Morreu e esta em um lugar Melhor
"Vou chorar baixinho para ninguém ouvir, sim, sua falta esta me incomodando mais do que eu imaginei, estou sofrendo por alguém que não se importou em fazer-me sofrer"
Será que ainda não perceberam? - Quase todos os dias eu vejo alguém me perguntando: - Você esta bem? - E eu quase todos os dias não respondo e ainda mudo o assunto. Isso não interessa mais a ninguém.
Não me venha com perguntas sobre o meu comportamento afetivo, já fui muito tudo isso que você esta procurando em alguém. - Já fui carinhosa, já fui romântica, verdadeira, faria de tudo e mais um pouco, já fui sensível e invisível e de contra partida... Já enlouqueci e menti, já fui ciumenta e pegajosa, já fiz de tudo para ser o tudo de alguém, eu já perdi a razão... Então meu bem, não me venha com declarações baratas sobre algo que ainda não deu certo para você, não se frustre, não é que eu não sirvo para você, eu (exclusivamente eu) é que tenho a consciência que já fui muita coisa para me doar por tão pouca, no caso, obviamente "Você".
“Comece a agir!
A sua felicidade não está nas mãos de ninguém além de você mesmo. É verdade que, em meio às dores e conflitos, os olhos quase sempre deixam de ver os milhões de motivos que a vida oferece para sorrir... e basta um único motivo para fazer chorar. Mas lembre-se: você é infinitamente maior do que as lágrimas que caem, e a sua força é mais luminosa do que qualquer piedade que os outros não poderão lhe dar. Sorria para dentro de si e descubra o imenso valor que já existe em você.”
"Quando tudo ao redor parecer desabar, preserve a sua paz. Porque quem está bem consigo mesmo não depende do mundo para ser feliz."
O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.
Sonhei com peixes. Com esses peixes, a abundância está lá, mas não sei bem o porquê. O mundo é justo ou estranho? Já não sei o que pensar. A minha mente se perde nos laços que crio, nos pensamentos que emergem sem resposta. Será que existe o vazio? Mas não é a fome que me atormenta. A noite, linda e escura, me abraça e acalma meu coração. Pois você é como os peixes, um sonho etéreo, assim como o mundo, que já não sei mais como compreender. Será que o que está por vir acontecerá, ou a incerteza será nossa companhia? Olho a lua, as estrelas, o céu negro. E penso que, de alguma forma, estamos compartilhando os mesmos olhos, os mesmos destinos. Pois a mesma lua que você olha, é a mesma que me espera. Espera por você.
A cada dia que passa eu tenho mais a convicção de que tudo está ligado, sem viajar muito, mas, atos e fatos são imprevisíveis. Tudo acontece e muda num curto espaço e tempo, permitindo-nos ter uma maior interação com tudo o que nos rodeia. O despertador que não toca, a palavra de alguém que não conhecemos, como vários outros fatos que nos fazem aprender mais ou não, modificando nosso ato inicial certo ou errado.
O problema não está em quem tem opinião ou é contrário a alguém, mas sim em quem não tem posicionamento ou não sabe de nada.
A determinação da norma é o controle, e o que não está sob controle pode ser considerado ilegal ou ilegítimo.
O "diferencial" não se ensina, está completamente ligado à personalidade e criatividade individual.
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