Morte de uma Filha
A morte do Amor
Então o Amor nasceu
Com as palavras de alguém do passado
Com pais e mães que trabalhavam
Com guerreiros que lutavam
Salvou pessoas
Construiu impérios
Mudou o mundo
Mas os tempos mudam
A correria da cidade
O moderno celular
Todos se esqueceram
Então o Amor morreu
Mas, estranhamente
Mesmo que fingindo
Os corações parecem procurar
O amigo perdido.
Medo da morte
Você é um babaca que sai de casa
Achando que irá causar confusão
Talvez algum incidente lá na praça
Você fala que é fogo, mas é brasa
Tentando se destacar na multidão
Foge quando ocorre uma desgraça
Medo da morte, medo da morte
O seu fim está muito próximo
Medo da morte, medo da morte
Todos os outros achariam ótimo
De quantos você já correu até hoje
Depois de tentar expor a sua visão?
Humildade serve como um lema
A alguém que tenha consideração
Mas o seu nada merece repúdio
Ninguém gosta de se aproximar
Medo do depois, medo do depois
Não existirá par a lhe consolar.
Se o que a sociedade chama de loucura for a causa de nossa morte, pelo menos partiremos com dignidade.
Um país está miseravelmente doente quando os seus habitantes, aos milhares, festejam a morte de uma figura pública local.
Somos todos perdedores, condenados à morte desde que nascemos. Viver é sair do nada para voltar ao mesmo lugar.
A espera por um grande encontro carrega o gosto da vida misturado com o da morte. É uma doce agonia, que nos tortura antes de nos salvar.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Está escrito: Tragada foi a morte na vitória em Cristo Jesus. 1 Coríntios 15:54,55
A morte de Jesus na cruz cancelou a condenação imposta pela Lei, e a ressurreição de Cristo oferece a justificação, também revelada na Lei, e a vida eterna a todos que creem. Cl 2.14; Rm 4.25
A fé tem como base a obra de Cristo: sua vida, morte e ressurreição, que são o centro da crença e da confiança do cristão.
Depois que conhecemos a morte, vivida na própria pele, parece que passamos a viver em espírito, enxergamos a arrogância e o orgulho do homem tão insignificante que nem ligamos para eles, quando a própria morte nos ressuscita é que percebemos o que vale a pena ou não. Valorizamos almas e não pessoas.
Os infelizes e inconsequentes se alegram com o morte de outrem. Os felizes e sensatos se consternam e se compadecem pela perda, é uma atitude grata do coração. Os inconsequentes terão um merecido fim.
Lamentamos a morte de alguém, principalmente quando bate o remorso, mas não valorizamos os vivos. Um adeus fúnebre, faz doer a alma, porque lembramos que o nosso orgulho de nada serve.
O destino é uma linha do tempo em constante mudança; a vida é a jornada que traçamos, e a morte, uma transição inevitável que nos lembra de viver cada momento com intensidade e propósito.
Você não precisa dar um tiro na cabeça de uma pessoa para ser culpado pela morte dele. Basta manipular a verdade e retirar os direitos dele, e você já terá assassinado alguém sem que ele perceba.
