor esta síntese finda,
faltava ao teu penar tal complemento ainda!
Faltava ao teu suplício esta última chaga!
tão grave dor e pena achou ainda vaga!
Com o filho na cruz tu querias bem mais:
que pregassem teus pés, teus punhos virginais.
Ele tomou p'ra si todo o cravo e madeiro
e deu-te a rija lança ao coração inteiro.
Podes mãe, descansar; já tens quanto querias:
Varam-te o coração todas as agonias.
Este golpe encontrou o seu corpo desfeito:
só tu colhes o golpe em compassivo peito.
Chaga santa, eis te abriu, mais que o ferro da lança,
o amor de nosso amor, que amou sem temperança!
Ó rio, que confluis das nascentes do Edém,
todo se embebe o chão das águas que retém!
Ó caminho real, áurea porta da altura!
Torre de fortaleza, abrigo da alma pura!
Ó rosa a trescalar santo odor que embriaga!
Jóia com que no céu o pobre um trono paga!
Doce ninho no qual pombas põem seus ovinhos
e casta rola nutre os tenros filhotinhos!
Ó chaga que és rubi de ornamento e esplendor,
cravas os peitos bons de divinal amor!
Ó ferida a ferir corações de imprevisto,
abres estrada larga ao coração de Cristo!
Prova do estranho amor, que nos força à unidade!
Porto a que se recolhe a barca em tempestade!
Refugiam-se a ti os que o mau pisa e afronta:
mas tu a todo o mal és medicina pronta!
Quem se verga em tristeza, em consolo se alarga:
por ti, depõe do peito a dura sobrecarga!
Por ti, o pecador, firme em sua esperança,
sem temor, chega ao lar da bem-aventurança!
Ó morada de paz! sempre viva cisterna
da torrente que jorra até a vida eterna!
Esta ferida, ó mãe, só se abriu em teu peito:
quem a sofre és tu só, só tu lhe tens direito.
Que nesse peito aberto eu me possa meter,
possa no coração de meu Senhor viver!
Por aí entrarei ao amor descoberto,
terei aí descanso, aí meu pouso certo!
No sangue que jorrou lavarei meus delitos,
e manchas delirei em seus caudais benditos!
Se neste teto e lar decorrer minha sorte,
me será doce a vida, e será doce a morte!
Querido _ Amor Infinito_ Se voce não vem até mim a qualquer momento eu irei até voce.
A morte não vai nos separar.
Até breve meu filho.
Medo de Morrer
Tenho medo de morrer
Pois não sei com a morte o que fazer
Se até hoje ninguém voltou pra me dizer,
Como é que vou saber...
Enquanto isso prefiro é viver,
Talvez aqui tenho mais sorte,
Não vou com a cara da morte,
Nessa cena, eu peço corte,
Dela não quero participar,
Sei lá...
Até hoje, ninguém voltou de lá,
Se a morte for um teatro,
Deve ser um clima chato,
Ver as cortinas se fechar.
Sei lá.
Deixe-me aqui ficar,
Quem tiver curiosidade,
Que vá.
De quem foi tenho saudade,
Mas, deixe-me ficar,
Quero é viver...
Tenho medo de morrer.
DEPENDÊNCIA É MORTE
Ok,já tá ligado!?
Estava ouvindo um dia desses que não há nada melhor do que amar! DISCORDO!
Corrijo da minha maneira: Não há nada melhor do que amar e ser amado!
Quando gostamos de alguém criamos laços, passamos automaticamente a depender de atitudes e gestos de uma outra pessoa para nos sentirmos bem, felizes,amados.
Se o telefone não toca então, é um CAOS!
Se você liga e ele não te atende... É morte na certa!
E daqui que alguma explicação se apresente, os nossos pensamentos já andaram mundo afora! Enfeitaram, fantasiaram ahh e o mais importante: Nos fizeram chorar!
Porque quando gostamos ficamos dependentes?
O que mais me irrita é que quando estamos desapontadas no amor não vemos graça em coisas que nos fazem tão bem... É como uma entrega, uma entrega a tristeza, ao desapontamento, uma aceitação àquela situação.
É triste?
É...
Dói!?
oooow!
E você vai continuar mesmo assim?
Entende é uma opção! é sim!
Todos nos temos escolha e eu não consigo me ver projetando um prédio maior do que a minha casa para ver se a luz do sol entra,
Eu prefiro um lugar aonde eu não tenha que fazer grandes projetos e ousar comigo mesma,
Eu não preciso disso,
Eu quero sim uma casa bela, com flores no jardim e que cheire a amor,mas isso é algo que não depende apenas de um "engenheiro conceituado",
Isso é mais simples do muitos pensam e depende não de um, mas de dois.
E aí sim não precisarei construir pontes para acesso ou saídas de emergência...
Eu só precisarei entrar, sentar no sofá, tirar os sapatos e lá esperar o alguém que eu sei que vai fazer toda a diferença.
Aí você me encarou de um jeito súbito, causando a morte dos meus sentidos. Então o vento espalhou o teu cabelo cor de terra pelas nuances do teu rosto, enquanto teus olhos, tão fogo, me atraíram para um abismo raso de amor e ódio. Então, fico confuso! Confuso sobre o quanto teu corpo parece manipular todos os elementos de um jeito só. De um jeito só teu!
Naquele momento eu pensei em te amar como alguém que vê um cometa desprender do céu, mas que não sabe exatamente aonde ele caiu.
Tua língua ácida tão pura de inocência e, ao mesmo tempo, tão cheia de ilusões perdidas e frases tortas. Teu sorriso, tão cansado. Tua mania de gostar de sol e chuva competindo pela atenção do céu. Teu jeito de colocar o cabelo para trás da orelha. Ah!
O sol da manhã coloria o teu rosto tão pétala, da mesma forma que iluminava os edifícios do teu corpo. Aí eu te abraçava como quem tenta desarmar uma bomba. E me perdia entre os meios das tuas paredes de concreto e flores.
E a cada tarde, você dormia encostada no meu braço como se o meu corpo fosse a tua própria galáxia, Cometa! E bocejava lentamente, como quem planejou a vida inteira esse sutil movimento. E me induz a amar até o teu ronco baixo, assim como o paraíso dos teus traços, tão frios, tão calculados. Tão seus.
A tua sobrancelha arqueava na mesma intensidade em que o rubor das tuas bochechas dava o ar da graça. E eu achava lindo! Fez-me acreditar que, se amor fosse uma cor, seria exatamente aquela.
Tua respiração era uma sinfonia desregulada, cheia de contratempos ensaiados e melodiosos. Eu esquecia que era humano e flutuava ao menor dos teus toques, crendo que vivia em uma gravidade invertida e repleta de nuvens de ti.
Até que um dia, a linha da tua boca ficou muda. Tua cara de ponto final, tão cética. Tão linda. Tão longe. Teus olhos, antes réplicas de Capitu, dissimularam para um local distante. Teu ego claro inflou teus pulmões de dúvidas. Os olhos ardiam em chamas claras. O vento jogou tuas tranças para o lado oposto. Para o lado oposto do que sonhamos em ser.
Viramos cometas de galáxias distantes.
Viramos gravidades opostas.
Viramos apenas um ensaio de nós.
Eu não choro após a morte de meu cachorro por velhice, e sim sorrio por ele ter passado todos os seus dias de vida ao meu lado
Com a morte de Fidel, a esquerda e simpatizantes definitivamente saíram do armário. Não precisamos ficar espantados com essa declaração de amor, pois é exatamente assim que pensam: amam ditaduras, relativizam atrocidades... Surpreso eu estaria se agissem diferente.
Sua mente é um jardim murado, mesmo a morte não consegue tocar as flores que estão florescendo lá.
A morte não avisa quando vai chegar ....
Todos nos temos o nosso dia......
Chegara a nossa hora!......muitos nem ao mundo chegam e tem sua partida marcada!.....
outros querem abreviar a vida!
Porque a vida tem que ser abreviada?
Porque a morte existe?
As nossa vida e algo sublime! que esta nas mãos de Deus!
nada e ninguém tem o direito de abrevia-la...
Por mais que esteja difícil.....
Tudo e passageiro , temos que aproveitar os momentos das nossas vidas!
Sorrir, cantar, dançar,alegrar os semelhantes......
deixar a vida melhor a cada momento que estamos nessa terra....ha pessoas corajosas , que tentam abreviar , tentando tirar a vida , mais nada que façam e capaz de levar a vida se não for sua hora........... e depois se questionam ...porque?....
Não chegou a hora dela!.......temos que passar o que vier ....... A Morte e certa na hora dela......
Aproveitem todos os momentos belos da vida.....
Com muita alegria, felicidade se permitam , usufruam ........muitas vezes reclamamos de barriga cheia..... Nada e por acaso .....aguardemos com paciência e resignação a nossa hora de
partir!.....
Uma hora ela chegara .....aguarde sem medo!
ELA VIRA A TODOS NOS !
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