Morte de Mãe
"Ele morre de “não-rir” até de piada, seja qual for a piada. Que morte triste, coitado!"
Frase Minha 0602, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0551 "Deixem dessa conversa de que tudo é imperdível. Imperdível mesmo é a morte, quando chega... E só para quem chega!"
1963 📜 "Li, além de ouvir dizerem, que quando chegou o anúncio da morte do Presidente Vargas, um famoso cronista teria dito: 'Morreu, fica morrido'. Se é verdade, não sei. O que sei é que li e ouvi por aí !"
"Se a morte não existe - como insistem alguns - por que fabricam caixões? Por que cemiterios? Por que cremam corpos? Por que velorio? Por que missa de sétimo dia? Por que choradeira? Por que saudade? E por que ninguém quer morrer, Hein?"
0773 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se você acredita em vida após à morte, não coma bicho, planta, fruta nem qualquer outro ser vivo ou morto. Já imaginou uma melancia "voltando" e, por vingança, esborrachando-se na sua cabeça? Pois Zé! Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0974, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
”Imperdível é uma ova ou uma 'cibola'. Tirando a morte, tudo mais é Perdível. Aceito Debates!"
Texto Meu No.1042, Criado em 2021
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Existe vida após a morte? E 'naquele país', existe vida entre o Ano Novo e o Carnaval? Existe ou não?"
TextoMeu 1202
🃏
Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar
Edson Ricardo Paiva
A morte de um ser humano, por principio moral da vida, nunca deve ser celebrada. Muitas das vezes, em nome da justiça e da humanidade, ela pode até ser necessária mas nunca deve ser festejada. Afinal todos que estão devidamente ou indevidamente nesta dimensão, por vida estão aqui para evoluir e se transformarem mas se não evoluem, prestaram contas da desobediência ao Altíssimo, o infinito Criador.
A historia de Santa Sara Kali, mais comum é que após a morte de Jesus, os romanos colocaram em um barco sem remos e sem direção, como uma forma de condenação a morte eram elas Maria Magdalena, Maria Salomé e Maria de Cleofás e a serva egípcia Sara, durante a viagem no meio da turbulência do mar, Sara tirou o lenço azul da cabeça e fez uma promessa a Deus, se elas fossem salvas ela Sara usaria aquele lenço por toda sua vida. Logo após seu pedido o mar se acalmou e chegaram ao sul da França. As três Marias, foram as colinas para levar a palavra e os ensinamentos do mestre, enquanto Sara permaneceu na planície, durante sua jornada deparou com um grupo de ciganos, onde foi acolhida e aprendeu toda sua cultura. Ela não foi canonizada pela Igreja em 1712 como muitos afirmam.
morte nem sempre chega em silêncio.
Às vezes ela cresce devagar
dentro dos olhos cansados,
nos sonhos abandonados,
na parte da alma
que desaprende a sentir.
Há mortes invisíveis
que ninguém enterra.
A da esperança,
a da inocência,
a daquela versão nossa
que um dia acreditou demais.
Helaine machado
Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.
Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.
Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.
De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.
O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.
Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.
E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.
Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.
Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.
E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.
O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.
Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
Eu queria saber onde encontrá-los depois da morte, em qual esquina da eternidade seus abraços ainda me esperam. Queria apenas mais um dia, mais vinte e quatro horas para ouvir suas vozes, guardar seus sorrisos e me despedir mais uma vez.
Mas a saudade é esse lugar impossível, onde o amor permanece e o tempo não volta. E, talvez, meu maior desejo seja este: poder escrever sobre vocês sem que a dor escorra pelas palavras, e transformar a saudade em apenas mais uma forma de amar.
- Relacionados
- Frases de filho para mãe que são verdadeiras declarações de amor
- Frases de mãe e filho que mostram uma conexão única
- Frases sobre a morte que ajudam a valorizar a vida ✨
- Frases de Mãe para Filha
- Mensagens sobre ser pai e mãe
- Poemas de Morte
- Textos para mãe: declarações emocionantes que tocam o coração
